O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Sexta-feira, 01 de Julho de 2011
Paul Knitter é cristão e é teólogo. Acaba de escrever uma obra (ainda não traduzida em portugês) onde assume que é ao budismo que deve o continuar a ser cristão.
 
Sem Buda não poderia ser cristão é o título da obra do teólogo norte-americano Paul Knitter.
 
No início as perguntas: «O meu diálogo com o budismo tornou-me um cristão budista? Ou um budista cristão? Sou um cristão que compreendeu mais profundamente a sua própria identidade com a ajuda do budismo? Ou tornei-me um budista que ainda conserva vestígios cristãos?»
 
Foi o budismo que constituiu um dos recursos mais úteis que lhe permitiram continuar a desenvolver a sua tarefa pessoal de cristão e de teólogo, permitindo-lhe rever, reinterpretar e reafirmar as doutrinas cristãs sobre Deus (capítulos 1-3), sobre a vida depois da morte (capítulo 4), sobre Cristo como Filho único de Deus e Salvador (capítulo 5), sobre a oração e o culto (capítulo 6) e sobre o compromisso para conduzir o mundo rumo à paz e à justiça do Reino de Deus (capítulo 7), na consciência de que, como admite o teólogo na conclusão, «no final da jornada, a casa para onde eu volto é Jesus».
publicado por Theosfera às 10:51

O fundamentalismo é, ao contrário do que possa parecer, um sintoma da perda da alma.

 

O fundamentalismo insiste no fundamental (e não é isso que está em causa), mas esquece a harmonia, que também lhe dá extensão e profundidade.

 

Thomas Moore descreve o fundamentalismo «como uma defesa contra os sons harmónicos da vida, a riqueza e o politeísmo da imaginação».

 

A alma anseia pela profundidade, pela multiplicidade, por muitos níveis de sentido.

 

Quando se insiste sempre (e apenas) no mesmo, a alma fica asfixiada.

 

Para respirar, a alma suspira pelo múltiplo, pelo intenso, pelo imenso.

publicado por Theosfera às 10:34

A única coisa que sabemos. Desde que nascemos.

publicado por Theosfera às 10:23

«A justiça é a saúde do Estado».

Assim escreveu (magistral e magnificamente) Platão.

publicado por Theosfera às 10:22

A clivagem hoje não é de natureza ideológica. É cada vez mais geracional.

 

Pode haver mudanças de ciclos, mas o que mais se verifica é que os valores decaem e a ética fenece.

 

É certo que ninguém pode fugir à realidade. Mas hoje quase ninguém pode dizer que a realidade é desconhecida.

 

Só que os compromissos tendem a ser vaporosos, sem espessura nem densidade.

 

Ninguém se espante, pois, que a promessa de ontem seja desmentida hoje e contraditada amanhã.

 

Haverá uns ninhos de honradez neste mundo esmagado pelos interesses. Mas isso não chega a ser destaque informativo.

 

E como a realidade é cada vez mais aferida pela comunicação, as pessoas propendem a nivelar o que são pelo que vêem.

 

Até um dia.

publicado por Theosfera às 10:16

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