O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Segunda-feira, 22 de Agosto de 2011

Terminaram as Jornadas Mundiais da Juventude.

 

Houve de tudo: vivência, alegria, contestação.

 

Não faltou sequer uma tempestade de emoções e um temporal de chuva.

 

Bastos motivos para não deixar de reflectir.

publicado por Theosfera às 22:14

Portugal não venceu a final. Mas, ainda assim, foi campeão.

 

Porquê?

 

Porque adiou a exibição das suas fragilidades para o último jogo.

 

Porque acreditou.

 

Porque nunca desistiu de tentar.

 

O sonho esteve quase a realizar-se.

 

Mas, mesmo que os sonhos não se realizem, fica o conforto da tentativa, da insistência.

 

Não é tudo. Mas não será a base de tudo?

publicado por Theosfera às 22:10

A esta hora, Adriano Moreira comenta, na televisão, a actualidade deste nosso tempo.

 

Um sábio que vale a pena ouvir.

publicado por Theosfera às 21:15

Os cistercienses, seguidores de S. Bernardo, estabeleceram-se em desertos, onde realizam um duro trabalho manual que é suficiente para o seu sustento e permite também vir ao encontro dos necessitados.

 

Conhecem um despojamento que os aproximade Jesus Cristo e dos apóstolos.

 

Rejeitam o sistema social da época, renunciam aos dízimos e feudos que vêm daqueles que têm autoridade feudal e, do mesmo modo, não aceitam os benefícios que poderiam ser propostos pelos homens da Igreja.

 

Com a ideia da igualdade, no mosteiro, não se faz caso da origem social dos monges; todos vivem do mesmo modo.

 

No que diz respeito ao abade, inclusive ao abade de Cister, encontram-se todos no Capítulo Geral ao mesmo nível.

 

A simplicidade de vida aparece nos hábitos, nas construções realizadas com linhas geométricas limpas, estilo despojado, sem decorações.

 

A espiritualidade não está dirigida a uma elite, mas a seres humanos de carne, permeados profundamente do desejo de se converter.

 

Este quadro estaria incompleto se não se fizesse menção do culto à Virgem das Dores e da Ternura, pronta para socorrer as mais diversas angústias, como para suscitar o respeito da mulher, numa sociedade bastante violenta.

publicado por Theosfera às 20:57

No passado sábado, foi dia de S. Bernardo, grande teólogo, grande santo, grande místico, grande orador, grande devoto de Nossa Senhora.

 

Conhecido como doutor melífluo, por causa da bondade que o exornava, não hesitava em recorrer à firmeza quando convicções fortes estavam em causa.

 

E nem sequer os seus superiores hierárquicos (bispos e papas), que ele venerava, ficaram à margem das suas admoestações.

 

Verberava, acima de tudo, a ambição, o fausto e o luxo. Porque vivia de e para Cristo, tudo fazia para o que o seu legado se perpetuasse. E o grande legado de Cristo é a simplicidade. Haverá algo que nobilite mais um cristão?

publicado por Theosfera às 20:56

Percebe-se a alegria, mas há que ter cuidado com a euforia.

 

A imprensa confessional do país vizinho está compreensivelmente feliz com o êxito da multitudinária Jornada Mundial da Juventude.

 

Num tempo em que a multidão funciona como barómetro para quase tudo, é importante que se saiba que também é possível juntar uma multidão enorme para rezar, para celebrar, para conviver.

 

Mas é bom não exponenciar em excesso o contentamento.

 

Hoje em dia, é possível congregar multidões em pouco tempo.

 

Depois, é bom que não se aproveite o sucesso para verberar em quem questiona, em quem tem uma visão diferente.

 

Não falta quem verbere os que, em consciência, formulam perguntas e levantam questões. São acoimados de falta de amor à Igreja.

 

O exclusivo do amor não está na posição consensuante. Pode estar igualmente na atitude discrepante.

 

Esquecemo-nos, amiúde, de que, no equilíbrio dos percursos, há um intercâmbio enriquecedor entre as respostas e as perguntas, entre as certezas e as inquietações.

