O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Quarta-feira, 13 de Outubro de 2010

É estranho que, num tempo de empanturramento informativo, os jornais deixem escapar uma notícia de grande relevância.

 

Só hoje soube da morte de uma das maiores referências nos estudos da língua e literatura portuguesa: o Prof. Doutor Aníbal Pinto de Castro.

 

O passamento ocorreu já no pretérito dia 7 e foi pela Sociedade Científica da Universidade Católica, a que ele presidiu entre 2001 e 2007, que soube do infausto evento.

 

Aníbal Pinto de Castro, professor jubilado da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, estava internado há cerca de um mês.

 

Natural e residente em Cernache, nasceu a 17 de Janeiro de 1938.

 

Licenciou-se em Filologia Românica na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra em 1960, com a tese Balzac em Portugal.

 

Doutorou-se em Literatura Portuguesa em 1973 e, em 2007, recebeu o doutoramento honoris causa pela Universidade Católica Portuguesa, na celebração dos 40 anos desta instituição.

 

Com uma vasta obra que ultrapassa os duzentos títulos, Aníbal Pinto de Castro debruçou-se sobre vários domínios e personalidades, como o Padre António Vieira e Luís Vaz de Camões.

 

A sua prolífica actividade intelectual não o impediu de exercer igualmente um fecundo magistério no campo social em favor dos mais pobres.

 

Eis mais uma figura de excelência a quem o nosso país muito fica a dever.  

publicado por Theosfera às 19:17

Há, hoje em dia, uma obsessão quase patológica com a exterioridade. Com a imagem. Com o aspecto. Com o aparato.

 

Esquece-se amiúde que o exterior é a epifania do interior.

 

Se não cuidamos deste, esvaziamos aquele.

 

E, no entanto, que desvelos dispensamos aos adornos, às pinturas, aos penteados!

 

Em contrapartida, descuidamos, quase por completo, a meditação, o recolhimento, a espiritualidade.

 

Nesta época, em que tanto se pensa nos excessos da aparência, seria bom que se reflectisse no défice de interioridade.

 

Olhemos para fora…mas a partir de dentro!

publicado por Theosfera às 10:07

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