O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Sábado, 02 de Outubro de 2010

Onde não há verdade, não há justiça.

 

Onde não há justiça, não há paz.

 

Onde não há paz, não há esperança.

 

Onde não há esperança, não há vida.

 

Tente agora repetir a sequência tirando o não.

publicado por Theosfera às 12:04

Quem ouve os antigos, os futuros e os actuais responsáveis pelas finanças do país, fica com esta (estranha) sensação: toda a gente sabe antes e depois, e toda a gente parece falhar durante.

publicado por Theosfera às 12:02

Para quem aprecia a moderação como alavanca da convivência, confesso que começa a entediar este clima de excesso em torno da implantação da República.

 

É sempre bom recordar aquilo que muita gente desconhece.

 

Mas faz falta um pouco de sentido crítico. Aqui e ali, predomina uma linguagem um pouco hagiográfica.

 

Não esqueçamos que o período da I República correspondeu, sem dúvida, a muitas aspirações, mas foi vivido também num clima de ódio, perseguição e rancor.

 

Antes, as coisas não estavam bem. Mas não ficaram muito melhor.

 

E o desfecho foi uma ditadura!

publicado por Theosfera às 11:58

 

Apressaram-se os que, em 1989, viram no desmoronamento do comunismo o triunfo definitivo do capitalismo.

 

Precipitam-se os que, hoje, vêem na falência do capitalismo um certificado de validade plena do comunismo.

 

 Percebo que, em momentos como o que estamos a viver, as pessoas tenham necessidade de se agarrar a qualquer coisa.

 

 Como diagnóstico da sociedade e da economia, Marx tem a sua pertinência. A História tem sido uma luta em que os mais pobres saem sempre a perder. O problema é que isso acontece, inclusive, nos sistemas que ele tem inspirado.

 

 Nem capitalismo nem comunismo são solução. A resposta aos problemas económicos não está na economia. Está nos valores. E que valores apresenta o Capital? Que valores oferece Marx?

 

 Quem tem mais tem de contribuir melhor. Sabemos que a palavra imposto é sobrecarregada e soa a castigo. Se os empresários não estiverem bem, os trabalhadores também não estarão melhor.

 

 O circuito tem de funcionar, por isso, em moldes diferentes. Tem de haver justiça, comunhão, solidariedade, liberdade, espiritualidade.

 

 Não vejo nada disso no capitalismo liberal nem no marxismo estatal. Vejo isso em Jesus Cristo. Pena que nem sempre o vejamos nos cristãos.

 

Por uma coisa é certa: para que os pobres fiquem menos pobres, é imperioso que os ricos aceitem ficar menos ricos.

 

Haverá outro caminho?

publicado por Theosfera às 11:58

A incerteza que se vive em Portugal contrasta flagrantememte com a euforia que se vive no Brasil.

 

Na véspera de mais uma eleição presidencial, não falta quem fale no milagre brasileiro.

 

É claro que continua a haver muita injustiça. Mas a pobreza foi reduzida e a economia deu um grande salto.

 

O próprio Barack Obama reconheceu que, hoje em dia, Lula da Silva é o líder mais popular do mundo.

 

O seu envolvimento na pugna eleitoral fez com que a candidata Dilma Rousself invertesse o sentido das sondagens, aparecendo como a maior favorita.

 

Ainda há países felizes...

publicado por Theosfera às 11:52

São dias cinzentos, estes.

 

E o cinzento não é ditado tanto pela neblina que paira ou pela chuva que ameaça cair.

 

É um cinzento ditado pelo torpor e pela incerteza.

 

Nunca o futuro pareceu tão incerto.

 

A austeridade é apertada, mas há quem preveja que não ficaremos por aqui.

 

Quem lê o magnífico artigo do Prof. Diogo Freitas do Amaral fica com a sensação de que se podia ir mais longe na redução da despesa.

 

O cidadão pobre podia ser um pouco mais protegido.

 

Mas sem crescimento económico expectável, uma nova recessão pode vir a caminho. E que receitas se poderá esperar de quem já tem pouco para dar?

 

Bem dizia o Prof. José Gil, noutra suculenta prosa, que quase já não há esperança. Resta aos portugueses a força para viver. Ou sobreviver?

publicado por Theosfera às 11:46

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