O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Terça-feira, 25 de Janeiro de 2011

Em Portugal, um filho mata o pai à catanada. Uma tragédia que acabou mal.

 

Na Argentina, uma senhora tenta suicidar-se e atira-se de um 23º andar. Mas cai no tejadilho de um carro. Sobreviveu. Há dramas que têm um final feliz, embora a infelicidade possa continuar alojada nos corações.

 

Tempos ominosos, os nossos.

publicado por Theosfera às 23:32

Eusébio faz, hoje, 69 anos.

 

A televisão pública está a prestar-lhe uma homenagem.

 

É impossível não admirar este homem. Pelo que fez em campo. Pelo que mostra na vida.

 

É difícil ser grande como Eusébio e ser humilde como Eusébio. Até tratava os jogadores mais velhos por «senhor»! Um gesto digno de um...senhor!

 

Confesso que, depois de Pelé, Eusébio é, para mim, o maior jogador de todos os tempos.

publicado por Theosfera às 23:28

Nasceu a 11 de Setembro de 1935.

 

Foi padre e vigário-geral na sua diocese até ser nomeado bispo.

 

Igual a si mesmo, trouxe a cátedra para a rua.

 

Inspirou-se na voz eterna que ecoava na sua consciência.

 

Houve quem não gostasse e foi afastado.

 

Disseram-lhe para «cantar em coro». Mas também é verdade que nem os melhores coros dispensam um grande «solista».

 

Hoje, continua a sua missão nas estradas do tempo como presença amiga e ícone maior de uma Igreja samaritana.

 

Mons. Jacques Gaillot é um homem sofrido, mas não parece amargurado.

 

Mantém um sorriso acolhedor, aureolado por um arco de esperança.

 

«Uma Igreja que não serve não serve para nada», assim reza o título de um dos seus livros mais célebres.

 

O modo de ser de Jacques Gaillot pode não subir aos centros de descisão, mas continua a descer ao coração das pessoas.

 

Não é aí onde está - sempre! - o Deus de Jesus?

publicado por Theosfera às 23:19

A vida não está fácil para quem trabalha. E ameaça tornar-se (ainda) mais difícil para quem é obrigado a deixar de trabalhar.

 

Uma proposta do Governo preceitua uma alteração significativa no regime de indemnizações por despedimento. Em vez de 30 dias por cada ano de trabalho, 20 dias apenas.

 

Invoca-se o exemplo da Europa e aponta-se concretamente o caso da Espanha.

 

Só que os salários, no país vizinho, são maiores e, em alguns sectores, o custo de vida é menor.

 

É verdade que a situação das empresas não é fácil. Mas convenhamos que ter uma espada de Dâmocles em cima de quem se esforça é sumamente doloroso.

 

O calvário dos trabalhadores portugueses parece não ter fim.

 

A justiça pode esperar?

publicado por Theosfera às 11:55

Estão a morrer os profetas. Há quem diga, com algum exagero talvez, que já só existe um à face da terra (cf. aqui).

 

Mas é um facto que as palavras tendem a fazer-se eco dos interesses e do pragmatismo, não sobrando espaço para a profecia, para o anúncio do mundo novo e das manhãs prenhes de esperança.

 

Os profetas estão a desaparecer. Uns são arrebatados pela morte. Outros são assaltados pelo afastamento e abandono.

 

Ainda sobram Desmond Tutu, Jacques Gaillot, entre outros.

 

Os poderes não os ouvem. Mas o seu testemunho não se apaga. Nem a morte os eliminará.

publicado por Theosfera às 10:45

O país está descontente e os corações mostram-se deprimidos.

 

Chovem as palavras de ordem e as ameaças descontroladas.

 

Mas, mesmo aí, seria possível pensar diferente e fazer melhor.

 

Habitualmente, só nos manifestamos quando as nossas coisas estão em risco.

 

Porque é que não nos manifestamos pelos outros?

 

Olhemos para a Tunísia.

 

As imagens de violência deixam-nos, certamente, destroçados, mas há uma lição que avulta.

 

Aquele povo levantou-se, praticamente em uníssono.

 

As imagens daquele jovem que se imolou despertou o clique e mobilizou a esperança.

 

É caso para dizer que, ali, se cumpriu a máxima do todos por um.

 

A revolução de jasmim não deixa de ser uma lição. De política, sim. Mas sobretudo de altruísmo.

publicado por Theosfera às 10:38

Tempos ominosos, estes.

 

Enquanto por cá se fazem as últimas contas da campanha (não faltando quem apresente dados para todos os gostos), lá longe, em Moscovo, a morte apareceu com inusitado estrépito.

 

Um atentado no aeroporto terá feito 35 mortos e mais de 100 feridos.

 

O sonho de um mundo melhor vai cedendo, assim, ao pesadelo de uma tormenta interminável.

 

Não asfixiemos a esperança.

publicado por Theosfera às 10:35

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