O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Quinta-feira, 24 de Junho de 2010
Hoje celebra-se o nascimento de um homem importante. De um homem gigante na humildade, inexcedível na dedicação, insuperável na simplicidade.
 
João Baptista é modelo de coragem, exemplo de integridade, paradigma de carácter irrepreensível e de uma vértebra inquebrantável.
 
Era-lhe fácil capitalizar a popularidade de que desfrutava. Difícil seria abdicar de si e apontar para alguém, vivendo em função da sua chegada.
 
Mas foi a opção que tomou e a escolha que fez.
 
O calculismo não fazia parte do seu temperamento.
 
As convicções ditaram as suas posições. Inclusive a última. A mais delicada. A que lhe valeu o martírio.
 
Mas nem diante da autoridade vacilou.
 
Que fomos nós ver ao deserto?
publicado por Theosfera às 10:47

É bom que haja contributos para superar a crise e aumentar a produtividade.

 

Não sei se a via administrativa será a melhor.

 

Voltou a discussão em torno dos feriados.

 

Há quem queira reduzir o seu número ou atenuar os seus efeitos, encostando-os ao fim-de-semana.

 

É que há feriados que se replicam. Se o feriado é à quinta, a sexta transforma-se num novo feriado em virtude da ponte.

 

O dia a seguir ao Natal, não sendo feriado, transformou-se num dia de descanso.

 

O Carnaval, não sendo feriado de jure, aparece como um feriado na prática.

 

E assim por diante.

 

O problema, convenhamos, é de mentalidade.

 

Se o feriado é à quinta, porque não trabalhar na sexta?

 

Depois, a dimensão simbólica é fundamental. Uma data deve ser respeitada.

 

E, acima de tudo, há que fazer esta pergunta.

 

Será que o nosso problema é o que não se produz nos feriados ou o que se deixa de produzir nos dias de trabalho?

publicado por Theosfera às 10:45

Estou cada vez mais persuadido de que a palavra-chave para o testemunho crente no mundo é diferença. Como estou também simetricamente convencido de que a tentação maior para a vida cristã é a diluição.

 

Jesus quer-nos no mundo. Mas não para nos diluirmos no mundo. No mundo sem dele ser, dizia Paul Valadier.

 

Há que corporizar, pois, a diferença cristã, procurando reproduzir sem cessar a experiência e o porte de Jesus: a Sua oração, a Sua disponibilidade, o Seu sacrifício, a Sua paz.

 

Estaremos dispostos a isso?

publicado por Theosfera às 10:31

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