 

Jesus foi um questionador do Judaísmo. E todos nós O louvamos por isso. Não é a pergunta a oração do pensamento?

 

Acresce que extrair daqui ilações sobre o próximo conclave parece um colossal exagero.

 

A humildade é sempre o melhor crédito dos discípulos de Jesus.

 

E o melhor fruto de uma Jornada Mundial é a vivência na jornada quotidiana de cada um.

 

Serenidade e muito ânimo.

publicado por Theosfera às 19:34

De vez em quando, o ouvido é sensível a outros géneros ou a outros executantes dentro do mesmo género.

 

Mas, invariavelmente, a insatisfação acende-se e a saturação sobrevém.

 

E, nessa altura, a alma reclama sempre pelo mesmo: por Bach.

 

Só a sua música é capaz de nos tocar verdadeiramente.

 

Em tempos de mediocridade, Bach transporta o selo da qualidade que o humano consegue gerar.

publicado por Theosfera às 15:55

1. Foi mais uma demonstração de capacidade. E terá sido um inesperado sinal de uma emergente dificuldade.

 

A Jornada Mundial da Juventude, nos tempos videocêntricos em que vivemos, funciona não só como realidade, mas também como sintoma.

 

Não há dúvida de que há algo que permanece intacto: a força mobilizadora da fé. Mas, em simultâneo, existe uma tendência que vai emergindo: é cada vez mais problemático lidar com quem tem uma visão diferente, com quem diverge, com quem contesta.

 

Foi mais fácil transpor uma distância grande para chegar a Madrid do que vencer uma distância pequena para, em Madrid, promover um encontro entre os manifestantes da Praça Cibeles e os contramanifestantes da Puerta del Sol.

 

Eis, pois, um retrato da nossa época e da nossa fragilidade nela.

 

As fronteiras já quase não existem entre territórios, mas parece que estão a reerguer-se entre as pessoas.

 

Há distâncias que podem ser pequenas no plano territorial e que, não obstante, podem revelar-se instransponíveis no âmbito do relacionamento.

 

É estranho que não tenha havido qualquer ponte entre as duas ocorrências. Pelo contrário, um muro de ruído terá sido cavado entre elas.

 

É claro que não me revejo no espírito, nas palavras e nas atitudes dos chamados «indignados». Mas, como toda a gente, não posso ser insensível às interpelações que eles nos fazem chegar.

 

À superfície, podemos sentir hostilidade. Mas, indo mais fundo, encontramos um clamor que não pode deixar de ser atendido.

 

Estará Deus em eclipse nestes protestos? Ou não estará presente ainda que sob a forma de uma aparente ausência?

 

Não disse Lutero, na sua famosa dialéctica do Deus revelatus e do Deus absconditus, que Deus, quanto mais Se esconde, mais Se revela?

 

 

2. João Paulo II olhava para o homem como uma oportunidade. Já Bento XVI parece encarar o nosso tempo como uma adversidade.

 

As palavras que usou para descrever o ambiente em que se vive a fé configuram um diagnóstico pouco menos que devastador: eclipse, amnésia, rejeição e negação.

 

De facto, logo à chegada, assinalou que, hoje, «se verifica uma espécie de “eclipse de Deus”, uma certa amnésia, senão mesmo uma verdadeira rejeição do cristianismo e uma negação do tesouro da fé recebida, com o risco de se perder a própria identidade profunda».

 

Se pensarmos nas igrejas, os dados são incontroversos: o afastamento é crescente e a relação é difusa.

 

E o Sumo Pontífice será o primeiro a reconhecer que, por muito extensa que tenha sido a multidão que a Jornada congregou nestes dias, ela está longe de corresponder ao que se passa em cada dia.

 

Será, porém, que estaremos perante um eclipse de Deus? Ou não estaremos diante de uma abertura a Deus fora do âmbito das mediações eclesiais?

