O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Quinta-feira, 20 de Outubro de 2011

Um dia único na sua vida está quase a terminar. Outro dia único na sua existência está prestes a começar.

 

Cada momento é o mais importante porque transporta algo de singular, de inimitável, de irrepetível.

 

O que fica do que fazemos é o rasto. Só vale a pena deixar um rasto de paz. Sem ela, nenhuma felicidade é possível. Com ela, nenhum sonho é irrealizável.

 

Acredite. Nunca comece a desistir. E nunca desista de começar!

publicado por Theosfera às 21:23

Há qualquer coisa de tenebroso nas celebrações da «libertação» da Líbia. As imagens de Kadhafi ferido e morto são dissecadas e mostradas «ad nauseam». E arrepiam-me as comemorações com tiros. A população está armada. Poderá alguma paz ser construída deste modo?

publicado por Theosfera às 21:07

Nenhuma morte me alegra.

 

Kadhafi estava longe de ser um exemplo. Mas a eliminação de um ditador não oferece, em si mesma, a liberdade e a democracia.

 

É bom não esquecer que Kadhafi era, antes de mais, um ser humano. E se ele não tinha isso em conta para com os outros, era importante que outros tivessem isso em conta para com ele.

 

Numa espiral de notícias deprimentes, não é esta ocorrência que alivia o nosso pesar. A tolerância e a concórdia têm de esperar por melhores dias.

publicado por Theosfera às 15:23

Eu sei que não dá para acreditar. Mas a Metereologia está a prever chuva, vento, trovoada e até neve a partir de sábado.

 

Como é habitual, bastou a comunicação social avançar a previsão e já não se fala de outra coisa.

 

Apesar do sol, parece que já estamos a sentir as rajadas, a receber as bátegas e a contemplar o manto branco. Apesar de, quanto a este, só haver indicações para a Serra da Estrela.

 

Sinais de um tempo onde quase tudo se sabe antes de acontecer, onde tudo muda quase sem avisar.

 

Nada é gradual na vida. Tudo tende a ser abrupto. Até o tempo!

publicado por Theosfera às 13:44

Há estudos que são totalmente redundantes em relação à percepção que temos da realidade. Mesmo assim, têm valor pelo respaldo que oferecem, pela verificação que reforçam.

 

A Universidade de Ontário fez um estudo que mostra que as pessoas rudes, hostis e arrogantes têm mais êxito no trabalho, chegando a ganhar 18% a mais do que os seus colegas serenos, contidos e humildes.

 

Ora, isto leva a que as pessoas tendam a incorporar o sentimento dominante. É claro que o dinheiro é importante e a carreira pode ser sedutora. Mas a serenidade, a compostura e a humildade são valores incomparáveis. E compensam por si mesmas!

publicado por Theosfera às 10:55

Disse Salvador Dalí: «Não tenham medo da perfeição. Nunca a irão alcançar».

 

Será por isso que os que estão mais perto dela são os que mais longe se sentem dela?

publicado por Theosfera às 10:44

À primeira vista, parece que está a começar mais um dia em que vai fazer o mesmo de sempre.

 

Mas não.

 

O dia é novo. Os actos podem ser parecidos com os de sempre. Mas os deste dia ainda não foram realizados.

 

O seu ser também vai usar novas energias.

 

Tudo é novo, portanto.

 

Nunca viveu o dia 20 de Outubro de 2011. E nunca voltará a viver o dia 20 de Outubro de 2011.

 

É, pois, um dia único. O mais importante da sua vida até este momento. Encha-o de paz. E preencha-o com felicidade!

publicado por Theosfera às 10:05

«Quem tem bastante no seu interior, pouco precisa de fora».

 

Talvez nunca como nesta altura é necessário escutar estas palavras de Goethe.

 

A partir do interior seremos capazes de transformar o exterior.

 

Apesar das nuvens, o sol ainda brilha. No seu coração!

publicado por Theosfera às 00:41

Como sair da crise?

 

Segundo a vulgata oficial, poderemos sair da crise com austeridade e com dinheiro.

 

Sem austeridade e sem dinheiro, é certo que continuaremos a mergulhar na crise.

 

Não é, porém, o que pensa John Sorrell.

 

Para ele, a chave está na criatividade e na imaginação. «Temos de ser brilhantes, usar a nossa imaginação e encontrar novas formas de criar coisas, de oferecer serviços que as pessoas estão desesperadas por ter».

 

Sucede que, na hora que passa, o poder não tem criatividade. Conseguirá, alguma vez, a criatividade ter poder?

publicado por Theosfera às 00:39

Admiro quem levanta questões e desassossega as certezas, mesmo que nos deixe sem certezas alternativas.

 

Já nos apercebemos de que a mesma realidade provoca leituras diferentes, quiçá opostas.

 

Robert Smith acredita que, no fundo, o real não existe. O que existe são projecções, percepções e construções da realidade.

 

Neste sentido, a linguagem está prisioneira da retórica. Por muito que se reclame ligada à realidade, ela acaba por depender das construções da realidade operadas por cada sujeito.

 

No fundo, são as palavras que podem mudar o mundo. Ou, talvez, pará-lo.

 

Ousemos apostar nas palavras com sabor a esperança!

publicado por Theosfera às 00:37

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