O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Sexta-feira, 03 de Dezembro de 2010

Kierkegaard levanta uma questão inquietante: quem será mais ouvido por Deus? Será aquele que sabe a doutrina toda, mas tem um coração mau? Ou será aquele que, mesmo não sabendo a doutrina, tem um coração bom?

 

Ninguém tem dúvidas quanto à resposta. Jesus, quando apontou para o essencial, disse para aprendermos com o Seu coração manso e humilde.

 

 O fundamental é que apostemos na totalidade. É possível (e, mais que possível, desejável) conhecer a doutrina e praticá-la. Porque a doutrina leva a isso. Não é a doutrina que nos impede de ter bom coração.

 

 Às vezes, os ateus dizem não acreditar em Deus. Mas, no fundo, não acreditam é naqueles que falam tanto de Deus, mas não vivem segundo Ele.

 

 Em boa verdade, o máximo que um irmão ateu pode dizer é que não crê. Como é que ele pode decretar que Deus não existe?

 

 No fundo, o que ele diz é que Deus não existe em na vida de tantos que se dizem crentes. Portanto, somos nós que, tantas vezes, mais argumentos damos para o alastramento da descrença.

 

 Os problemas da Igreja são, cada vez mais, internos. De fora vêm as interpelações. Mas é de dentro que emergem os obstáculos.

 

 Estejamos atentos. E sejamos humildes. Não seremos nós mais ateus do que muitos ateus? 

publicado por Theosfera às 12:01

Nestes tempos de especialidades, é preciso manter a abertura ao universal, à totalidade.

 

A verdade está no todo, já dizia Hegel.

 

Gera, porém, uma certa desconfiança quem se apresenta como especialista em tudo.

 

Por vezes, o conhecimento é escasso e a informação incipiente.

 

Mas a comunicação está cheia de gente que se apresta a tecer considerações sobre tudo.

 

São pessoas de conversa fácil. Chamam-lhes tudólogos.

 

Devia haver mais procura antes de tanta exibição.

 

Às vezes, o saber fica escondido. Atropelado na velocidade das palavras.

publicado por Theosfera às 11:57

Teve de tomar medidas duras. Com ele como ministro das finanças, houve um ano em que não houve 13º mês. Mas era um homem que inspirava confiança. Era inteiro, incorruptível, frontal, honesto.

 

Confesso que pensei muito no prof. Ernâni Lopes nestes tempos tumultuosos. Não vendia ilusões. Mas não fechava as portas ao amanhã. Apelava aos sacrifícios e também à confiança.

 

Sabia que ele estava doente. Partiu ontem, aos 68 anos.

 

Os melhores vão sempre primeiro. Sempre cedo.

publicado por Theosfera às 11:53

Irmão, abre-te à paz do silêncio, enche de amor o teu coração, ilumina a tua vida com a verdade e a coragem.

 

Não desanimes. Está a ser advento. Deus está a acontecer em ti.

 

Mesmo que fosse a vida toda, o tempo seria sempre pouco para rezar. O que se segue à oração (se houver oração) não é outra coisa senão oração. Há o acto de oração e há o estado de oração.

 

É preciso estar atento ante a possibilidade de um discurso dissolvente. Nunca tentemos amenizar o imperativo de rezar.

 

Se algum problema há neste campo, não é de excesso; é de défice.

publicado por Theosfera às 11:51

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