O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Sábado, 19 de Novembro de 2011

A esta hora, está quase a desligar.

 

Faz bem desligar tudo para repousar.

 

Só não desligue a esperança.

 

Ela é o maior tranquilizante, hoje. E será o melhor despertador, amanhã.

 

Uma santa noite. Em Jesus manso e humilde!

publicado por Theosfera às 23:47

Se perguntarmos a alguém quais são as pessoas mais importantes (pergunta frequente em jornais e revistas), as respostas andam, invariavelmente, à volta de: reis, presidentes, empresários, desportistas, actores, papas, bispos, jornalistas, cantores, etc.

 

Se, entretanto, fizermos a mesma pergunta a Jesus, ficaremos desconcertados com o que nos diz: os mais importantes são os pequenos, não os grandes.

 

É claro que Ele respeitava toda a gente, mas, quanto a preferências, não olhava para cima. Olhava para baixo.

 

Vinte séculos depois, teremos aprendido a lição?

publicado por Theosfera às 21:21

A fé não é só feita de respostas nem de certezas. Também é feita de perguntas e perplexidades.

 

A lógica da fé é muito diferente da lógica da filosofia e do direito.

 

Não é por se praticar o bem que se tem mais êxito.

 

Às vezes, as pessoas boas são as que sofrem e penam mais.

 

Acreditamos que Deus está presente na nossa vida em todos os momentos. Mas, sem dúvida, por vezes parece estar de forma silenciosa.

 

Os grandes santos passaram por noites de espessa obscuridade.

 

Procuraram a luz e tiveram de lidar com as trevas.

 

Temos de estar preparados para tudo. Até para a presença da «ausência» de Deus!

 

Já Lutero notava que Deus quanto mais Se revela, mais Se esconde!

publicado por Theosfera às 21:14

Estamos, decididamente, na era do «pós»: do «pós-petróleo», do «pós-dinheiro» e, agora, segundo nos dizem, da «pós-democracia».

 

Não é alarmismo. Basta pensar num pequeno sinal: a perspectiva de um referendo na Grécia causou mais preocupação que a pobreza crescente em que vivem muitos cidadãos gregos e europeus.

 

Isto será democracia?

publicado por Theosfera às 16:15

Quem quiser ser popular, hoje, já sabe qual é o caminho: criar polémica, provocar, ofender.

 

E isso consegue-se, como explica Pedro Mexia, de duas maneiras: «Uma é ofender as convicções das maiorias. Outra é fazer pouco das minorias».

 

Há, porém, quem vá mais longe e consiga a estranha «proeza» de ofender toda a gente!

 

E, mais grave, as primeiras vítimas são, quase sempre, aqueles que nunca ofendem.

 

Vive-se ao sabor dos impulsos. Ainda há, contudo, gente civilizada, que se eleva acima dos seus impulsos!

publicado por Theosfera às 15:05

Sabemos quando chegamos ao meio do dia porque o dia tem sempre a mesma duração. Mas ninguém sabe onde está o meio da vida porque ninguém sabe a duração da vida.

 

Coisa estranha. Seria necessário estar no fim para, depois, saber onde ficou o meio.

 

Costuma dizer-se que a meia-idade anda por volta dos 40 anos.

 

É puramente convencional. Estatisticamente, parece que sim. Mas, ao certo, ninguém sabe.

 

Na vida, só sabemos onde ficou o princípio. Também sabemos que caminhamos para o fim.

 

Mas ninguém sabe quando ele chega.

 

Importante é que estejamos preparados.

 

Na bondade. Na mansidão. E na paz.

publicado por Theosfera às 14:48

A pergunta que, hoje em dia, mais se faz é: «Como mudar o mundo?».

 

São múltiplas as respostas, mas só existe um caminho. O mundo mudará se mudar cada pessoa que há no mundo.

 

Comecemos por nós. Gregório de Nissa dizia que cada pessoa é um «microcosmos», um pequeno mundo.

 

Se cada um mudar, tudo começará a mudar.

 

Comecemos, então. Hoje. Agora. Já.

publicado por Theosfera às 14:46

Se não houver mais nada para oferecer às pessoas, não deixemos de oferecer a esperança.

 

A esperança não é tudo, mas é essencial para tudo.

 

É usual dizer-se que enquanto há vida, há esperança. Também se poderá afirmar que enquanto houver esperança, haverá sempre vida!

publicado por Theosfera às 14:45

O Outono está a encobrir a Primavera no mundo árabe.

 

No Egipto caiu a ditadura, mas nem por isso emergiu a democracia.

