O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Terça-feira, 07 de Dezembro de 2010

...pelos seus 86 anos de vida.

 

Há mais de uma década, o senhor confessou-se ser «talvez um místico que se desconhece».

 

Da procura ao encontro há tantas pontes que fazem cruzar caminhos.

 

Que Deus o abençoe. Parabéns pelo seu aniversário. Obrigado pela sua luta em prol da liberdade.

 

Mesmo não concordando em tudo, há que ser justo. O senhor fez muito por Portugal, por nós.

publicado por Theosfera às 23:00

As grandes tiranias não exploram apenas a partir do exterior. As maiores tiranias oprimem, cada vez mais, a partir do interior.

 

O tirano mais perigoso actua dentro de nós. É o egoísmo.

 

O egoísmo ergue um muro. Só faz ver o eu, a partir do eu e à luz do eu.

 

Como, entretanto, esta luz é ofuscante, o egoísmo não deixa ver devidamente o outro. O eu tapa-o, esgana-o, sufoca-o.

 

Eis, pois, a doença mais agreste dos nossos tempos cujos sintomas são pluritentaculares.

 

Sintomas do egoísmo avassalador são a busca do êxito a todo o custo, o culto desmesurado da própria imagem, a sobranceria perante o outro, o não atendimento às necessidades dos demais e uma cultura dos direitos sem deveres.

 

O egoísmo acaba por ser, por isso, uma doença letal, até porque ninguém sobrevive como pessoa à margem dos outros.

 

A terapia para esta doença é o amor, o amor corporizado por Jesus, que é um amor desegoízador, um amor que nos liberta da maior (e, a bem dizer, única) tirania: o egoísmo.

 

publicado por Theosfera às 14:22

Dá-nos Senhor, neste Advento, a coragem dos recomeços.
 
Não nos deixes acomodar ao saber daquilo que foi:
dá-nos largueza de coração para abraçar aquilo que é.
 
Afasta-nos do repetido, do juízo mecânico que banaliza a história,
pois a priva de surpresa e de esperança.
 
Torna-nos atónitos como os seres que florescem.
 
Torna-nos inacabados como quem deseja.
 
Torna-nos atentos como quem cuida.
 
Torna-nos confiantes como os que se atrevem
a olhar tudo, e a si mesmos, de novo
pela primeira vez.
publicado por Theosfera às 14:15

Nunca somos tão transparentes como pretendemos. Mas também nunca somos tão opacos como alguém pode imaginar.

 

Acabamos por comunicar menos do que aquilo que queremos transmitir. Mas acabamos também por mostrar mais do que aquilo que desejamos esconder.

 

 A relação entre as pessoas é mesmo um mistério que vai muito para lá das palavras. Mesmo aquelas que gostávamos de guardar lá no fundo acabam sempre por vir à superfície. Nem que se seja em forma de recusa ou de silêncio.  

publicado por Theosfera às 11:00

«A dignidade consiste não em possuir honrarias, mas na consciência que delas somos merecedores».

Assim escreveu (pertinente e magnificamente) Aristóteles de Estagira.

publicado por Theosfera às 10:57

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