 

Trata-se, sem dúvida, de um fenómeno muito discutível. Mas não se tratará também de um dado cada vez mais sensível?

 

 

3. Martin Buber enquadrava assim o sentido deste tão propalado eclipse de Deus: «Um eclipse do sol é algo que tem lugar entre o sol e os nossos olhos, não no sol em si mesmo».

 

É natural que a Igreja tenda a ver um eclipse de Deus no resto do mundo. Mas também não falta quem, no mundo, entenda haver um eclipse de Deus na própria Igreja.

 

O Papa recorda que não é possível separar Cristo e a Igreja: «Não se pode, sozinho, seguir Jesus. Quem cede à tentação de seguir «por conta sua» ou de viver a fé segundo a mentalidade individualista, que predomina na sociedade, corre o risco de nunca encontrar Jesus Cristo, ou de acabar seguindo uma imagem falsa d’Ele».

 

O eclipse estará, portanto, na sociedade.

 

No entanto, há tantos que alegam a necessidade de se afastarem da Igreja para melhor se aproximarem de Jesus.

 

O eclipse não estará longe da própria Igreja.

 

Na década de 1970, o teólogo Joseph Ratzinger reconhecia esta situação ao escrever: «Se, antigamente, a Igreja era a medida e o lugar do anúncio, agora apresenta-se quase como o seu impedimento».

 

Tudo isto só mostra que o caminho da Igreja tem de ser a reforma constante e a mudança profunda. Para que as suas estruturas não ofusquem a sua fundamental identidade.

  

 

4. Não penso que Deus esteja ausente dos jovens que bradavam, com alguma intolerância e basta impetuosidade, na Puerta del Sol.

 

Também a eles (sobretudo a eles) é importante estender a mão. Eles não constituem, como à primeira vista se pode pensar, um obstáculo. Eles configuram, crescentemente, o terreno da missão.

 

Como avisa Kahil Gibran, «a vida de todos os dias é o teu templo e a tua religião».

 

E é, acima de tudo, pelo que fazemos (ou não) com os mais pobres e oprimidos que qualificamos (ou desqualificamos) o nosso testemunho.

 

É por isso que creio cada vez mais na presença discreta de Deus neste mundo.

 

E não será onde Ele parece estar mais ausente que teremos de O tornar mais presente?

 

E isso consegue-se sobretudo pela acção personalizada, pela escuta atenta, pela esperança mobilizadora.


 
publicado por Theosfera às 13:30

É mais conhecido pelas suas intervenções televisivas do que pela sua actividade clínica.

 

E, no entanto, Eduardo Barroso é um pioneiro no que aos transplantes hepáticos diz respeito.

 

É, além disso, um humanista que vai muito além da mera intervenção clínica.

 

Sem rebuço de recorrer ao que dimana do coração, assegura que «um beijo pode fazer mais que um antibiótico».

 

Vale a pena ler (e guardar) a entrevista que concedeu à Tabu.

publicado por Theosfera às 12:22

Do foi visto, acerca das Jornadas Mundiais da Juventude, sobra muita matéria para analisar, para reflectir e para continuar a caminhar.

 

É sempre belo o encontro e o efeito cénico destes eventos tem, sem dúvida, o seu impacto duradouro.

 

Mas o essencial da fé, que pode expressar-se em contexto de multidão, radica, sem dúvida, noutra latitude: no coração de cada um.

 

Por isso, permitir-me-ia relevar uma afirmação de D. José Policarpo, que passou quase despercebida, mas que pertence inquestionavelmente ao que de melhor soou a partir de Madrid.

 

Disse o Cardeal-Patriarca: «O que aguenta este mundo desviado ainda na sua dignidade e com esperança são aqueles que, no silêncio do seu coração, aprenderam a amar».

 

A montante de tudo resto está a pessoa: «A acção mais maravilhosa de Deus no mundo passa-se no coração das pessoas; em si, é extradordinário o que Ele faz acontecer de novo, de surpresa».

 

É preciso acolher este novo que ressoa, para lá das palavras e dos cânticos, no silêncio da escuta.