 

A revolta voltou à rua. E a esperança regressará aos corações?

publicado por Theosfera às 14:43

Nunca me perturbaram o riso ou o choro convulso de uma criança durante as celebrações.

 

É bom que elas estejam na Igreja e que estejam tal como são, ou seja, como crianças.

 

É importante que deixemos as crianças serem crianças.

 

Era bom que os clubes de futebol pensassem nisto.

 

O craque que o Manchester United contratou pode ser um génio com a bola nos pés. Mas tem cinco anos.

 

Deixem-no ser criança!

publicado por Theosfera às 14:41

Não é, necessariamente, quando há mais luz que vemos melhor. Às vezes, o excesso de luz não ilumina; ofusca.

 

O Padre António Vieira, com a acutilância do seu génio, garantia: «A luz moderada faz ver, a excessiva faz cegar».

 

A claridade não está só na luz. Goethe achava que ela é «uma justa repartição de sombras e de luz».

 

É por isso que o poder gera desapontamento. Parece que quem o conhece melhor é quem não o exerce.

 

Bento XVI reconhece que «o poder cega com facilidade».

 

Vemos bem não tanto com a luz da inteligência, mas com a luminosidade do coração.

 

O coração bondoso não precisa de luz. Até na obscuridade, ele reluz.

publicado por Theosfera às 14:39

A democracia é escolha. Mas não é só escolha. É escolha e responsabilidade.

 

A falta de responsabilidade compromete a escolha. É por isso que a vida cívica carece não só de um quadro legislativo, mas de também de referências éticas e de imperativos morais.

 

A crise não é só económica. A crise económica é o sintoma de uma doença mais profunda.

 

Sairemos da crise não quando houver mais dinheiro, mas quanto houver ideais, valores, autenticidade e solidariedade.

publicado por Theosfera às 14:36

Vivemos, cada vez mais, dominados pelo instante e pelo instinto.

 

Falta prudência e coerência. Desencadeamos causas sem pensar nas consequências.

 

O nosso agir desmente, quase sempre, o nosso ser.

 

A sabedoria oriental é, uma vez mais, cheia de pertinência quando diz que não devemos abrir portas que, depois, não possamos (ou saibamos) fechar!

 

Pensemos nisto (sobretudo) antes de magoarmos alguém.

 

Há feridas que, mesmo depois de curadas, não deixam de ferir.

 

Bem gostávamos de as afastar. Mas elas, teimosamente, continuam sempre a vir!

publicado por Theosfera às 14:32

Feche os olhos. Não apenas para dormir. Mas também para meditar.

 

Há coisas que se vêem melhor quando os olhos estão fechados.

 

Só assim se consegue enxergar o invisível. E o invisível é a surpresa (quem sabe?) que está à sua espera!

 

Entre, pois, no santuário do seu coração!

publicado por Theosfera às 14:21

Mansa é a chuva que cai, a esta hora.

 

Não precisa dos empurrões de vendavais para regar a terra.

 

Ei-la que desce e se aloja na terra.

 

Porque não aprender com a chuva?

 

O mundo está cansado da violência e saturado da agressividade, que destilam veneno entre as pessoas.

 

A mansidão tem ares de fraqueza e parece saber a ingenuidade. Mas consegue ver mais longe e descer mais fundo que a pretensa força da arrogância.

publicado por Theosfera às 07:19

Quando queremos muito uma coisa, o que é melhor? Lutar por ela ou ficar à espera dela?

 

A nossa sensibilidade ocidental não oferece dúvidas: o melhor é lutar por aquilo que se quer.

 

Já a sabedoria oriental defende que o melhor é sentar-se à porta de casa e esperar que o melhor venha ter connosco.

 

Curiosamente, Simon Weill defendia o mesmo.

 

Isto é o contrário do se encontra no belo poema de Geraldo André: «Quem sabe faz a hora, não espera acontecer».

 

Acontece que aquilo que nós queremos pode não nos querer a nós.

 

É bom dar sinais do que se quer. Mas nada de forçar o real.

 

Se as coisas tiverem de acontecer, acontecerão. A serenidade é a via mais saudável.

publicado por Theosfera às 06:17

Há lugares aprazíveis neste mundo. Há lugares onde apetece passar algum tempo, onde apetecia passar, porventura, a vida toda.

 

Mas nenhum lugar se compara ao coração de uma pessoa pura, a uma alma transparente.

 

O melhor lugar do mundo é a presença das pessoas de bem.

 

A bondade de um gesto, a urbanidade do trato e a autenticidade de uma palavra são os «lugares» mais belos que podemos frequentar.

 

Ainda há pessoas que são autênticos focos de luz e verdadeiros remansos de paz!

publicado por Theosfera às 00:20

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