O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Domingo, 06 de Março de 2011

As leis são necessárias, mas a fé está para lá da lei.

 

A fé pertence, fundamentalmente, à ordem do relacionamento pessoal, da adesão a Deus e do seguimento de Cristo.

 

E Cristo insistiu, sobretudo, em três m's. Na mensagem (Reino de Deus), no mandamento (amor a Deus e ao próximo) e na missão (levar o Evangelho a todo o mundo).

 

Tudo muito simples. Mas tudo, por vezes, tão esquecido e complexificado.

 

Insiste-se bastante na organização e na lei. E esquecemos o essencial: o espírito e a profundidade.

 

Nada como voltar à simplicidade de Jesus e à transparência das origens.

publicado por Theosfera às 22:33

Jesus é muito claro. O importante não é o dizer, mas o fazer.

 

Nem todo o que diz Senhor, Senhor, entrará no Reino dos Céus, mas aquele que faz a vontade do Pai.

 

A palavra é necessária, mas uma certa verborreia pode esvaziá-la de sentido.

 

A rocha, que alicerça o edifício da nossa existência, não pode ser o poder, nem o dinheiro. A rocha segura é a adesão à Palavra de Deus.

publicado por Theosfera às 22:28

Tão grande tem sido o esforço da RTP em promover o Festival da Canção e foi o público a devolver-lhe algum do impacto que já teve.

 

Diga-se que o festival deste ano se encaminhava para não se afastar da sensaboria habitual.

 

O júri distrital, constituído por especialistas em música, inclinava-se para premiar, uma vez mais, um género estilizado.

 

Via-se a preocupação dos compositores em decalcar estereótipos que já alcançaram êxito.

 

Tudo muito esgotado. Tudo muito estafado. Sem o menor índice de criatividade.

 

Confesso que, desde 1981, nunca mais consegui ver um festival da canção.

 

Naquele tempo, o país parava. Agora, quase ninguém liga.

 

Ontem, porém, o público, chamado a pronunciar-se por telefone, baralhou todas as contas e deu a vitória aos Homens da Luta.

 

Hoje, não se falou de mais nada. O Festival da Canção voltou a ser assunto dominante.

 

A canção é para ser cantada lá fora, mas o efeito está a fazer-se sentir cá dentro.

 

Salvas as devidas distâncias (no tempo e na densidade), a comparação com Paulo de Carvalho, em 1974, é inevitável.

 

A classificação no Eurofestival foi medíocre, mas o impacto no país foi enorme.

 

A canção dos Homens da Luta é uma paródia de pendor nihilista, muito ao jeito dos tempos que vivemos.

 

Não deixa de ser curioso notar o anúncio, feito em palco, da participação na manifestação do próximo sábado.

 

Espanta a onda de críticas à qualidade da composição vencedora.

 

A canção, em si, não é nada de especial. Mas as outras também não eram, propriamente, um primor.

 

Mas o que mais se destaca é a intuição do povo.

 

Os Homens da Luta são um típico produto da nossa época.

 

O povo percebeu isso mais depressa que os especialistas, ainda prisioneiros de baladas que fazem eco de um tempo que já lá vai. 

publicado por Theosfera às 21:47

Depois dos vencimentos dos gestores públicos, o pagamento das SCUT.

 

O principal partido da oposição está em sintonia do Governo.

 

Isto é sinal de convergência, mas também pode ser sintoma de falta de alternativa.

 

PS e PSD litigam nas palavras, mas estão de acordo nas decisões.

 

Será que não há mesmo alternativa?

publicado por Theosfera às 21:47

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