O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Terça-feira, 11 de Maio de 2010

O empresário João Pereira Coutinho considerou hoje que os políticos portugueses devem seguir o exemplo do Papa, que tem «a coragem para falar a verdade e enfrentar situações muito difíceis».

 

Após a Missa celebrada por Bento XVI no Terreiro do Paço, em Lisboa, João Pereira Coutinho disse que a homilia foi «extraordinária» e considerou o Papa é «o maior líder vivo hoje» e o único que lida com todo o tipo de situações «com muita responsabilidade, através da verdade».

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Seria bom que os líderes políticos, principalmente os portugueses, seguissem esta direcção. «Falem a verdade: se falarem a verdade isto resolve-se», defendeu.

 

O empresário afirmou mesmo que a «maior crise dos nossos dias» é a falta de coragem para enfrentar a verdade.

publicado por Theosfera às 21:20

O Papa já está em terra, mas o que disse nos céus é que está a correr mundo.

 

As suas declarações a bordo do avião puseram o dedo na ferida: os piores ataques à Igreja são os que são desferidos dentro dela.

 

Bento XVI assinalou que «os ataques ao Papa e à Igreja não vêm só de fora», mas também de dentro, «do pecado que existe na Igreja», algo que considerou «aterrador».

 

 

A reter esta frase: «A maior perseguição da Igreja não vem de inimigos de fora, mas nasce do pecado na Igreja».

publicado por Theosfera às 19:32

«Em havendo olhos maus, não há obras boas».

Assim escreveu (notável e magnificamente) o Padre António Vieira.

publicado por Theosfera às 11:54

Uma jornalista da SIC, ainda dentro do avião, está ao telefone dando conta do que disse o Papa no encontro que teve com a comunicação social durante a viagem.

 

Como era de esperar, assinalou que os piores ataques que a Igreja está a sofrer não vêm de fora. Os piores ataques, os que mais fazem sofrer, são os que vêm de dentro.

publicado por Theosfera às 11:04

Neste momento, o avião que transporta o Santo Padre está a fazer-se à pista no aeroporto de Lisboa.

 

Bento XVI está em Portugal.

 

A mensagem de paz e de esperança está com ele para chegar a todos.

publicado por Theosfera às 10:56

Julgar os outros é um erro, uma injustiça e uma arrogância.

 

É um erro porque pode sempre haver algum dado que nos escape. Se o outro falha na acção, quem nos garante que nós não falhemos na avaliação?

 

É uma injustiça porque, deste modo, estamos a medir o outro não pelo que ele é verdadeiramente, mas tão-somente por aquilo que nós vemos. Que, obviamente, é falível.

 

Finalmente, é uma arrogância porque, habitualmente, quem julga os outros erige-se a si mesmo em norma, em regra, em lei. Ora, isto é totalmente descabelado, insustentável, indigerível.

 

Por isso é que a Bíblia diz que «o juízo pertence a Deus» (Deut 1, 17). Somente a Deus.

 

É claro que não nós não temos outro ponto de vista para olhar a não ser os nossos olhos.

 

Mas devemos partir de um princípio sempre salutar: o que vê é tão limitado como aquilo (aquele) que é visto.

 

Nada de preconceitos, pois. Fraternidade na correcção, sem dúvida. Mas sempre com amor e delicadeza. Como recomendava Santo Agostinho, «em tudo caridade».

 

publicado por Theosfera às 10:54

Segunda-feira, 10 de Maio de 2010

Mais uma vez, Gordon Brown mostra ser um senhor, um verdadeiro gentlemann.

 

Ao que parece, as negociações entre conservadores e liberais não correram bem.

 

Cabe agora aos trabalhistas intentar um acordo com os liberais.

 

Desgastado com a governação e sobretudo com a recente derrota, Brown anunciou a sua demissão de líder trabalhista para que o seu sucessor possa ter o caminho aberto.

 

São gestos que apraz sempre registar.

publicado por Theosfera às 23:36

Não há confirmação, mas parece que também não há desmentidos.

 

Irão aumentar os impostos?