 

O mais belo é o que está a nascer nos corações. Nenhum ruído, de contestação ou de euforia, vale mais que a nascente de surpresa que emerge da profundidade. 

 

Após as jornadas de Madrid, há que investir na jornada de cada dia.

publicado por Theosfera às 11:39

E assim vai andando Agosto, entre a anestesia das festas e a anemia do desencanto.

 

Dir-se-ia que as festas servem de evasão para a descrença que já se instalou no espírito de muitos.

 

Os números do desemprego são alarmantes. Mas o que mais impressiona é outra cifra.

 

Mais de duzentas mil pessoas desistiram de procurar empregar.

 

Isto é que magoa.

publicado por Theosfera às 11:34

«Busca a verdade enquanto és jovem, porque, se o não fizeres, depois escapar-te-á das mãos».

Assim escreveu (brilhante e magnificamente) Platão.

publicado por Theosfera às 11:30

Há uma certa imaturidade no discurso e na acção de muitos dos actores da nossa vida pública.

 

Dir-se-ia que uma cultura adolescêntrica povoa o espaço mediático e o ambiente cívico.

 

Se quisermos ouvir alguma opinião com substância e horizonte, teremos de esperar por alguém que já dobrou os 80 anos: Eduardo Lourenço ou D. Manuel Martins.

 

Agora, é outro octogenário ilustre que nos avisa.

 

De Jacques Delors soa este grito: «É preciso abrir os olhos; o euro e a Europa estão à beira do precipício».

 

Quereremos dar um passo em frente?

publicado por Theosfera às 11:29

«Quem tem poder não tem telemóvel».

Assim escreveu (enigmática e magnificamente) Umberto Eco.

publicado por Theosfera às 11:28

A 19 de Agosto de 1991, fez na sexta-feira vinte anos, houve a tentativa de fazer recuar o processo de democratização na Rússia.

 

Gorbachev, Ieltsin e o povo foram determinantes.

 

Um regime implodiu. Mas, curiosamente, o fim do comunismo soviético constituiu o maior certificado da falência do capitalismo ocidental.

 

O adversário deixou de estar fora. Passou a estar dentro.

 

Como disse Nouriel Roubini, o Malagrida dos desastres financeiros, «o capitalismo pode autodestruir-se».

 

A humanidade, a leste e a oeste, sente-se à deriva.

 

Como nota Lipovetsky, este é o tempo da decepção.

publicado por Theosfera às 11:20

Há uma demissão cada vez maior na transmissão de valores e de comportamentos.

 

Acontece que esta demissão a montante depressa se transforma num sofrimento a jusante.

 

Isto é, mutatis mutandis, como quem chega a um trabalho novo. É preciso haver quem explique as normas, os horários, os objectivos. Se isto não for dito, não há ordem, não há produtividade. Todos perdem.

 

Ora, a sociedade está a demitir-se de mostrar, a quem a ela chega, quais os valores e princípios por que se rege.

 

Isto não contende com a liberdade. Isto é o que dá expressão e conteúdo à liberdade.

 

Alguém acha que a liberdade existe, por exemplo, sem respeito?

 

A liberdade não pode ser confundida com a ausência de lei. Ela é, pelo contrário, o melhor espaço para o acolhimento das leis.

 

Bem dizia Simone de Beauvoir: «O homem é livre, mas ele encontra a lei na sua própria liberdade».

 

Sucede que desleixamos este trabalho e confiamos demasiado numa assimilação inata.

 

Só que a inércia não funciona.

 

Se não oferecemos os valores em que acreditamos, arriscamo-nos a sofrer os efeitos da sua violação.

 

Se a sociedade não diz o que quer, pode receber (em troca) o que não quer.

 

publicado por Theosfera às 11:17

publicado por Theosfera às 10:45

Depois de Gandhi, Hazare.

 

Este activista dos direitos humanos iniciou um jejum até que o Governo da Índia aprove medidas para combater a corrupção.

