O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Sábado, 03 de Dezembro de 2011

A voz sensata de Luís Amado, um diplomata na verdadeira acepção da palavra, merecia melhor acolhimento.

 

Este é o tempo para discutirmos. Mas, dentro das discussões, há-de haver espaço para as convergências: «Há momentos em que os partidos têm de ter a noção de que têm de interromper a alternância».

 

Exige-se, numa hora como esta, um «grande esforço de coesão».

 

Em momentos de excepção, esperamos atitudes excepcionais!

publicado por Theosfera às 12:00

O obsessão do défice está a condicionar tudo. Até a sobrevivência do planeta está a ser negligenciada.

 

As emissões de carbono previstas para 2035 serão atingidas já em 2017. Alguém se preocupa?

publicado por Theosfera às 11:59

Eis-nos, de repente, a suportar um guião que uma entidade a que chamamos «troika» resolveu compor.

 

Numas coisas, estamos a ir além da troika: subida de impostos, diminuição de salários e cortes nas reformas. Mas, noutras aspectos, parece que continuamos aquém da troika: desvalorização fiscal e fusão de autarquias, por exemplo.

 

Acima de tudo, falta intuição. E esta, como bem anotou Millor Fernandes, «é uma disciplina que não foi à escola». Aprende-se no livro da vida. Muitas vezes, longe das bibliotecas!

publicado por Theosfera às 11:58

Há gestos que valem por milhões de páginas e por horas de discursos.

 

O abraço trocado entre Hillary Clinton e Aung Suu Kyi é um ícone que prenuncia tempos diferentes.

 

Duas mulheres com histórias de persistência, de esperança e de não cedência à desistência!

publicado por Theosfera às 11:57

Hoje é dia de S. Francisco Xavier, grande apóstolo e missionário.

 

O seu testemunho ecoa por tempos sem limites.

 

É interessante notar, por exemplo, como Zubiri era Xavier por causa de S. Francisco. Isto porque o teofilósofo nasceu a 4 de Dezembro (de 1898), portanto, um dia depois da memória litúrgica do santo.

 

O seu nome completo era José Francisco Xavier Zubiri Apalategui.

 

Mas o nome por que gostava de ser tratado era precisamente Xavier.

 

Refira-se, já agora, que Xavier significa casa nova, Zubiri quer dizer junto à ponte e Apalategui indica prateleira de um armário ou de uma estante, ou simplesmente biblioteca.

publicado por Theosfera às 11:55

O Natal assinala, segundo S. João, o momento em que a Palavra divina assumiu forma humana e veio ao nosso encontro.

 

Eis, pois, uma bela oportunidade para reposicionar a nossa relação com a palavra.

 

Tente, por isso, ler mais, escrever mais, escutar mais. E, talvez, falar um pouco menos.

 

Há muitas palavras no ar que não chegam a descer ao coração!

publicado por Theosfera às 11:54

Vamos morrendo um pouco na morte dos outros. E os outros que morrem vão sobrevivendo enquanto nós vivemos.

 

Acabo de saber do passamento de José Mensurado.

 

Um desfile de recordações começou a assomar à lembrança. Outros tempos. Outro aprumo. Outra elegância.

 

O jornalismo pautava-se, naquela época, por uma grande sobriedade.

 

O protagonismo era dado aos factos. Não havia tantos protagonistas. Havia comedimento e humildade.

publicado por Theosfera às 11:53

Quem estava carente (todos nós o estamos) de boas notícias, sente-se obsequiado com esta notícia sublime.

 

Muitas horas depois, um conjunto de pescadores foi encontrado com vida no alto mar.

 

Mais do que uma notícia, é um verdadeiro milagre. Na tarde de anteontem e na manhã de ontem, já se incorporava a ideia de que tinham falecido.

 

O pároco, que fizera o funeral a 90 pescadores, preparava-se para as exéquias de mais seis.

 

Muitos agradeceram a Deus. É um gesto bonito, embora tenhamos de pensar em tantos que, também tendo rezado e com igual fé, não foram atendidos e perderam os seus familiares.

 

Como explicar isso? Não sei.

 

É a minha sincera, única e última resposta!

publicado por Theosfera às 11:51

 A solidez de uma casa depende dos seus alicerces. Uma árvore tem muito a ver com as suas raízes. O percurso de uma vida está completamente ligado à infância.

 

Ao ouvir falar do percurso assustador de José Guedes, conhecido pelo apodo de «estripador de Lisboa», o mais decisivo está no começo.

 

Foi uma criança abandonada pela mãe quando tinha dois anos.

 

Está quase tudo dito.

 

O que se perde nesta altura (equilíbrio, afecto, identidade, moderação) dificilmente se reencontra!

publicado por Theosfera às 11:49

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