O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Domingo, 25 de Setembro de 2011

Porque é que conjugamos tão fluentemente o verbo «ter» e tão dificilmente o verbo «dar»?

publicado por Theosfera às 23:21

É importante ser assertivo. É arriscado ser definitivo.

 

Diria que é preciso ter um conhecimento sobre-humano para dizer que «ninguém sai da política com as mãos limpas».

 

Só quem tem um conhecimento de todos os intervenientes na acção política está em condições de fazer uma avaliação global.

 

Com o maior respeito por quem proferiu estas afirmações, sei que há muita gente que entra e sai da política com as mãos limpas. Há quem não corrompa nem se deixe corromper. Há quem prime pela coerência. Há quem seja desprendido.

 

Há que evitar generalizações. Até porque não falta quem olhe para a Igreja com um olhar semelhante. Semelhantemente devastador.

 

Quanto à imagem em si, eu diria que talvez até seja bom sujar as mãos. É o que acontece a quem trabalha. Não há nenhum desprimor nisso.

 

Às vezes, é mesmo desejável sujar as mãos. Fundamental é manter limpo o coração!

publicado por Theosfera às 23:19

Mais calor cá fora. Mais gelo cá dentro.

 

O coração anda em sentido contrário ao do clima.

 

Mas, um dia, tudo mudará. E nós mudaremos primeiro.

 

Uma semana cheia de ânimo...

publicado por Theosfera às 22:15

O cristão tem de ser, cada vez mais, «homo Dei» (homem de Deus) e «homo hominibus» (homem para os homens).

 

O encontro com Deus não litiga com o compromisso social nem com o vigor profético. Pelo contrário, aflora como a sua raiz, a sua autêntica alma e o seu permanente alimento. É o amor a Deus que nos impele para o amor ao próximo.

 

A espiritualidade não conflitua com a acção social.

 

Dir-se-ia que há uma espécie de «sócio-espiritualidade» estribada no duplo mandamento: «Quem ama a Deus, ame também o seu irmão» (1Jo 4, 21).

 

Urge reinventar caminhos que permitam dessedentar a sede de infinito que se sente e preencher a profunda saudade de Deus que se pressente.

publicado por Theosfera às 22:12

Diz Paul Valadier: «Só se chega mais acima assumindo o que está em baixo».

 

Para Deus sobe-se descendo.

 

Só a humildade abre caminho para a felicidade.

publicado por Theosfera às 22:11

Dani Rodrik, da Universidade de Harvard, põe o dedo numa ferida muito actual: falta imaginação orçamental.

 

O discurso está demasiado colado à realidade. Consegue interpretá-la. Não sabemos se bem. É urgente um discurso que a transforme.

publicado por Theosfera às 22:10

Nunca pares de começar.

 

E nunca comeces a parar.

publicado por Theosfera às 07:10

Quando vejo certas pompas, as palavras e os gestos de Jesus soam a um legado não acolhido e a uma mensagem não escutada.

 

Neste Domingo, ouvimos dizer que Ele, sendo de condição divina, despojou-Se a Si próprio, obedecendo até à morte. Foi aí, no despojamento total, que Deus O exaltou.

 

Daí que ninguém deva considerar-se superior aos outros.

 

Há tanto para mudar e imenso para aprender na Igreja. O que até é bom. É sinal de que ainda há futuro...

publicado por Theosfera às 00:07

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