O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Domingo, 26 de Dezembro de 2010

«Leio o teu nome
Na página da noite:
Menino Deus…
E fico a meditar
No milagre dobrado
De ser Deus e menino.
Em Deus não acredito.
Mas de ti como posso duvidar?»

Assim poetou (meditativa e magnificamente) Miguel Torga.

publicado por Theosfera às 15:00

A encarnação não foi. A encarnação é. Joahnnes Mölher, o célebre teólogo de Tübingen do século XIX, olhava para a Igreja como a encarnação permanente.

 

A questão que se coloca, então, tem que ver com o modo como estamos a concretizar, ou não, o perfil, a mensagem e a pessoa de Jesus Cristo.

 

A Igreja está em Cristo. Cristo está na Sua Igreja. É essa a vontade Sua. Mas será sempre essa a realidade nossa? É óbvio que estaremos sempre longe da plenitude, mas que esforço estaremos a fazer para nos aproximarmos do centro?

 

Cristo está na Sua Igreja, sem dúvida. Este é o alicerce. Olhemos, entretanto, para o quotidiano.

 

Está na Igreja a Sua oração? Está na Igreja a Sua coragem? Está na Igreja a Sua simplicidade? Está na Igreja o Seu amor? Está na Igreja a Sua pobreza?

 

Está na Igreja a Sua dedicação pelos pobres? Está na Igreja a Sua paixão pelo humano? Está na Igreja a Sua prioridade em relação ao Pai? Está na Igreja a Sua inquietação?

 

Está na Igreja a Sua humildade? Está na Igreja a Sua paz? Está na Igreja o Seu despojamento?

 

Por aqui se vê como a mudança é necessária e, além de necessária, urgente.

 

Mas mudança rima com esperança. A encarnação, além de acontecimento perene, é urgência actual.

 

É sempre Natal da Igreja. Ela é chamada a renascer constantemente para Cristo.

 

publicado por Theosfera às 14:58

Há dois mil anos, Jesus nasceu no tempo.

 

Na Eucaristia, Ele renasce na nossa vida.

 

No templo e na vida, continua a ser Natal.

 

Na palavra e no pão é Jesus que, de novo, vem ao nosso encontro.

 

Na palavra e no pão, hoje nasce, de novo, o nosso Salvador, Jesus Cristo Senhor.

 

Nasce na humildade, convida-nos ao despojamento, incita-nos à esperança, convoca-nos para a mudança.

 

Alegremo-nos no Senhor. Inundemos de alegria esta noite. «Não pode haver tristeza quando nasce a vida».

 

Enchamos de paz a nossa vida. «O nascimento de Cristo é o nascimento da paz».

 

No princípio, era a Paz. A Paz estava com Deus. A Paz era Deus.

 

Em Cristo, a Paz fez-se carne. E habitou entre nós.

publicado por Theosfera às 14:56

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