 

Diminuir o défice é importante. Mas pensar nas pessoas, sobretudo nos mais pobres, é que é decisivo.

publicado por Theosfera às 23:34

Lisboa é a quarta cidade europeia onde a pobreza é um dos problemas mais consensuais. Segundo o novo eurobarómetro sobre qualidade de vida nas cidades publicado ontem, a capital portuguesa surge apenas atrás das capitais Budapeste e Riga, e da cidade húngara Miskolc. Associados estão problemas crescentes como a dificuldade em pagar contas ou os preços das casas.

Lisboa está entre as cidades onde os residentes têm mais dificuldades em resolver as facturas do final do mês - 67% dos inquiridos nesta análise da Comissão Europeia admitem ter dificuldades. A percepção de que falta emprego é um dos cenários mais comuns - só em seis cidades mais de metade dos habitantes dizem ser fácil encontrar trabalho. Em Lisboa, apenas 14% dos inquiridos acham fácil encontrar emprego.

publicado por Theosfera às 23:33

1. São os textos do Papa bastante lidos e abundantemente citados. Há um livro, porém, que permanece misteriosamente desconhecido aos olhos de muitos: o livro da sua pessoa.

 

Esta mantém-se encoberta por uma nuvem espessa de lugares-comuns. Daí a surpresa que o contacto pessoal manifesta. Afinal, aquele que parece distante até se revela próximo e deveras afável.

 

É, sem dúvida, um homem de pensamento. Mas — assegura quem priva com ele — consegue aliar a complexidade do pensamento à simplicidade do coração.

 

Não foi ele que escreveu, na sua primeira encíclica, que «o programa do cristão é o coração que vê»?

 

2. Bento XVI não é o responsável pela crise da Igreja. É, pelo contrário, um dos mais inconformados diante dela.

 

É corajoso. Não se importa de estar em minoria. Proclama o que crê e diz o que sente. Aponta para o essencial. É incompreendido e contestado. Não teme ser impopular.

 

Poucos como ele têm tido o desassombro de descrever a situação da Igreja sem o menor subterfúgio ou o mais leve rodeio.

 

3. Não esconde que o problema da Igreja é sobretudo interno. Frequentemente, ela é uma oportunidade transformada em obstáculo: «Se, antigamente, a Igreja era, incontestavelmente, a medida e o lugar do anúncio, agora apresenta-se quase como o seu impedimento».

 

Não é ao clero que cabe prescrever o que é ou deve ser a Igreja». O sacerdócio não é uma estrutura de poder nem tampouco uma instância de decisão. É, antes de mais, a sinalização «do vínculo da Igreja ao Senhor Jesus».

 

Falando, muitas vezes, em contracorrente, está atento ao que se passa na humanidade. O seu campo de intervenção vai do templo ao tempo e do culto à cultura.

 

Por isso é que os seus interlocutores de eleição tanto são Agostinho, Tomás de Aquino e Boaventura como Nietzsche, Heidegger e Habermas.

 

 

4. Esta viagem não cumpre apenas um roteiro por vários lugares. Ela é, fundamentalmente, uma peregrinação pelos dramas, pelos anseios e pelas expectativas que se alojam na alma sofrida de tanta gente.

 

Ocorrendo a visita num momento difícil para o país e para a própria Igreja, ela configura um momento de esperança.

 

Muito tem alertado o Papa para os perigos do relativismo. Mas não tem deixado de vincar, ao mesmo tempo, a centralidade da relação. «A grandeza da humanidade determina-se essencialmente na relação com o sofrimento e com quem sofre».

 

É que «uma sociedade que não consegue aceitar os que sofrem e não é capaz de contribuir, mediante a compaixão, para fazer com que o sofrimento seja compartilhado e assumido mesmo interiormente é uma sociedade cruel e desumana».

 

No fundo, o Papa insiste na urgência de descentrar a Igreja de si mesma recentrando-a em Deus e no Homem.

 

Para um cristão, o Mundo não é o adversário e o Homem há-de ser o caminho. Fora do Mundo e longe do Homem, não há Igreja.

