O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Segunda-feira, 05 de Dezembro de 2011

É um facto sobretudo simbólico. Mas mostra muita dignidade.

 

O novo governo italiano anunciou já fortes medidas de austeridade.

 

Duas coisas, porém, me tocaram: o gesto do primeiro-ministro de abdicar do seu salário e as lágrimas de uma ministra ao falar dos cortes das pensões.

 

Isto mostra muita dignidade.

 

É que, por aqui, estamos habituados a ver festejar (com risos fartos) medidas que fazem chorar muitos cidadãos.

 

É tudo tão triste por aqui!

publicado por Theosfera às 10:24

Nenhuma dor faz sofrer tanto como ver a maldade que alguns corações alojam!

publicado por Theosfera às 10:24

O tempo corre para a frente. Mas muitas atitudes do ser humano fazem-no andar patar trás!

publicado por Theosfera às 10:23

O conhecimento está, hoje, muito voltado para a especialidade. É inevitável.

 

Mas devia haver também um espaço para a abertura à globalidade. É imprescindível.

 

João Mota, novo director do Teatro Nacional D. Maria II, diz que gostava que «os filósofos tomassem conta de nós».

 

Se o homem é a totalidade das suas dimensões, a sua precoupação devia ser sempre a receptividade à totalidade do saber.

 

Mário Soares fala da influência que sobre ele teve Agostinho da Silva que, com aulas peripatéticas, lhe ministrava cultura geral.

 

Portugal já teve um ministério da instrução. Leonardo Coimbra ocupou-o em 1919. A sua prioridade era a arte.

publicado por Theosfera às 10:22

«Aqueles que dizem que a religião não tem nada a ver com política não sabem o que é religião».
Assim escreveu (profética e magnificamente) Mahatma Gandhi.

publicado por Theosfera às 10:21

«Uma crise como a que o mundo está a viver é uma oportunidade de mudança».
Assim escreveu (atenta e magnificamente) Manuel Alegre.

publicado por Theosfera às 10:20

«O religioso nunca se foi embora. Só mudou a sua face».
Assim escreveu (magnificamente) Thomas Luckmann.

publicado por Theosfera às 10:18

Sós no isolamento. Sós na multidão.

 

Fala-se muito de grupos, de comunidades, de multidões e acabamos por experimentar uma enorme (e dorida) solidão existencial.

 

Ninguém gosta de trabalhar sozinho. Mas, quanto mais o dizemos, maior é a sensação de que, no fundo, estamos radicalmente sós.

 

Zubiri, que nasceu neste dia há 113 anos, confessou, pouco antes de morrer (em 1983): «Vivemos sozinhos e acabamos por morrer sozinhos»!

publicado por Theosfera às 10:16

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