O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Terça-feira, 15 de Novembro de 2011

Há um grande tesouro que ainda não descobriste.

 

Há uma enorme sabedoria que ainda não encontraste.

 

Há um longo caminho que ainda não trilhaste.

 

Há um belo horizonte que ainda não avistaste.

 

Onde?

 

Dentro de ti.

publicado por Theosfera às 19:02

Entre a chuva que cai, a selecção que joga e o orçamento que está a ser discutido, eis mais um aumento do combustível.

 

Ele chega de modo sorrateiro, quase imperceptível, quase sem dar por ele.

 

Só a bolsa se apercebe da sua vinda!

publicado por Theosfera às 16:08

Às vezes, é preciso perder tudo para perceber que nem tudo está perdido.

 

Até a esperança podemos perder. Mas é nessas alturas que notamos que a esperança não nos perdeu, a nós. E, com a esperança, nada está perdido.

 

Tudo continua em aberto...

publicado por Theosfera às 12:07

Se há domínio que carece de um acréscimo de serenidade é, consabidamente, a Justiça.

 

Para discernir, é preciso haver, além de conhecimento, tranquilidade.

 

Para decidir, é fundamental que haja, para lá da capacidade, muita calma.

 

Mas o que nos chega do mundo judicial é quase o oposto.

 

A troca de palavras entre governantes, advogados e juízes é pouco promissora para a classe. E, convenhamos, não muito edificante para os cidadãos.

publicado por Theosfera às 11:25

A Alemanha já percebeu que também precisa da Europa.

 

Precisa, desde logo, que lhe comprem os seus produtos.

 

Daí que Angela Merkel tenha confessado: «Se a Europa sofrer, a Alemanha também sofrerá».

 

Não se tratará de uma expressão de solidariedade, mas de uma declaração de interesses.

 

Está a ser desenhada uma Europa alemã. Mas ainda há quem entenda a necessidade de haver uma Alemanha (mais) europeia!

publicado por Theosfera às 11:23

Dizia Séneca: «Quanto mais violenta é a tempestade, tanto menor será a sua duração».

 

Confesso que não estou totalmente seguro.

 

Há tempestades, mais violentas que os temporais, que duram anos, quiçá décadas, porventura séculos.

 

Os temporais destilam chuva por instantes. Mas há tempestades que despejam feridas a vida inteira!

publicado por Theosfera às 11:21

«Quando Deus quiser chover na tua vida, deixa chover».

 

Em dias de temporal, é sempre bom recordar esta frase de Miguel de Unamuno!

publicado por Theosfera às 11:21

Se um comerciante vender um produto por 50 apura menos do que se vender três produtos por 20.

 

Esta regra elementar parece que só não é entendida por alguns especialistas e decisores.

 

Aumentar o IVA na restauração, por exemplo, acabará por não aumentar a receita do Estado.

 

As pessoas vão deixar de ir tanto aos restaurantes.

 

Perdem as empresas, empobrecem as pessoas e nem sequer ganha o Estado!

publicado por Theosfera às 11:19

Há mais pacientes que cidadãos? Pelo menos, é o que parece.

 

Os centros de saúde têm 12 milhões de inscritos. Os últimos censos só conseguiram apurar 10, 6 milhões de habitantes no nosso país!

publicado por Theosfera às 11:18

Há medidas que parecem ter impacto quando se apregoam, mas mostram nulo efeito quando se aplicam.

 

Agora, há quem ache que a redução dos feriados vai aumentar a produtividade.

 

Se pensarmos bem, até é capaz de a fazer diminuir.

 

Pensemos no 15 de Agosto.

 

Haverá muitos dias com a actividade económica que este dia tem? As festas fazem deslocar uma quantidade enorme de pessoas que acabam por investir na aquisição de diversos produtos.

 

O factor económico não é o principal num feriado (a celebração é o essencial), mas, já que tanto se fala nele, era melhor que se reflectisse com mais ponderação.

 

Porventura, daqui a uns tempos estaremos a verificar que não valeu a pena mexer no calendário!

publicado por Theosfera às 11:17

Há uma diferença enorme, diria mesmo abissal, entre povo e multidão.

 

A multidão impõe-se pelo ruído, pela inconstância, muitas vezes pela agressividade e quase sempre pela injustiça.

 

A multidão gosta de ser tomada como única representante do povo. Mas este, nas suas camadas mais profundas, é laborioso, sofrido e, frequentemente, calado.

 

Nesta hora, importa ouvir mais o silêncio do povo do que os gritos da multidão.

 

Vítor Hugo escreveu: «Elogiar uma multidão, juro que não posso. O povo está no alto, a multidão está no fosso»!

publicado por Theosfera às 11:15

Não se deixe abater.

 

Que a sua dor abra as portas à esperança e as janelas à partilha.

 

O melhor na sua vida ainda está para vir. Quem sabe?

 

E, mesmo que o melhor não se concretize, pelo menos no seu coração ele está a germinar!

publicado por Theosfera às 06:09

Einstein foi assertivo: «Insanidade é fazer a mesma coisa e esperar resultados diferentes».

 

A Itália prepara-se para aplicar a «receita» que já foi testada na Grécia e em Portugal.

 

A Espanha apresta-se para seguir igual caminho.

 

O resultado final será, na melhor das hipóteses, resolver o problema das contas do Estado.

 

Mas a factura sedrá encaminhada para a população: mais desemprego, maior recessão, estagnação económica.

 

Entre a «cura» e a «enfermidade» notar-se-á grande diferença?

publicado por Theosfera às 06:08

Da imprensa de hoje: «A economia portuguesa está a perder riqueza ao ritmo de 8,2 milhões de euros por dia. É este o resultado da contracção de 1,7% do Produto Interno Bruto (PIB) no terceiro trimestre deste ano face ao mesmo período de 2010, ontem revelado pelas contas do Instituto Nacional de Estatística (INE). A recessão está a agravar-se à medida que as famílias colocam um travão no consumo e as exportações abrandam com a desaceleração da economia europeia».

publicado por Theosfera às 06:06

É preciso situar: a palavra na frase, a frase no texto e o texto no contexto.

 

Quando o Ministro da Economia disse que 2012 será o ano do fim da crise (depois, terá corrigido para «princípio do fim»), assinalou uma parte da verdade.

 

De facto, 2012 poderá ser o fim (ou o princípio do fim) da crise, mas para o Estado.

 

Com o aumento da receita (via impostos) e a redução da despesa (via corte nos salários e nos subsídios), é natural que as contas do Estado estabilizem.

 

O problema é a situação das pessoas. E 2012 poderá marcar o recrudescimento da crise.

 

Muitos já estão no limiar da sobrevivência. E, como dizia E. Morin, «sobreviver não é viver».

publicado por Theosfera às 06:05

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