 

A Igreja é - terá de ser sempre - a presença de Deus no Mundo e a incarnação do amor apaixonado de Deus pelo Homem.

 

publicado por Theosfera às 22:44

Nunca sabemos tão pouco como quando parece que sabemos tudo.

 

É importante que a Teologia se capacite de que ela só se faz no terreno, na vida, na oração.

 

A secretária, o gabinete e o computador vêm depois.

 

Uma Teologia que se pretenda só Teologia nem Teologia consegue ser.

 

O livro que não nascer na vida não chega à vida.

publicado por Theosfera às 10:06

O país adormeceu e acordou tingido de vermelho.

 

O Benfica é campeão e, como se compreende, há uma miríade de corações exportando torrentes de felicidade.

 

Por vezes, é preciso sair um pouco da realidade (que continua cinzenta como o tempo) para se ganhar força quando se voltar a aterrar nela.

 

O meu desejo é que a serenidade prevaleça.

 

 

publicado por Theosfera às 10:02

Domingo, 09 de Maio de 2010

Por muito sós que nos sintamos, por muito abandonados que nos pretendam, ninguém pode impedir que o Homem seja o que é: Homem.

 

E ser Homem significa pertencer à humanidade. Como dizia John Donne, «ninguém é uma ilha; cada homem é uma partícula do continente, uma parte da terra; a morte de qualquer homem diminui-me porque faço parte do género humano. E por isso não perguntes por quem os sinos dobram. Eles dobram por ti».

publicado por Theosfera às 15:46

Sábado, 08 de Maio de 2010

Todas as palavras podem não bastar para convencer um adversário.

 

Mas um único gesto pode ser suficiente para fazer nascer um amigo.

publicado por Theosfera às 12:12

Desde há muito que penso que um dos melhores colunistas do país escreve num (quase) escondido suplemento de um semanário.

 

Não sei se José Manuel dos Santos é muito ou pouco lido. Mas merece ser apreciado. Pelo conteúdo, sempre pertinente. E pela forma, bastante elegante e, não raras vezes, sublime.

 

O texto de hoje assume traços cortantes de pertinência. «Aquilo que mais assusta nestes dias em que tudo corre mal é o rio de lugares-comuns e frases feitas».

 

Mas o enquadramento dá, desde logo, que meditar: «Os deuses, cruéis quando não são ausentes, nisto foram bondosos para os homens. Deram aos que têm génio o conhecimento de o terem, mas privaram os medíocres da consciência da sua mediocridade. Por isso os ouvimos dizer tudo o que os mostra nulos e vazios, como se estivessem a dar a solução para o problema e o remédio para o mal. Afinal, no ser isto assim, talvez esteja a prova mais cruel da crueldade dos deuses: recusam a estes cegos a escuridão que lhes revelaria a cegueira, trocando-a por uma luz falsa que lhes falseia os próprios olhos».

 

Sucede que que esta mediocridade tende a ocupar o espaço todo e a anular a presença de quem quer que seja.

 

Só a mediocridade consegue o pavoroso prodígio de se deslumbrar consigo mesma.

 

A mediocridade não sabe que é medíocre e não suporta que alguém a avise.

 

Daí o panorama desolador que o articulista não se exime de descrever: «Não há uma ideia a que se possa dar esse nome. Não há uma análise a que se junte uma descoberta. Tudo é repetição e resto. Tudo se escuta, nada se retém, senão o tédio de ter escutado aquilo que não adianta nem atrasa. Tudo o que levou ao desastre continua igual ao que era. Enquanto prossegue o espectáculo da avidez que mata a galinha e do impudor que a quer continuar a pôr ovos de ouro, ensaiamos um marcar-passo que, dando-nos a sensação de movimento, não é marcha nem avanço. Esta é a hora dos fantasmas: assistimos ao desfile dos mesmos rostos mortos, num filme que acelera a sua passagem, tentando, em vão, dar-lhes um simulacro de vida».

