O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Domingo, 03 de Outubro de 2010

Pelo que parece, não há nenhum regime absolutamente parlamentarista no mundo.

 

Não será o presidente uma espécie de rei na república?

 

No fundo, não haverá necessidade de o colectivo ser representado por um?

 

A diferença é que o presidente só o é por algum tempo.

 

Mas há presidentes por toda a vida e que ainda designam os sucessores. Alguns até são descendentes. Veja-se o que se passa na Coreia do Norte ou no Egipto.

 

Tópicos para reflexão...

 

publicado por Theosfera às 19:30

Parece que não há mesmo alternativa.

 

Quem escolhe, escolhe a cruz. Disse-o Karl Rahner e com primorosos fluxos de razão.

 

Entre a animosidade de uns e a incompreensão de outros, a cruz vai aparecendo.

 

O que vale é a cirenaica presença de alguns, que marcam sempre um apoio incondicional. Para ajudar a transportar a cruz!

publicado por Theosfera às 19:25

Advoga-se que a crise que o país vive depende muito da crise por que o mundo passa.

 

E não há dúvida de que o ambiente internacional condicona bastante a vida nacional.

 

Mas, neste contexto, valeria a pena pensar em dois casos que parecem constituir a excepção à regra.

 

A China e o Brasil aparecem numa fase de expansão, de crescimento.

 

Como é que, num momento de adversidade, conseguem crescer e impor-se?

 

O Brasil deveria merecer a nossa especial atenção.

 

Tanto assim que até o acordo ortográfico constitui mais uma aproximação de Portugal ao Brasil do que do Brasil a Portugal.

 

O Brasil é cada vez mais, na cena mundial, um case study, um caso de sucesso. 

publicado por Theosfera às 15:56

Andamos uma vida inteira à procura de uma chave. De uma chave que nos permita entrar e decifrar o mistério de nós mesmos, da existência, do mundo e, claro, de Deus.

 

O Evangelho indica-nos essa chave: é o amor.

 

 Dizem os exegetas que Jo 3, 16 encerra a chave de leitura de todo o quarto Evangelho. Deus amou de tal modo o mundo que lhe deu o Seu Filho único.

 

 Entedia-me sobremaneira que nos andemos a digladiar internamente com divisões e dissensões. É claro que não há unidade sem tensões. A Igreja primitiva é bem exemplo disso. Mas uma tensão reforça e mobiliza. Já as querelas e as contendas enfraquecem e descredibilizam.

 

 Ser cristão pressupõe estar de acordo no essencial: na verdade e no amor. Sem verdade não há

amor, sem amor não há verdade.

 

 Há vozes que taxamos de retrógradas que são mais revolucionárias que algumas vozes que (apressadamente?) incensamos como vanguardistas.

 

 Tudo se decide na vida, nas atitudes. Mudemos. A partir do fundo. A partir de dentro. A partir de nós.

 

 E olhemos para o outro como irmão. Não como adversário. Muito menos, como inimigo.

 

 É preciso ser Deus para se amar tanto o Homem. E se Deus ama, como é que nós podemos não amar?

publicado por Theosfera às 13:02

Costuma pensar-se que a república não tem rei.

 

Mas o que é a república, afinal? Qual a sua essência?

 

Se considerarmos a república o regime de cidadãos livres perante a lei, depararemos com algumas surpresas.

 

Por este padrão, teremos de considerar a Inglaterra como uma república e a China ou Cuba não.

 

Aliás, Portugal era já era uma espécie de república com rei desde a revolução liberal.

 

O absolutismo monárquico tinha sido substituído pela monarquia constitucional.

 

O que levou ao 5 de Outubro terá sido, acima de tudo, a instabilidade e a falência do rotativismo entre os dois principais partidos.

 

No capítulo económico, não deixa de ser sintomático verificar como, desde o liberalismo (passando pela I República), as contas públicas entraram em roda livre.

 

Foi preciso uma ditadura para recuperar.

 

Será que não é possível conciliar a democracia com o rigor e, sobretudo, com a justiça?

publicado por Theosfera às 12:50

Faz hoje cem anos que Miguel Bombarda foi assassinado.

 

Já depois de baleado, ainda teve serenidade e presença de espírito para mandar queimar papéis e distribuir tarefas.

 

No dia seguinte, foi a vez de Cândido dos Reis se suicidar.

 

A revolução era dada como perdida.

 

Tudo se inverteu em poucas horas.

 

Foi entre a Rotunda do Marquês e o Terreiro do Paço que o rumo se alterou. 

publicado por Theosfera às 12:46

Nestes tempos de descrença, como é importante reactivar as energias da fé.

 

É preciso acreditar!

publicado por Theosfera às 12:43

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