O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Quarta-feira, 01 de Dezembro de 2010

Um segredo é, cada vez mais, algo que só alguém sabe até certo ponto e que ninguém ignora a partir de certa altura.

 

Um segredo é, mostra-o a experiência, uma coisa que se comunica a alguém para todos saberem.

 

Classificada como secreta, uma informação torna-se mais apetitosa.

 

Um segredo é, por isso, a forma de uma notícia valer muito dinheiro.

 

Um segredo é, no fundo, um excelente negócio.

 

Maior cinismo não poderá haver. Mas, como dizia Wilde, um cínico é alguém que, não sabendo o valor de nada, sabe o preço de tudo.

 

Tudo tem um preço? Nem tudo tem.

 

Mas há quem assim não pense.

publicado por Theosfera às 11:24

Dia Mundial de Luta contra a SIDA.

 

Oportunidade para juntar esforços e unir vozes.

 

Pensemos sobretudo nos doentes, muitos.

 

Pensemos sobretudo em quantos estão em vias de contrair a doença, tantos.

 

Não julguemos ninguém.

 

Sejamos um abraço de solidariedade junto de todos.

publicado por Theosfera às 10:44

Está este dia alojado na lembrança de uma meninice já distante.

 

O que se assinalava era sobretudo o carácter.

 

Não estava em causa se podíamos ter melhor nível de vida. Estava em causa a nossa identidade.

 

A independência significava que queríamos ser nós.

 

Queríamos ser nós não necessariamente contra os outros e desejavelmente com os outros. Queríamos ser nós, a partir de nós.

 

Os relatos de 1640, enturmados com as crónicas de 1385, despertavam na alma um vigor sublime.

 

Falar de independência, hoje, parece uma revisitação de um armário onde se arrumam recordações.

 

A nossa independência não passa de um eufemismo, de um recurso retórico com que queremos fazer alguma prova de vida.

 

Os nossos governantes recebem ordens lá de fora.

 

Desta fez, não foi necessária a força. Nós é que alienamos a nossa independência.

 

Com os outros países acontece o mesmo.

 

Não sei o que pensariam os nossos antepassados de seiscentos. Mas algum incómodo deveriam sentir. Afinal, deixamos de estar na periferia da Espanha para nos quedarmos na cauda da Europa.

 

Destino inevitável. Desígnio irreversível?

publicado por Theosfera às 10:12

Ainda há gente muito voltada sobre si própria.

 

Ainda há gente muito deslumbrada consigo mesma.

 

 Advento é oportunidade para vencer o egoísmo.

 

 Sejamos humanos.

 

 Deus mora na humanidade, no amor desegoízador do Menino que (re)nasce.

publicado por Theosfera às 10:11

Hoje fazia 92 anos o Bispo que me ordenou e que tantas saudades me deixou. O senhor D. António de Castro Xavier Monteiro nasceu em S. João de Airão (Guimarães) a 1 de Dezembro de 1918.
 
Entrou em Lamego em 1972, vindo do Patriarcado de Lisboa, e aqui esteve até à morte, ocorrida a 13 de Agosto de 2000.
 
Diz Elie Wiesel que «esquecer é rejeitar». Seria imperdoável esquecer quem nunca nos esqueceu.
 
O senhor D. António tinha presença de pastor, palavra de mestre e olhar de pai.
 
Não deixemos apagar o seu rasto. Não extingamos a sua memória. Honremos o seu legado.
publicado por Theosfera às 10:10

Se é verdade que Deus é a chave para a compreensão do homem, é igualmente certo que o homem é o caminho que nos permite chegar ao próprio Deus.
 
Desde logo, porque, segundo a narração bíblica, cada ser humano é imagem e semelhança de Deus.
         
Portanto, cada um de nós contém em si afinidades com a vida divina.
         
A dignidade da pessoa, a vivência da liberdade e a abertura fundamental para a comunidade são, no fundo, expressões desta imagem e semelhança que fazem do homem a criatura mais próxima de Deus.
         
Alguns Padres da Igreja, ao desenvolverem a teologia da imagem, referiam-se ao homem como micro-théos (pequeno deus).
         
Xavier Zubiri qualifica mesmo o homem como o modo finito de ser Deus.
         
Não se trata, evidentemente, de eliminar a diferença entre Deus e o homem.
         
Deus não é criatura e a criatura não é Deus.
publicado por Theosfera às 10:09

publicado por Theosfera às 10:04

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