O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Segunda-feira, 19 de Setembro de 2011

Não entre em pânico, não fique ansioso, não se perturbe em excesso diante do que aí vem.

 

Provavelmente, as coisas vão ser piores do que imaginamos e não vão correr como merecíamos.

 

Mas até esse futuro se tornará passado. E, quando o passar, será sublime o alívio que vai sentir!

publicado por Theosfera às 19:36

Muitas são as vezes em que não procuramos soluções para os problemas, mas apenas justificação para as nossas atitudes.

 

Daniel Pennac toca num ponto sensível ao sustentar que, quase sempre, «procuramos o abrigo da melhor doutrina, a protecção da autoridade, a caução do decreto, o selo branco ideológico. Depois, acampamos em certezas que nada abala, nem sequer o desmentido quotidiano da realidade».

 

É muito tarde quando acordamos.

 

Nessa altura, até queremos mudar. Mas dificilmente poderemos...

publicado por Theosfera às 19:33

Uns fazem obra e recebem aplausos e votos. Outros recebem a factura: nós.

 

Tudo se passa, porém, sem o nosso consentimento. E, como se tal não bastasse, ainda somos increpados e até insultados. Tratados como pobres trogloditas e, às vezes, chamados «cubanos».

 

Eis mais uma lição que vamos aprendendo a duras penas. E que nos vai sair muito cara. Não só (nem principalmente) no plano económico.

 

Civicamente, estamos a derrapar. Perigosamente...

publicado por Theosfera às 15:19

Eis como, nestes tempos torrencialmente mediáticos, seremos tentados a reescrever a palavra que Jesus nos dirige neste dia.

 

Que se guarda hoje?

 

Tudo, ou quase, se diz. Tudo, ou quase, se mostra. Tudo, ou quase, se insinua.

 

Hoje, o oculto não é tanto o que não é revelado. É sobretudo aquilo a que não se presta atenção no meio de contínuas «revelações».

 

A mente não pode acudir a tudo. Muita coisa é remetida para a irrelevância.

 

No meio de tanta «revelação», algo passará despercebido. O mais importante?

publicado por Theosfera às 11:06

«Quem não sente a ânsia de ser mais, não chegará a ser nada».

 

Foi o que disse Miguel de Unamuno.

 

Um seu contemprâneo, Xavier Zubiri, colocava a fasquia muito alta.

 

Para ele, a ânsia do Homem só culmina em Deus. O Homem é «o modo finito de ser Deus»!

publicado por Theosfera às 10:28

«É preciso ter consciência de que a história é um processo muito longo: por vezes, estamos no topo, outras vezes estamos no fundo; e há que aceitá-lo com elegância».

 

Não é difícil concordar com Dezcallar de Mazarredo. Mas não é, consabidamente, linear pô-lo em prática.

publicado por Theosfera às 10:27

Sérgio Godinho já vai nos 66 anos de vida e nos 40 de carreira (palavra de que não gosta).

 

Numa das entrevistas que deu, diz que não «é ateu no sentido clássico do termo».

 

«Acho que há forças inexplicáveis e que há qualquer coisa para lá disto que nos transcende. O próprio facto de nos interrogarmos é uma interrogação em si».

 

Profundo!

publicado por Theosfera às 10:25

Uma das maiores injustiças da história foi (parcialmente) reparada num dia 19 de Setembro. No caso, em 1899.

 

Alfred Dreyfus, oficial do exército francês, foi acusado de traição.

 

A condenação a prisão perpétua era para ser cumprida na Ilha do Diabo, que fica na Guiana francesa.

 

O irmão descobriu, entretanto, a identidade do verdadeiro culpado. Em novo julgamento, porém, a sentença manteve-se.

 

Houve uma onda de revolta de que o «J'accuse!» de Zola se tornou a expressão mais célebre.

 

Finalmente, foi amnistiado. Mas o anátema da culpa manteve-se!

publicado por Theosfera às 10:23

Não ceda à vingança quando procurar a justiça.

 

Nessas alturas, procure ainda mais a paz.

 

Desse modo verá que, pelo menos, não conseguiram desfigurá-lo.

 

Ficar em paz depende de si. Ela nunca toma a iniciativa de o deixar.

 

Repor a justiça dependerá de alguém. Um dia, ela ser-lhe-á feita.

 

E, nessa altura, verá que valeu a pena ter ficado em paz!

publicado por Theosfera às 00:00

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