O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Quinta-feira, 08 de Setembro de 2011

Há sempre alguma dureza no encontro com a verdade.

 

 

E a verdade, se falasse, talvez dissesse o mesmo relativamente ao encontro com os homens.

 

 

Ela fala, ela grita, ela geme: e os ouvidos continuam duros, impenetráveis.

publicado por Theosfera às 23:48

publicado por Theosfera às 22:01

O 11 de Setembro foi há dez anos. Ben Laden foi morto. A Al-Qaeda parece decapitada.

 

Mas a cultura do ódio não foi superada. Há muito rancor no coração. Há imensa injustiça no mundo.

 

Alguém pode cantar vitória?

publicado por Theosfera às 18:42

Um dos génios mais surpreendentes de todos os tempos disse: «Os que tentam liderar o povo só o podem fazer seguindo a multidão». E isso é arrepiante.

 

As massas tanto fazem cair ditadores como são capazes de decapitar inocentes.

 

A «oclocracia» (poder da multidão) não é, seguramente, a via mais justa. Mas acaba por ser a mais fácil. Está aparentada com a demagogia...

publicado por Theosfera às 18:38

Desengane-se quem pensar que são os discursos de uma qualquer autoridade que convencem os outros. Falamos da verdade, mas acabamos por discutir palavras que nos separam uns dos outros e da verdade.

 

José Augusto Mourão estava certo: «A linguagem é indigente, é pobre de mundo». A palavra «traz em si um poder falacioso porque é exterior à realidade».

 

O interior da realidade só é captável pelo silêncio. Jamais será dominado por palavras.

publicado por Theosfera às 18:35

A primeira e principal escola é o colo da mãe. O que dela vem perdura para sempre.

 

Neste dia da Mãe das Mães, nunca esqueçamos os ensinamentos que recebemos daquela que nos deu o ser.

O berço materno sabe a pureza, a autenticidade, a beleza sem rebuscamentos.

 

Somos sempre a Mãe que temos. Transportamos continuamente o que ela nos deu. Mas numa coisa nunca a igualaremos: no amor.

O amor de uma mãe não tem paralelo. Mas é preciso ser mãe para o saber, para o sentir.

publicado por Theosfera às 17:20

Nós Te adoramos, Senhor Jesus,

na manhã deste dia,

dia dos anos da Tua Mãe.

 

É Ela que nos traz ao Teu encontro.

É Ela que nos embala como Te embalou a Ti,

em Belém e em Nazaré.

 

Obrigado, Jesus, pela Tua Mãe.

Obrigado, Mãe, pelo Teu Filho.

 

Cada um de nós transporta tantos pedidos.

Cada um de nós é um peregrino do Teu amor e mendigo da Tua paz.

 

Neste dia de alegria,

sabemos, Mãe, que o teu olhar é ainda mais belo,

embora também um pouco mais triste.

 

Estás triste, Mãe,

por causa da injustiça.

 

Estás triste, Mãe,

porque muitos dos Teus filhos vivem na pobreza,

porque não têm pão, nem casa, nem trabalho, nem esperança.

 

 Estás triste, Mãe,

porque a mensagem de Teu Filho não é acolhida.

 

Estás triste, Mãe,

porque há quem seja delicado com os grandes e incorrecto com os pequenos, os simples e os pobres.

 

Estás triste, Mãe,

porque ainda há muitas perseguições no mundo

e bastantes incompreensões dentro da própria Igreja.

 

Nossa Senhora,

dá-nos o remédio para a nossa doença,

especialmente para a nossa pior doença, que é a superficialidade e o egoísmo.

 

Nossa Senhora dos Remédios,

concede-nos as graças que Te pedimos.

 

Enxuga as nossas lágrimas,

aquece o nosso coração.

Que a nossa vida se transforme.

 

Que não queiramos fazer a nossa vontade,

mas apenas (e sempre) a vontade de Teu Filho.

 

Que na nossa língua só haja amor,

que no nosso olhar só haja paz.

 

 Neste dia dos Teus anos,

afinal, nós é que recebemos o presente,

o melhor presente que é Teu Filho Jesus.

 

Recebe, Mãe, os nossos parabéns,

os nossos humildes parabéns,

entoados não com os lábios, mas com o nosso coração agradecido.

 

Parabéns, Maria!

Parabéns, Senhora!

Parabéns, Mãe!

publicado por Theosfera às 00:51

Para este início de dia dos anos de Maria, deixo um projecto de livro que, no fundo, decalca o modelo de Igreja idealizado pela Jovem de Nazaré.

 

Trata-se de um esboço idealizado pelo grande Dietrich Bonhoeffer. Não chegou a elaborá-lo porque foi morto pelos nazis. Como é que ele via a Igreja?

 

«A Igreja só é Igreja quando existe para os outros. Para começar, deve dar aos pobres tudo quanto possui. Deve colaborar nas tarefas da vida humana, não dominando, mas ajudando e servindo».

 

Bonhoeffer morreu com este sonho. Será que este sonho morreu com ele?

publicado por Theosfera às 00:47

publicado por Theosfera às 00:06

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