O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Segunda-feira, 17 de Outubro de 2011

O calor prolonga-se na Europa, apesar da chegada do Outono.

 

As chuvas destroem nas América Central, não obstante a proximidade do Verão.

 

Nem o clima conseguimos já perceber!

publicado por Theosfera às 22:45

A fé nunca é um tranquilizante.

 

Tem de ser sempre um despertador.

 

Na paz, por vezes é preciso gritar.

 

Paulo VI dizia que o grito dos povos da fome chegou até Deus.

 

Bernhard Haring defendeu a necessidade do «ministério do protesto».

 

A palavra é o último recurso ante a opressão e o primeiro instrumento para mobilizar a esperança.

publicado por Theosfera às 22:20

É, sem dúvida, uma pessoa séria, esforçada, contida. Mas quem olha para o Ministro das Finanças adivinha, além de muito cansaço, bastante desalento.

 

Para quem está a começar, é preocupante. E, de facto, a experiência tem mostrado que quem tem entrado em recessão costuma ter enorme dificuldade em sair dela.

 

De um timoneiro espera-se sempre aquele suplemento de esperança que falta ao cidadão comum.

 

Há imagens que dizem muito. Esperemos que o esforço conjunto ajude a reverter o que, aos olhos de muitos, parece irreversível.

publicado por Theosfera às 22:11

«Procuremos mais ser pais do nosso futuro do que filhos do nosso passado».
Assim escreveu (luminosa e magnificamente) Miguel de Unamuno.

publicado por Theosfera às 16:29

Hoje, assinala-se o dia mundial de erradicação da pobreza.

 

Há uma perturbadora ironia nesta efeméride.

 

É que, entre nós, a pobreza não dá sinais de estar a ser erradicada. Pelo contrário, além dos pobres, há muitos que estão a empobrecer.

 

Aliás, há estudos que documentam que, no capítulo salarial, o país cresceu muito pouco nos anos da liberdade.

 

Será que, em vez de acabar com a pobreza, estamos apostados em acabar com os pobres?

 

Motivos sobejos para reflectir. E sobretudo para inflectir.

publicado por Theosfera às 05:36

Ainda não passamos a fase do anúncio das medidas de austeridade, e já corre veloz a onda de protestos.

 

Receio que o meu país se transforme num vulcão de turbulência. E o pior não será o coro de protestos. O pior poderá ser (em certa medida, já está a ser) a violência social tipificada em assaltos avulsos, imprevisíveis, mas com efeitos devastadores.

 

Os cidadãos estão apreensivos e até os estudiosos se mostram preocupados. Basta meditar nas declarações de sociólogos como Boaventura Sousa Santos e António Barreto. Este último, apesar da moderação que habitualmente o acompanha, já questiona a possibilidade de sobrevivência do país.

 

O problema é que, por um lado, as pessoas sentem que algum sacrifício é necessário pelo bem comum e, concretamente, pela redução do défice. Mas, por outro lado, é difícil saber para onde nos conduzem estas medidas. A sensação que paira é que não é assim que nos libertaremos da teia que nos prende.

 

Recorde-se que a própria troika, tão prolixamente invocada, preceitua também o incremento do crescimento económico. Sucede que, por este andar, a recessão é o mais certo e o almejado crescimento será o mais incerto.

 

Portugal precisa de mais. Portugal merece melhor.

publicado por Theosfera às 05:07

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