 

Talvez a conclusão seja demasiado contundente. Mas alguém negará que estamos diante de uma leitura coada de suprema acutilância?

publicado por Theosfera às 11:55

O desemprego no país já ultrapassou os dez por cento. Mas o cenário agrava-se em algumas localidades, onde a taxa se aproxima ou ultrapassa até os 20 por cento.

 

Querem maior austeridade?

 

Em discussão devia estar não a crise, mas a superação da crise.

 

Há muita gente a sofrer. Agora.

publicado por Theosfera às 11:50

Na Grécia há quem faça a mesma (e inquietante) pergunta que em Portugal: porque é que são os mais ricos e bem posicionados a urgir medidas de austeridade?

publicado por Theosfera às 11:48

Sexta-feira, 07 de Maio de 2010

Era para não dizer nada, mas já que a notícia caiu na praça pública (como era de esperar, aliás), vou limitar-me a uma palavra de comunhão e solidariedade.

 

Fui informado do desaparecimento de Carina Ferreira por um familiar de quem fui colega e de quem continuo amigo.

 

Pediam-me oração. É o que, humildemente, tenho feito, além de procurar estar em contacto com a família.

 

Trata-se de uma jovem de 21 anos que, no sábado passado, ia para o trabalho sem que, contudo, tenha lá chegado. Nunca mais foi vista.

 

A família está numa grande aflição e enorme ansiedade. As autoridades estão a fazer o seu trabalho.

 

Se alguém tiver alguma informação, é importante que a dê a quem de direito.

 

Tenhamos esperança. Tudo terá um final feliz.

 

(cf. aqui)

publicado por Theosfera às 19:40

Honrando a mais genuína tradição britânica, Gordon Brown mostrou ser um verdadeiro gentlemann.

 

Apesar de os resultados eleitorais lhe darem a primazia de formar governo (sem maioria absoluta, é o primeiro-ministro cessante que deve tomar tal iniciativa), já veio a público convidar David Cameron, líder do Partido Conservador, a tentar uma solução.

 

Só essa solução falhar, é que ele avançará.

 

Sucede que os liberais-democratas, pela voz de  Nick Clegg, já deram a entender preferir uma coligação com os conservadores.

 

Não deixa de ser curioso que, em função do sistema eleitoral do Reino Unido (círculos uninominais), a pequena diferença de votos entre trabalhistas (29%) e liberais-democratas (23%) traduz-se numa enorme diferença de deputados: 258-53.

 

E assim tudo se conjuga para que o impasse esteja em vias de superação. Tudo isto um dia apenas após as eleições.

 

Dir-se-ia que se trata de uma pontualidade autenticamente britânica!

publicado por Theosfera às 19:29

O povo do Reino Unido votou ontem. Só que a eleição resultou numa situação pouco clara.

 

Os indicadores apontam para uma vitória do Partido Conservador, mas sem maioria absoluta.

 

À partida, o líder deste partido deveria ser chamado a formar governo tentando uma coligação ou propondo acordos parlamentares.

 

Só que a Constituição inglesa nada diz a este respeito. Nada diz porque simplesmente não existe.

 

A Lei Fundamental do Reino Unido é a Magna Carta, transmitida oralmente de geração em geração.

 

À falta de legislação, parece que a práxis estipula ser o primeiro-ministro cessante a tentar formar governo.

 

Se tal governo governo for rejeitado, é que se avançarão para outras soluções. Que poderão passar, inclusive, por um novo acto eleitoral.

 

Se o resultado fosse claro, hoje, um dia apenas após as eleições, já se conheceria o elenco governativo.

 

Há fortes motivos para reflectir. À decepção diante do poder soma-se a falta de entusiasmo perante as alternativas.

 

É preciso refundar a política. Menos espectáculo e mais ética? 

 

Não me parece haver outro caminho... 

publicado por Theosfera às 11:13

Habitualmente, estamos habituados a ouvir falar de fatwas (decretos religiosos) exortando à guerra santa ou à eliminação de adversários.

 

Desta vez, o sentido é totalmente inverso. Muhammad Tahir-ul-Qadri proferiu uma fatwa de 660 páginas a condenar precisamente todos os actos de terror.

