O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Domingo, 16 de Janeiro de 2011

Estamos a meio da campanha e o que nos chega do meio da campanha é desolador e perigosamente desmotivante.

 

Este último ponto é decisivo e deveria ser estudado.

 

Em princípio, uma campanha serve para mobilizar os indecisos, até porque os outros já estarão convencidos.

 

O certo é que a presente campanha está a ajudar a decidir mas em sentido contrário ao expectável.

 

Há, de facto, muita gente que, perante o que se tem visto, está decidida a não votar.

 

O estudo que importava fazer era sobre o seguinte: qual a percentagem de pessoas que deixou de votar por causa da campanha.

 

A sondagem da rua, nos últimos dias, é bastante impressiva.

 

A população está saturada da tempestade de insinuações e da neblina de suspeitas.

 

Não haverá, como é óbvio, uma tendência uniforme, mas espanta notar como há muita gente para quem a campanha parece ser um motivo para não votar.

 

Parece que os candidatos não falam para o povo, mas uns para os outros. Ouvem-se durante o dia e atacam-se à noite.

 

A substância dos comícios, que a comunicação social veicula, mostra-nos uma sequência de réplicas e tréplicas entre os candidatos.

 

Pelos vistos, é um guião já gasto.

 

Na semana que dista do acto eleitoral, é fundamental que a campanha corrija o sentido e possa haver uma réstia de conteúdo.

 

Digam-nos o que pretendem fazer. E deixem ao povo discernir quem é o mais capaz.

 

O mais alto cargo da nação merece uma grandeza que não se tem visto.

 

Se não houver mais nada, que não deixe de haver serenidade, compostura e tolerância.

 

publicado por Theosfera às 16:13

Há décadas, pensava-se que o problema principal estava na sociedade. Era injusta e era imperioso transformá-la.

 

Hoje, tende a pensar-se que o grande problema está na pessoa. Encontra-se perdida e urge acompanhá-la.

 

Pela sociedade à pessoa? Pode ser uma via.

 

Mas pela pessoa à sociedade desponta cada vez mais como o caminho, a prioridade e a urgência.

 

Gregório de Nissa dizia que o homem é um microcosmos (um pequeno mundo).

 

Em cada ser humano está a humanidade inteira...

publicado por Theosfera às 00:20

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