O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Domingo, 28 de Agosto de 2011

O capitalismo, dizem alguns, é a exploração do homem pelo homem.

 

E o socialismo, contrapõem outros, é precisamente o contrário.

 

Não haverá mesmo alternativa?

 

O cristianismo tem, aqui, uma grande oportunidade. Mas os cristãos não parecem ter muita vontade.

 

Há muitos a ajudar as vítimas da situação presente. Mas falta quem questione a ordem vigente.

 

O cristianismo ainda permanece bastante integrado. É preciso que se desinstale. E que porfie mais pela defesa da justiça e da solidariedade.

 

As ideologias poderão ter falido. Mas a religião não estará regenerada enquanto não se voltar decididamente para o Homem e para a Humanidade. 

publicado por Theosfera às 21:05

Virá um dia em que os simples serão reconhecidos, os generosos compensados, os humildes valorizados.

 

Esse dia poderá ser hoje.

 

Se o nosso coração for melhor, o mundo já estará a ser diferente.

 

Um feliz resto de Domingo. Muita paz no Senhor!

publicado por Theosfera às 16:29

Os dados são objectivos. Mas as razões que estão na sua base parecem indecifráveis.

 

Alguém pergunta num jornal de hoje: porque é que os nossos gestores públicos auferem, em média, cerca do dobro dos seus congéneres europeus e porque é que os nossos trabalhadores auferem, em média também, cerca de metade dos trabalhadores europeus?

 

Haverá certamente uma miríade de respostas e, porventura, todas elas apelativas.

 

Mas uma dessas respostas não será, seguramente, a justiça.

 

E as perguntas manter-se-ão. Porque é que não há condições para aumentar os salários dos trabalhadores e há condições para manter os vencimentos dos gestores?

 

A conclusão de tudo isto não rende grande homenagem à dignidade.

 

No fundo, continuamos a pensar mais no estatuto do que na pessoa e no trabalho.

 

Não sei para onde iremos assim. Mas tenho a certeza de que não iremos para muito longe. Pelo menos, na justiça.

publicado por Theosfera às 16:00

No passado Domingo, Pedro é elogiado. Neste Domingo, é censurado.

 

O elogio é devido por causa da fé. A censura deve-se ao triunfalismo.

 

Pedro é censurado quando censura Jesus por Ele dizer que ia sofrer.

 

Jesus usa da máxima franqueza para com o Chefe da Sua Igreja. Tanto o aponta como «pedra» como o acusa de ser ocasião de «escândalo» (em grego, significa «pedra de tropeço»).

 

Ninguém está impedido do melhor. Ninguém está isento do pior.

 

Jesus não quer uma Igreja triunfal. Quer uma Igreja humilde, que saiba estar ao lado dos humildes.

 

 

Quem fez uma bela análise desta contraposição entre as duas faces de Pedro foi Joseph Ratzinger num livro de 1969, chamado «O novo povo de Deus».

 

Pedro é o condutor do povo, mas não é a cabeça. A cabeça é Cristo.

 

Não seguimos Pedro. Seguimos Jesus sob a condução de Pedro. Com as virtudes de Pedro e com as falhas de Pedro.

 

Afinal, Jesus quis que, à frente da Sua Igreja, estivesse alguém humano. Como todos nós.

publicado por Theosfera às 08:37

Temos passado o tempo a ouvir os que sempre falam.

 

Não será altura de tentar perceber o que pensam os que calam?

 

Não estará alguma alternativa a emergir nas profundidades do silêncio de muitas vidas?

publicado por Theosfera às 08:37

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