 

Pretende, deste modo, fazer jurisprudência, esclarecendo a posição do Islão diante do terrorismo.

 

Diz que a reacção tem sido muito positiva e tem havido uma discussão muito grande e bastante fecunda.

 

A vingança, segundo ele, não é permitida pelo Islão. Seja de que modo for.

publicado por Theosfera às 11:06

Eis o título do livro que, ontem mesmo, me chegou às mãos via correio.

 

Curiosamente, veio ao meu encontro no dia do aniversário do seu autor, o Prof. Doutor Jacinto Farias.

 

Como refere o subtítulo, trata-se de um ensaio teológico sobre a mensagem de Fátima como contributo para a entender e viver hoje em Portugal.

 

É um livro moldado pela inteligência e modelado também pelo coração.

 

O Autor faz questão de assinalar, com esta publicação, a sua gratidão filial a Nossa Senhora por ter escapado ileso a um violento acidente na A8 a 12 de Agosto do ano transacto.

 

Nesse dia, um veículo pesado descontrolou-se e transpôs o separador da auto-estrada, barrando totalmente o lado em que circulava o Prof. Doutor Jacinto Farias.

 

Providencialmente, uma peça do separador metálico da auto-estrada ficou em posição vertical, impedindo a viatura de se enfaixar debaixo do pesado que vinha em posição contrária.

 

O colega que o acompanhava ainda teve de receber tratamentos. Já o Prof. Doutor Jacinto Farias ficou-se por uns hematomas e uma dor no peito.

 

No dia seguinte, partia para o Canadá a fim de visitar a sua Mãe, que completava 101 anos de vida.

 

 

publicado por Theosfera às 10:54

«O nosso passado. Aí tendes o que nós somos. Não há outra forma de julgar as pessoas».

Assim escreveu (atenta e magnificamente) Óscar Wilde.

publicado por Theosfera às 10:40

Pensava muito e escrevia primorosamente.

 

Antero de Quental foi um espírito atormentado que anelava pela paz. Encontrou-a?

 

Se o encontro é a resultante da procura, acedeu a ela.

 

Eis o que ele (genialmente!) dissertou sobre a santidade: «Se a liberdade é a aspiração secreta das coisas e o fim último do universo, concluamos que a santidade é o termo de toda a evolução e que o universo não existe nem se move senão para chegar a este supremo resultado».

publicado por Theosfera às 10:33

Quinta-feira, 06 de Maio de 2010

Perde tudo na vida. Mas nunca percas a paz.

 

Nunca perderás Deus, porque Ele é a paz e mora dentro de ti!

 

Este é um mundo faminto de Deus, sedento de paz.

 

Constrói a paz, mostrarás Deus.

 

Testemunha Deus, oferecerás paz.

 

Irmão, deixa-te cobrir com o manto da paz.

 

Tu és muito mais do que aquilo que pensas, do que aquilo que mostras.

 

Aposta em ti. Acredita em ti.

 

Faz como Deus. Ele aposta e acredita em ti.

publicado por Theosfera às 11:10

Palavras para quê?

 

Como é possível?

 

Veja aqui.

publicado por Theosfera às 11:06

Quarta-feira, 05 de Maio de 2010

Yves Steiner é jornalista de um semanário suíço e esteve, recentemente, em Portugal.

 

Pelo que publicou, não gostou muito do que viu e ouviu. Apercebeu-se de que somos um país em crise, com ares fortes de depressão.

 

Até quem aufere salários de 3500 euros por mês pensa em emigrar.

 

Mas o que chamou mais a atenção do repórter foi a quantidade de edifícios com a indicação de fechado.

 

Trata-se, na maior parte dos casos, de fábricas que deixaram de operar, atirando, assim, muita gente para o desemprego.

 

Eis, pois, uma realidade que deve ser lida como sinal. Estará o país em vias de fechar?

 

Não exageremos. Mas também não facilitemos em demasia...

publicado por Theosfera às 19:22

Antes de mais, os factos. Mas há opiniões que devem ser valorizadas porque elas configuram um olhar atento e uma leitura inteligente dos mesmos factos.

