O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Quinta-feira, 24 de Novembro de 2011

Precisamos, cada vez mais, de articular o sonho com a realidade.

 

Vivemos esmagados por uma realidade devoradora de sonhos.

 

É fundamental, por isso, «sonhar a realidade» para que possamos «realizar o sonho».

 

Este é o tempo. Porque é «noite». E é na noite que se sonha.

 

O dia vem depois da noite. Uma nova realidade virá a seguir ao sonho!

publicado por Theosfera às 10:57

Francisco José Viegas sempre me pareceu uma pessoa estimável. Mostra também ser alguém ungido por bastas doses de sensatez.

 

Há cerca de um mês disse que o Acordo Ortográfico, sendo irreversível, não deixará de ser «corrigível».

 

Não sei como tenciona agilizar este seu posicionamento.

 

Talvez seja impossível suprimir o Acordo. Não será, pelo menos, viável melhorá-lo?

publicado por Theosfera às 10:43

Nunca defendi a agitação, mas entendo a necessidade de uns alertas de vez em quando.

 

De facto, não esperemos que as coisas mudem por inércia. As coisas só mudarão pela nossa iniciativa, pela nossa persistência, quiçá pelo nosso sacrifício.

 

Evoco o que disse Frederick Douglass: «Aqueles que defendem a liberdade, mas desprezam a agitação são homens que esperam colher sem lavrar a terra. Que querem chuva sem trovões e sem relâmpagos».

 

Até uma rosa, para nos obsequiar com o seu odor, nos presenteia também com alguns espinhos...

publicado por Theosfera às 10:42

Para se perceber uma comunidade, é preciso estar atento a todos e a tudo.

 

Não apenas aos que falam. Mas também aos que calam.

 

A realidade passa não somente por aquilo que é dito. Passa também (e bastante) por aquilo que não é dito. Ou que é dito de forma mais discreta, quase silenciosa.

 

Importante, por isso, é escutar não só os que estão em cima. É fundamental ouvir também os que estão em baixo.

 

Descer do pedestal é, pois, o primeiro e decisivo passo.

publicado por Theosfera às 10:40

Não me interpretem mal.

 

Eu sei que esta greve geral vai ter custos e que nem serão os mais pobres de entre os pobres que nela participarão.

 

(Também é verdade que os mais pobres não a poderão fazer porque nem trabalho têm).

 

Só que não é só a greve que trará custos.

 

O que tem vindo a ser seguido traz custos muito maiores, muito mais graves.

 

Sei que seria mais cómodo não escolher. Mas aprendi com Zubiri que «viver é optar».

 

Nesta situação, escolho o lado de baixo, de quem sofre. Os trabalhadores merecem-me total solidariedade.

 

Sei que haverá paz e a ordem não será beliscada.

 

A voz dos que estão a empobrecer far-se-á escutar. Alguém a quererá ouvir?

 

Confesso que seria importante que, num dia como este, a voz dos pastores da Igreja se fizesse ouvir.

 

Há muitas «ovelhas» a sofrer e uma presença de quem as conduz na fé seria sempre reconfortante.

 

É, aliás, esse o testemunho de Jesus!

publicado por Theosfera às 10:37

Não apareça só quando tiver algo para dizer ou para fazer.

 

Quando não lhe ocorrer nada para dizer ou para fazer, apareça mesmo assim.

 

A presença, embora silenciosa, é a maior palavra e a melhor acção.

 

Quando alguém não fala, não se ouvem os lábios. Mas ouve-se o coração.

 

O coração só fala no silêncio. E só no silêncio é escutado e acolhido!

publicado por Theosfera às 10:36

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