O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Domingo, 17 de Julho de 2011

Há vidas que prenunciam morte. Há mortes que são corolários imortais de uma vida.

 

No Sudão, um bispo morreu em plena Missa, de doença fulminante, esgotado por trabalho insano em favor dos mais pobres.

 

No México, um bispo está a ser fortemente ameaçado por causa de defender os direitos humanos.

 

Jesus ainda reluz na penumbra dos nossos dias. Mesmo que seja longe, o brilho da luz chega a toda a parte.

publicado por Theosfera às 19:22

Nasceu na Argentina. Estava na Guatemala. Ia para a Nicarágua.

 

Encontrou a morte na estrada. Facundo Cabral era cantor e escritor, mas dizia que o seu ofício era caminhar. «Não consigo parar. Eu respiro na estrada».

 

Sempre se sentiu de passagem. Encontrava Deus em toda a parte. E nunca quis ter nada para cuidar «porque queria ser livre e continuar a andar».

 

Foram precisas vinte balas para o deter. A violência não poupa ninguém. Nem as pessoas de paz.

publicado por Theosfera às 18:30

E se, afinal, a crise até for algo positivo?

 

Não esqueçamos que uma crise é sempre bipolar: encerra tanto de perigo como de oportunidade.

 

É possível que as privações por que vamos passar nos levem a um estilo de vida mais despojado, mais contido, mais partilhado.

 

Não tivemos na devida conta que, nos tempos ditos de prosperidade, houve quem não tivesse acesso ao essencial.

 

Muitos limitaram-se a desfrutar, a consumir.

 

Talvez esta seja uma oportunidade para descobrir que, afinal, há mais vida para lá do ruído, para lá do consumo.

 

Importante é não estiolarmos diante das dificuldades.

 

Já há quem esteja a reagir perante o peso dos exames que o governo se prepara para implantar.

 

O ensino, de resto, comporta-se como um retrato epifânico do país.

 

Quando existe uma dificuldade, não devemos ficar a bradar contra a dificuldade. Todo o nosso esforço deve consistir em ultrapassá-la, em vencê-la.

 

Os exames são um risco. Mas o que é a vida senão um risco. E não será que vale a pena correr esse risco?

 

Sem desdouro para a avaliação contínua, o exame mobiliza a capacidade de fazer uma síntese e de preparar a mente para responder ao inesperado.

 

Não raramente, um exame até acaba por favorecer quem trabalha.

 

Neste momento, a cotação de um exame nem sequer é de 50%.

 

Há que acreditar que os problemas existem para serem vencidos e não para nos vencerem.

 

Os resultados dos exames destapam uma situação que é importante destacar. Eles não revelam ausência de capacidade. Eles patenteiam, sim, falta de atenção.

 

A sabedoria começa (avança e, quiçá, culmina) na atenção, na concentração.

 

É por isso que este tempo (para muitos, de férias) devia favorecer uma cultura alternativa e não uma cultura meramente redundante.

 

A alma humana precisa de silêncio. Cresce no silêncio.

 

As dificuldades não serão invencíveis. Até poderão fortalecer-nos.

publicado por Theosfera às 16:17

Se o tempo está aberto, como é possível dar certas questões como fechadas?

publicado por Theosfera às 16:17

«Os homens só se sentem verdadeiramente irmãos quando se ouvem uns aos outros no silêncio das coisas, através da solidão. Só na solidão nos encontramos e, ao encontrarmo-nos, encontramos, em nós, todos os nossos irmãos. Só na solidão podes conhecer-te a ti mesmo como próximo. Enquanto não te conheceres a ti mesmo como próximo, não poderás chegar a ver, nos teus próximos, outros "eus". Se queres aprender a amar os outros, recolhe-te em ti mesmo».

Assim escreveu (arrebatadora e magnificamente) Miguel de Unamuno.

publicado por Theosfera às 12:59

«Cada criatura é um rascunho a ser retocado sem cessar».

Assim escreveu (interpelante e magnificamente) Ondjaki.

publicado por Theosfera às 12:57

«Não existe autoridade onde não há justiça».

Assim escreveu (luminosa e magnificamente) Jacques Maritain.

publicado por Theosfera às 12:55

«É triste falhar na vida. Mas mais triste é não tentar vencer».

Assim escreveu (notável e magnificamente) Theodore Roosevelt.

publicado por Theosfera às 12:50

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