O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Quarta-feira, 11 de Agosto de 2010

Creio numa Igreja perto de Deus.

Creio numa Igreja perto do Homem.

Creio numa Igreja orante.

Creio numa Igreja humilde.

Creio numa Igreja embebida no Evangelho, amassada na esperança, aberta ao Espírito, comprometida na justiça, militante da Paz.

Essa é a Igreja de Cristo.

Essa é a Igreja de todos.

Que Ela se torne cada vez mais visível na nossa vida.

publicado por Theosfera às 11:39

O potencial destruidor é enorme. E nunca, como agora, o futuro da humanidade está dependente da decisão de algumas pessoas.

 

Quem alerta é o astrofísico Stephan Hawking, que sugere à espécie humana que se vá espalhando pelo espaço.

 

Só que isso é uma ideia muito cara.

 

Será que o futuro da terra passa, cada vez mais, por sair da terra? 

publicado por Theosfera às 11:28

Desde sempre, fica claro que não há teologia (nem acção eclesial) que seja apolítica.

 

A intervenção do crente tem sempre implicações políticas: ou directa ou indirectamente. Quem assume essas implicações revela de que lado está. Quem não assume é conivente com aquilo que acontece.

 

Concretizando, alguém que denuncie as injustiças sociais pode ser facilmente apodado de vanguardista, comunista, revolucionário. Mas alguém que, para não receber tal acusação, se cale acaba por tomar também uma opção: pelos que praticam a injustiça.

 

Neste caso, o silêncio é pouco edificante. A Igreja não pode ser imparcial. Não deverá, como é óbvio, tomar partido por partidos. Ela tomará sempre partido por pessoas, por ideais, por causas, por valores.

 

Se ela não o fizesse não seria isenta. Estaria a tomar partido por quem explora, por quem agride. Quem cala consente. Poderá um cristão consentir a exploração, a injustiça?

 

A clareza é sempre importante. As pessoas têm o direito de saber de que lado estamos. Nós temos o dever de as não defraudar. Cristo foi sempre claro. «Que as vossas palavras sejam sim, sim, não, não» (Mt 5, 37 ).

 

Por mim, sou do PP, do Partido dos Pobres, do Partido do Povo, do Partido da Paz! E, por isso, não milito em mais nenhum partido.

publicado por Theosfera às 11:20

A terra não está contente e arde.

 

Os céus não se mostram felizes e choram.

 

O problema é que, por entre os fogos que eclodem na terra e as tempestades que caem dos céus, há muita gente que morre.

 

As imagens dos últimos dias inoculam uma sensação de fim.

 

Muita gente, no último sábado, sentiu-se atordoada com a cor do sol: vermelha.

 

Aquela criança que morreu num barracão e a jovem que perdeu a vida quando combatia as chamas são o sinal de vidas que a vida não deixou germinar.

 

Precisamos de um surto de esperança. E de mais cuidado na preservação do que é de todos. Nosso também.

publicado por Theosfera às 11:15

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