O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Sexta-feira, 02 de Setembro de 2011

O futebol não é só um desporto.

 

É também uma épica, que galvaniza multidões.

 

E é ainda uma estética.

 

Portugal tem artistas de finco recorte, que extasiam plateias.

 

Hoje, a Selecção efectuou dois jogos na cálida ilha de Chipre: em 83 minutos, marcou um golo, em sete minutos apontou três.

publicado por Theosfera às 22:16

«Leio pouca ficção. Para ficção, basta-me a realidade».

Assim escreveu (perspicaz e magnificamente) Manuel António Pina.

publicado por Theosfera às 17:50

Eis o eco de um tempo em que acreditava que todas as portas se abriam.
 
Recordo a melodia e as palavras numa altura em que muitas janelas se fecham.
 
Restam os alicerces que fizeram germinar o sonho.
 
Continuo a acreditar que o futuro não ficou guardado no passado.
 
Confesso que o apelo sempre me acompanhou ao longo da vida: «Vem, vamos embora, que esperar não é saber. Quem sabe, faz a hora, não espera acontecer»!
publicado por Theosfera às 17:34

Hitler dizia que «a compaixão é fraqueza».

 

Se ele o dizia, é porque se trata da maior força. Da única força que vence a força!

publicado por Theosfera às 11:49

Para já, este é o Governo da Tesoura. Não para cortar, mas para mandar cortar.

 

São cortes nos salários, cortes nas pensões, cortes na saúde, cortes na educação, cortes na segurança social.

 

Anuncia-se que a tesoura será igualmente usada em casa. Prevêem-se cortes na despesa do Estado. Até por uma questão de exemplo e elementar coerência, é fundamental que tais cortes se façam quanto antes.

 

Espera-se, entretanto, que este possa ser o Governo da Enxada. Que permita escavar a riqueza que está alojada na terra e, sobretudo, na alma das pessoas.

 

Cortar pode ser urgente. Mas também pode ser asfixiante. Criar (riqueza e esperança) é que será importante, decisivo!

publicado por Theosfera às 11:38

«O fracasso é uma oportunidade para se começar de novo. Mas com inteligência».
Assim escreveu (notável e magnificamente) Henry Ford.

publicado por Theosfera às 11:08

A teoria e a prática juntaram-se e colocaram o Brasil no pelotão da frente.

 

Foi com um académico (Fernando Henrique Cardoso) e um proletário (Lula da Silva) que a economia brasileira cresceu.

 

No ano passado, tal crescimento chegou a 7,5% relativamente ao ano anterior.

 

Se, como disse Agostinho da Silva, «o brasileiro é um português à solta», talvez a solução passe por uma teoria mais criativa e uma prática mais produtiva.

 

Portugal tem condições para vencer!

publicado por Theosfera às 11:06

Houve um tempo em que o presente eram décadas, até séculos. Hoje, o presente é cada vez mais o instante.

 

Os historiadores ainda falam da Revolução Francesa, ocorrida em 1789, como do início da idade contemporânea. Já os primeiros telemóveis ou os primitivos computadores, que apareceram há poucos anos, surgem-nos como coisas arcaicas, quase pré-históricas.

 

Passamos a vida a correr contra o tempo e a sentir que o tempo corre contra nós.

 

Só que, a partir de certa altura, o tempo deixou de correr. Começou a voar.

 

O livro tem séculos e, ainda hoje, se fala do seu futuro. Os blogs mal têm uma década e já não falta quem os arrume no passado.

 

Iván Thays, promitente escritor peruano, tem consciência de que os blogs que sobrevivem são os que vivem à boleia das redes sociais, os que são redireccionados a partir daí.

 

Tudo é cada vez mais efémero e menos ligado à realidade. «A imaginação é muito poderosa. Mais do que recordar, o que ela faz é reordenar os acontecimentos. Escrever é reordenar as coisas: não como elas foram, mas como queremos que tenham sido».

 

Escrever não é só mostrar. É cada vez mais pintar, colorir. Não há duas pessoas a ver a realidade da mesma forma.

 

O que lemos é o que as pessoas pensam acerca dos factos. Não é, longe disso, a realidade dos acontecimentos.

publicado por Theosfera às 09:45

O argumento costuma ser: já houve muitas alterações na ortografia e todos se adaptaram. ~

 

Sucede que a essência não é o facto, mas a qualificação. Têm servido tais alterações para nivelar por cima a escrita? Ou não servirão para nivelar por baixo?

 

Os escritores portugueses não estão entusiasmados e até os brasileiros se mostram constrangidos.

 

Estamos a afastar-nos da etimologia das palavras. E quando nos distanciamos das origens, a nossa identidade corre o risco de se diluir.

publicado por Theosfera às 00:00

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