 

Esta entrevista do Doutor Vítor Bento merece uma reflexão apurada. Aqui.

publicado por Theosfera às 11:53

Desta vez, estou com Zapatero.

 

Perante rumores sobre a dívida da Espanha e as cotações obtidas na Bolsa, o primeiro-ministro manteve a serenidade e alertou: «Devemos basear-nos em factos, não em opiniões».

 

Edmund Husserl está de volta com o seu às coisas mesmas!

publicado por Theosfera às 11:36

Eis mais um neologismo que a crise veio trazer para o vocabulário.

 

Neofrugalismo é a tendência para pensar melhor e, quiçá, para recuar na hora de fazer determinadas compras.

 

Há que contar os euros e, em muitos casos, os próprios cêntimos.

 

E os especialistas vaticinam que, mesmo quando a crise passar, nada vai ser como dantes.

 

A crise é mestra. Está a ensinar-nos a sermos frugais, comedidos.

publicado por Theosfera às 11:33

Sendo de uma terra com várias fábricas de foguetes, guardo na memória a explosão em quase todas e, nalguns casos, por mais de uma vez.

 

Tenho guardados os gritos desesperados de mães que perderam filhos.

 

Recordo, particularmente, o caso de uma adolescente chamada Sandra. Tinha apenas 15 anos e também ela foi morta. Os gritos da mãe chegaram a toda a parte, mal ouviu o estrondo assassino.

 

Ontem, em Vila do Conde mais uma vítima mortal numa pirotecnia. Que dizer?

publicado por Theosfera às 11:29

Cortaram-te as pernas, Irmão? Mas não te cortaram as asas.

 

Se não te deixam andar, pelo menos podes voar.

 

Não comeces a desistir. E nunca desistas de começar.

 

Nunca é cedo para iniciar uma tarefa.

 

Nunca é tarde para fazer o bem.

publicado por Theosfera às 10:42

Terça-feira, 04 de Maio de 2010

É claro que as grandes obras abrem grandes perspectivas de trabalho para muita gente.

 

Mas abrem igualmente cenários de despesa.

 

Se o país tem uma dívida tão preocupante, porquê a continuação e o anúncio de obras dispendiosas?

 

Porque é que uma empresa pública como a RTP se dispõe a investir 20 milhões de euros na compra de jogos de futebol?

 

Não existem as privadas?

 

Há coisas que o cidadão comum não alcança.

 

O problema é que ninguém pergunta a opinião do cidadão. Mas a factura é-lhe sempre endossada.

publicado por Theosfera às 11:15

«Se queres alguma coisa dita, chama um homem. Se queres alguma coisa feita, chama uma mulher».

Assim escreveu (perspicaz e magnificamente) Margaret Thatcher.

publicado por Theosfera às 11:08

A solidariedade nunca pode ser episódica. Tem de ser sempre uma constante.

 

Há quem pense que a ajuda de Portugal à Grécia não vai trazer prejuízo. Mas há quem pense exactamente o oposto.

 

Em tal cenário, a situação do nosso país agravar-se-á. E os próximos a precisar de solidariedade podemos mesmo ser nós.

 

No entanto, a imprensa difunde que os bancos privados desfrutam de lucros da ordem de 4 milhões de euros por dia.

 

Não será possível que a banca aumente, um pouco mais, o seu contributo para a melhoria do país?

 

A solidariedade não se pode requerer apenas aos outros.

publicado por Theosfera às 11:02

Se dúvidas houvesse, elas dissipam-se a cada minuto que passa.

 

Nem Durão Barroso, nem Herman van Rompuy. Quem, na verdade, manda na Europa é a Alemanha.

 

Quem tem o dinheiro, tem o poder.

 

Portugal, mesmo para emprestar a quem precisa, tem de pedir emprestado.

 

Querem maior sinal de que os próximos a estender a mão vamos ser nós?

 

Esperemos que os alemães não fiquem saturados com a ajuda à Grécia.

 

publicado por Theosfera às 10:49

As ocupações gastam. Mas as preocupações desgastam.

