O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Domingo, 06 de Novembro de 2011

Contemos com o pior. E continuemos a pugnar pelo melhor.

 

Há uma mudança que depende de nós: a mudança da nossa vida.

 

Não falo de revolução, até porque a história das revoluções é a história de esperanças transformadas em desilusões.

 

Falo de mudança. A partir do fundo. A partir de dentro. A partir de si.

publicado por Theosfera às 23:42

Einstein não foi genial apenas na ciência. Olhemos para o que ele diz sobre a crise.

 

Esta, para ele, «é a melhor bênção que pode acontecer às pessoas e aos países, porque leva a progressos. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise supera-se a si mesmo. A verdadeira crise é a incompetência. Sem crise não há desafios e sem desafios a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Acabemos de vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para a superar».

publicado por Theosfera às 16:37

É a amizade um bem cada vez mais precioso até porque cada vez mais raro.

 

Diz-se quem tem amigos nunca é pobre.

 

Cícero, que muito dissertou sobre este assunto, sabia que «é na adversidade que reconhecemos um verdadeiro amigo».

 

E tal como «o vinho melhora ao envelhecer, é a mais velha amizade que tem maior encanto».

 

Na amizade pode haver tudo, excepto «mentira e engano».

 

É a natureza, e não a necessidade ou o interesse, «a mãe da amizade: uma inclinação natural da alma, uma propensão para amar».

 

Se queremos viver felizes, «não podemos viver sem amizade».

publicado por Theosfera às 14:36

Toda a gente quer ter casa, mas passa-se cada vez menos tempo em casa.

 

De dia, sai-se para o trabalho. De noite, sai-se para o café, para o bar, para a discoteca.

 

Nasce-se fora de casa e morre-se, cada vez mais, fora de casa.

 

A geografia dos interesses dentro de casa também se foi alterando. Como nota Ana Nunes de Almeida, a atracção centra-se na sala onde está a televisão.

 

A individualidade fica para o quarto. Mas mesmo aí a pessoa vai dando informações sobre a sua individualidade via net. Tudo é publico hoje. A começar pelo que é (era?) mais privado.

publicado por Theosfera às 14:35

Na China, tudo é grande.

 

É grande o território. É grande a população. É grande a riqueza. É grande a rapidez da mudança. É grande o mistério. É grande a imprevisibilidade.

 

E é grande a nossa ignorância acerca dela!

publicado por Theosfera às 14:33

Há quem garanta que Papandreou vai sair.

 

Como já disse, admiro este homem. É sério. Ressuma dignidade nas palavras e no porte.

 

A Espanha também dá sinais de querer mudar.

 

Da esquerda para a direita ou da direita para a esquerda, a alternância de políticos ocorre sem que a alternativa de política se verifique.

 

Só no directório que rege a Europa parece não haver transformações.

 

Imolam-se as pessoas, sacrificam-se as populações e tudo permanece igual, igualmente mal.

 

Como vamos melhorar se o caminho é piorar? Como vamos sair da pobreza se o caminho, garantem-nos, é continuar a empobrecer?

publicado por Theosfera às 14:32

As pessoas só querem ter o que as pessoas não podem dar: dinheiro.

 

Esta crise parece revelar uma simetria entre as possibilidades de uns e as expectativas de outros.

 

Tudo se centra à volta do dinheiro.

 

Não seria possível diversificar a permuta? Não haverá nada mais belo para partilhar?

publicado por Theosfera às 14:30

Interessante a entrevista de George Clooney.

 

Dá muita importância à integridade moral e à amizade.

 

Acha que cada um de nós «veio ao mundo com responsabilidades».

 

Sente a falta de civilidade.

 

E entende que, na política e na vida em geral, «uma pessoa tem o dever de estar disponível para ouvir o outro lado das questões».

 

Em tempos de pensamento único, eis um conselho precioso.

publicado por Theosfera às 14:29

Estar em minoria é uma ousadia que se paga caro.

 

Disse Eugène Ionesco: «Pensar contra o nosso tempo é um acto de heroísmo. Mas dizê-lo parece ser um acto de loucura».

publicado por Theosfera às 14:28

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