O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Terça-feira, 22 de Junho de 2010

Em Viagem a Portugal, José Saramago exarou que Lamego é «uma cidade-vila, calma, sossegada, com gente suave, agradável no falar, solícita». Foi tão grande a hospitalidade que até um bêbado o convidou para ficar em sua casa!

 

Olhando para o santuário de Nossa Senhora dos Remédios, confidenciou: «No peregrino palpita a ânsia de, ao cabo daquela longa escadaria, encontrar a promessa da salvação, ou a esperança».

publicado por Theosfera às 11:28

A crise, hoje, não é de opinião; é de orientação. Até Hans Küng o reconhece.

 

Não sofremos, actualmente, de défice de opinião. Se há algum défice é de orientação.

 

Para um crente, há uma questão hermenêutica que não pode ser jamais negligenciada.

 

É aceitável que tenha uma abarcagem das opiniões que, acerca dos mais diversos temas, se vão expendendo.

 

O fundamental, porém, é que saiba distinguir opinião de orientação e que, na aferição das suas posições, procure ter em conta o que dimana de quem tem a missão de conduzir, orientar.

 

Ter em conta uma opinião é uma coisa, estimável. Outra coisa, bem diferente, é colocar a opinião no mesmo patamar da orientação. No limite, isto conduz à dissolução, à atomização.

 

Qualquer membro da Igreja não perderá de vista o elementar: a opinião é para discutir; a orientação é para seguir.

 

Não repugna, aliás. O Mestre não é para seguir? E, hoje, o Mestre onde está? Na Sua Igreja, obviamente.

publicado por Theosfera às 11:15

É muito preocupante quando são os próprios alunos a dizer que os exames são demasiado fáceis.

 

Há até quem atinja o paroxismo da desqualificação ao classificar determinado exame como uma chachada.

 

A ser verdade, parte-se do princípio de que os alunos não são capazes de mais. Ou seja, nivela-se o saber por baixo, pelo mínimo.

 

E se, mesmo assim, o brilho está longe de ser alcançado, é caso para reflectir e, obviamente, para inflectir.

 

Depois, há quem se admire de que, nos exames para uma ordem profissional, a taxa de insucesso tenha atingido os 90%.

 

Quem não previne a montante, arrisca-se a sofrer a jusante.

 

Há toda uma cultura do facilitismo e da mediocridade que só serve para a estatística.

 

O facilitismo parte do pressuposto de que as pessoas não são capazes de mais.

 

Ora, isso não é verdade. Como dizem os filósofos, viver é ultrapassar-se.

 

Não retirem às pessoas a capacidade de mostrar o que valem.

 

 

publicado por Theosfera às 11:06

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