O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Terça-feira, 13 de Julho de 2010

«A violência não se vence com a violência, mas com a mansidão».

 

Assim escreveu (magnificamente) S. João Crisóstomo.

 

A violência aparenta triunfar. Mas só a mansidão vence. Porque a violência reproduz-se, copia-se. Só a mansidão marca a diferença. Ela vai além das aparências. Sob a capa da derrota, ela consegue vencer. Não contra ninguém. Mas com todos.

 

Hoje, a violência é pluritentacular e hiperdolorosa: a violência física, a violência verbal, a violência emocional, a violência moral. A violência, hoje, tem o nome de agressão, de chantagem, de deslealdade, de ingratidão, de descortesia, sei lá.

 

Custa muito ser manso diante de um cenário destes. O problema é que violência em cima de violência não apaga a violência. Só a mansidão logra superá-la.

 

Não te importes de parecer ingénuo. Sê manso. Sempre manso.

publicado por Theosfera às 11:25

Não há paz entre os homens sem paz em cada homem.

 

Não há paz em cada homem sem a paz de Deus.

 

Estar com Deus é estar em paz. A espiritualidade resgatará as religiões da tentação da violência e do envolvimento nas guerras.

 

A adoração incorpora paz! 

publicado por Theosfera às 11:23

Às vezes, pensamos que não é preciso falar de Deus. Basta falar da Bondade, da Verdade ou da Beleza.

 

Sem dúvida. A Bondade máxima é Deus, a Verdade suprema é Deus e a Beleza perfeita é Deus.

 

Mas, neste caso, porque é que não fazemos o caminho inverso? Se a Bondade, a Verdade e a Beleza são caminhos para Deus, é preciso ter presente que Deus é o caminho para a Bondade, para a Verdade e para a Beleza.

 

Não tenhamos medo de falar de Deus. Deus aponta para tudo. Falemos, então, de Deus com os lábios. Melhor ainda, falemos de Deus com a vida. Com a nossa vida.

publicado por Theosfera às 11:21

Há pessoas preocupadas com um presumível excesso de oração. Respeito, mas começo por perguntar: poder-se-á falar de excesso em matéria de oração?

 

Tendo em conta o que vem de Deus para nós e o que vai de nós para Deus, até o mais desatento se apercebe da desproporção. Mesmo que rezássemos a vida toda, seria sempre pouco. Portanto, no que toca à oração, nunca se peca por excesso. Acresce que, na hora presente, se há algum problema neste domínio, não é de excesso; é de défice.

 

O maior teólogo do século XX, Karl Rahner, comparava a oração não à comida mas ao ar que respiramos. Estamos sempre a respirar...

 

Depois, diz a experiência que quanto mais se reza, mais vontade há de rezar. Inversamente, quanto menos se reza, menos vontade há de rezar.

 

Concretizando, para que o padre tenha hábitos de oração, é fundamental que o seminarista adquira hábitos de oração. Ou será que o caminho para rezar muito depois é rezar pouco agora? É rezando pouco que se ganha vontade de rezar muito? É não rezando que se ganha vontade de rezar?

 

Comparando, é não estudando que se ganha vontade de estudar? Não é pelo estudo que se avalia um aluno? Não é a ausência de estudo dos alunos que preocupa os professores? Neste sentido, não deverá ser a nula oração ou a reduzida oração que há-de preocupar os cristãos? Jesus deixou-nos o paradigma do máximo, não do mínimo.

 

Se alguma falha ainda temos, é na oração. É necessário, pois, colmatá-la. Na paz. No amor. Na abertura incessante. E na disponibilidade ilimitada.

publicado por Theosfera às 11:19

A unidade é fundamental, mas a pluralidade também é necessária.

 

De dois partidos espera-se que haja duas propostas.

 

É nesta diversidade que se alavanca a matriz pluralista da democracia.

 

Pode haver convergência, é certo. Mas sempre a partir da diversidade.

 

Sucede que, para espanto de muitos, está a haver uma redundância entre os dois maiores partidos com evidente sobrecarga para os mais pobres.

 

Na questão das SCUT's, a diferença parece estar entre chip obrigatório e chip facultativo.

 

A situação do país é difícil, ninguém o nega. Mas não foi já por causa dessas dificuldades que aumentaram os impostos? Não é por causa dessas mesmas dificuldades que se fala em maiores aumentos ainda para o próximo ano?

 

E, depois, as pessoas inquietam-se. Quando os sacrifícios derem resultado (se derem), que benefícios palpáveis vamos ter?

 

É o povo que se sacrifica pelo Estado. Quando é que o Estado se sacrifica pelo povo?

 

Se o governo diz uma coisa, que a oposição diga uma coisa diferente.

 

Se não há alternativas nas políticas, o povo pode entender que não valerá a pena apostar em alternativas nos políticos.

 

Há muita gente a sofrer, a gemer, a chorar.

 

Dêem-nos um pouco de ânimo. Tirem-nos tudo. Mas não nos tirem a esperança.

publicado por Theosfera às 11:08

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