O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Quinta-feira, 02 de Setembro de 2010

 

Há quem se preocupe com o risco de banalização da oração. À força de se insistir tanto nela, pode haver o risco de ser banalizada. Que ninguém se preocupe com a oração. Que nos preocupemos, sim, com tal preocupação.

 

É claro que um acto demasiado repetido comporta esse risco. Mas não é por causa da repetição. É por causa de não lhe reconhecermos o intrínseco valor que tem. Haverá acto mais repetido (e, portanto, tendencialmente mais banal)  que comer ou dormir? E, não obstante, ninguém questiona a sua importância, a sua necessidade.

 

Sobre a oração sobrelevemos este dado: nunca se peca por excesso. Por muita oração que se faça, será sempre pouca para o que Deus merece e para o que nós precisamos. A oração, como adverte o magno Karl Rahner, é como o ar que se respira. Nós estamos sempre a respirar.

 

Para amar o próximo nada melhor que amar a Deus. Para amar a Deus nada melhor que amar o próximo.

publicado por Theosfera às 17:57

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