 

Estás muito preocupado com o poder, com a carreira.

 

Preocupa-te apenas com o serviço.

 

Procura ser o mais pequeno dos pequenos.

 

Verás como, mesmo sofrendo, a paz não te faltará.

publicado por Theosfera às 10:43

Segunda-feira, 03 de Maio de 2010

É provável que esteja morta. Mas não é impossível que esteja viva.

 

Uma coisa é certa: Maddie McCann continua presente...desde que ficou ausente!

publicado por Theosfera às 16:30

Façamos o que nos compete.

 

Julgar não nos compete.

 

O juízo é de Deus (cf. Deut 1, 17).

publicado por Theosfera às 16:29

3 de Maio é dia de dois apóstolos, S. Filipe e S. Tiago. Dia também para recordar, gratamente, uma figura apostólica que muito me marcou. O senhor D. António de Castro Xavier Monteiro foi ordenado bispo nesta data.

 

Jamais poderei esquecer a sua estatura eclesial, espiritual, humana e intelectual. Também é impossível olvidar o carinho com que nos tratava.

 

A sua delicadeza sempre o distinguiu e nobilitou. Uma prece sentida. Uma recordação entremeada de saudades. Profundas. Imensas.

publicado por Theosfera às 16:28

Quem é verdadeiramente grande não exibe complexos de grandeza.

 

A grandeza é simples. É humilde. É pura.

publicado por Theosfera às 16:27

1. A presença de Bento XVI em Portugal irá destapar vários aspectos que importa considerar e vale a pena reter.

 

Desde logo, salta à vista o envolvimento generalizado. Praticamente ninguém fica indiferente.

 

Vir o Papa não é o mesmo que vir um chefe de Estado, um jogador, um artista ou uma outra figura pública.

 

São muitas as personalidades importantes que vêm ao nosso país. E não é difícil concitar multidões. Mas, nestes casos, trata-se de fenómenos localizados. Quando vem o Papa, o interesse é generalizado.

 

Mesmo numa situação de crise alimentada de polémicas e polvilhada de escândalos, é de salientar a mobilização.

 

E, nesta, há que incluir não apenas as multidões que acorrem, mas também as posições que se assumem e os comentários que se tecem.

 

Em tudo isto é perceptível que em causa está algo muito que vai para lá da pessoa do Papa.

 

 

2. A Igreja continua a estar entranhada na alma do povo. E, dado que convém não negligenciar, a Igreja encontra-se alojada sobretudo no coração das pessoas.

 

Seria pertinente fazer um estudo em torno destes acontecimentos, bem como em torno de Fátima e das festas dos padroeiros.

 

Há muita gente que se mobiliza nestas alturas sem que tenha uma participação frequente na vida da Igreja.

 

Aliás, não são poucos os peregrinos que demandam Fátima a pé e que confessam não serem católicos praticantes.

 

Sucede que esta mutação não pode passar despercebida. A chama da fé não morre mesmo quando o afastamento da instituição aumenta.

 

Há muitas pessoas que se mantém religadas a Deus e que, não obstante, se apresentam como desencontradas da Igreja.

 

Para elas, já não vale o argumento da autoridade. Questionam, divergem e, muitas vezes, contestam abertamente.

 

Mas, mesmo assim, a opção não é a descrença. É uma fé pessoal, quase sem mediações institucionais nem manifestações comunitárias frequentes.

 

Há que estar atento a esta nova tipologia do crente e do cristão. Martín Velasco dá conta de que, no coração de muitos, o cristianismo rejuvenesce enquanto a Igreja envelhece.

 

Sabemos que as coisas já não funcionam por automatismos nem, muito menos, por inércia.

 

 

3. Acresce que tudo isto demonstra à saciedade que o ser humano é, por natureza, um ser relacional. E, nessa medida, posiciona-se como um ser religioso.

 

O transcendente não o apanha totalmente alheado. Mesmo quando envereda pela negação, não deixa de haver relação.

 

Trata-se, em tal caso, de uma relação pela negativa. Mas, ainda assim, é relação.