 

Anna Hazere já tem 74 anos, mas não desiste da sua causa.

 

E, não querendo sacrificar ninguém, dispõe-se a imolar-se a si mesmo.

 

A Índia é pródiga em gestos de enorme grandeza e dignidade.

publicado por Theosfera às 08:39

Um dia, o Papa Eugénio III recebeu uma carta que o advertia para a pior das tentações: a ambição pela riqueza.

 

Dizia a missiva: «Vives junto do sepulcro de Pedro. Ele jamais se apresentou vestido de sedas, carregado de jóias, coberto de ouro, escoltado por soldados e acompanhado por aparatoso séquito. Mas, sem tudo isto, teve suficiente fé para acreditar que podia cumprir o mandato salvador: se Me amas, apascenta as Minhas ovelhas».

 

E concretizava: «Queres dizer-me que os Estados Pontifícios não patenteiam mais ambição que devoção? Que é que ressoa nos teus palácios senão a gritaria da ambição? Não transpiram afã de lucro as leis canónicas e a disciplina? Não pretende a voracidade italiana arrebatar os seus despojos com insaciável avidez?»

 

Quem terá sido o autor desta carta?

 

Posso adiantar que era alguém que amava muito a Igreja e o Papa. Por isso, usava a franqueza da advertência. Animava-o a esperança na mudança.

 

Foi um santo. Quem terá sido?

publicado por Theosfera às 04:09

De repente, os olhos e os ouvidos pararam, incréus.

 

Como é possível? Jesus egocêntrico?

 

Afinal, vendo mais e ouvindo melhor, a perplexidade era suavizada.

 

Egocêntrico seria Jesus, mas o Jorge. Não o Jesus Cristo.

 

Mesmo em relação ao primeiro, trata-se da opinião de um rival. Não sei se é verdade ou não.

 

Mas há nomes tão universais que é preciso atenção para ver, caso a caso, a quem se referem.

publicado por Theosfera às 03:38

A proposta veio na imprensa e, pelo menos, vale a pena meditar sobre ela.

 

Os acontecimentos de Londres, que são um ícone do estado geral do ocidente, escapam ao padrão a que nos habituáramos.

 

Ali, não há tanto luta pela justiça. Não foi gente pobre que esteve na génese dos protestos. Gente pobre esteve, sim, entre as vítimas dos protestos.

 

Há uma geração que vai crescendo sem horizontes, sem sentido, sem valores.

 

O fim do serviço militar obrigatório, saudado por todos, deixou um vazio não preenchido. Trata-se de uma ausência de disciplina que muita falta faz.

 

Entre os 16 e os 30 anos, não faria mal que as pessoas fizessem (durante um ano, por exemplo) um serviço cívico obrigatório.

 

Era bom que se seleccionassem prioridades e que os mais novos, em troco dos apoios que recebem e da formação de que precisam, doassem o seu tempo e as suas capacidades em trabalhos positivos em favor do próximo.

 

Só direitos, sem deveres, é um (des)caminho que não augura grande resultado.

publicado por Theosfera às 00:45

Sensações estranhas, contrastantes, as que temos por estes dias.

 

Por um lado, pessoas há que passam privações. Que já não conseguem pagar a luz, nem comprar mantimentos.

 

Mas, por outro lado, continuamos a ver gente a passear-se com ar de veraneio, fazendo gastos de pasmar.

 

Há qualquer coisa que não bate certo nas contas que os nossos olhos avistam!

publicado por Theosfera às 00:06

A prosperidade está a chegar à China, mas a liberdade tarda em acompanhá-la.

 

As pessoas vivem melhor, mas não se sentem bem.

 

Os preços também sobem. E o poder continua a colocar uma muralha à frente dos direitos.

 

Da China pouco transpira para já. Mas um vulcão, por muito tempo que demore, acaba por entrar em erupção.

 

O povo chinês dispensa violência. Mas já merece um surto de liberdade.

 

Um sexto da humanidade está reprimido. Até quando?

publicado por Theosfera às 00:02

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