 

Nunca é excessivo recordar a célebre confissão de Miguel Torga: «Deus. O pesadelo dos meus dias. Tive sempre a coragem de O negar, mas nunca a força de O esquecer».

 

Os caminhos de relação são múltiplos e nem a negação os exclui ou abafa. E, pormenor nada irrelevante, servem de alerta. Porquê a negação? Porquê o afastamento? Porquê o desencanto?

 

Nunca presumamos que este é apenas um problema dos outros. Está mais que estudado que o ateísmo é, quase sempre, reactivo.

 

Ele configura, na maioria das vezes, uma reacção de desalento diante daquilo que (não) se vê.

 

 

4. Jesus, como é sabido, deixou-nos um paradigma de transparência. Quem O via, via Deus (cf. Jo 14, 9).

 

É um facto que as pessoas, hoje em dia, estão cada vez mais atentas. É certo que também há generalizações e não poucas injustiças.

 

Mesmo assim, há um potencial que, embora adormecido, persiste na alma humana.

 

É isto que, uma vez mais, ganhou visibilidade. A alma religiosa do povo saiu das sombras. E é perceptível que ela continua viva.

 

É preciso estar à espera e manter-se à escuta. Os teólogos antigos falavam das sementes do Verbo que estão presentes em todos os homens.

 

Não fará mal recentrar a acção das Igrejas em Deus e nos crentes, nas pessoas que andam pelas estradas da vida.

 

A grande dor é sentirem-se desacompanhadas. A maior mágoa é, sem dúvida, o desacompanhamento.

 

Não se trata tanto de falta de respostas. Trata-se, acima de tudo, da ausência de eco para tantas perguntas. E inquietações.

  

publicado por Theosfera às 11:55

Cada ser humano é uma fonte de ensinamento. Inesgotável fonte.

 

O que eu não tenho aprendido com tanta gente...

 

Há muita coisa que podes não saber.

 

Mas há uma coisa que não deves ignorar: Deus ama-te.

publicado por Theosfera às 10:48

Faz-nos bem voltar sempre ao grande teólogo Hans Urs von Balthasar:

 

«A Igreja é feminina em Maria antes de ser masculina em Pedro. Em Maria, a Igreja já tomou corpo antes de ser organizada em Pedro.

É feminina porque a sua natureza inicial e englobante é o facto de se saber acolhedora e transmissora. E só para que ela não esqueça a sua feminilidade primária, só para que ela seja sempre aquela que acolhe e nunca a que possui, é que foi dotada dotada do ministério masculino, a quem compete representar (mas no âmbito do seu acolhimento feminino) o Senhor da Igreja, de que provém todo o dom.

Num certo ponto de vista, a Igreja é primariamente de estrutura matriarcal, e só secundariamente de estrutura patriarcal, embora estas categorias sociológicas só impropriamente se possam aplicar à Igreja». 

 

Na sua monumental Teodramática, escreve: «Maria é o símbolo real e o compêndio da Igreja. Mais ainda, Ela é o lugar onde acontece o novo nascimento com a aparição de Seu Filho».

 

No sermão de Natal de 1522, Martinho Lutero fala assim de Nossa Senhora: «Maria é a Igreja cristã. Como Ela, também a Igreja conserva todas as palavras de Deus no seu coração».

 

Quem disse que Maria é um entrave ao ecumenismo?

publicado por Theosfera às 10:46

Domingo, 02 de Maio de 2010

Podia ser a 8 de Dezembro, podia ser a 3 de Maio. Qualquer dia é bom para ser dia da mãe.

 

Não é um dia para ser comprimido em 24 horas ou entalado em rituais que a sociedade vai impondo.

 

É bonito que os cumpramos. Que levemos uma flor e que elevemos uma prece.

 

É sempre pouco o que se dá a uma mãe em comparação com o que ela está sempre a dar-nos.

 

O dia da mãe é um dia esticado, uma manhã dilatada, uma primavera interminável.

 

Este é o dia em que o sol nunca se põe.

 

Este é o dia que nunca anoitece.

 

Mãe nunca adormece. Mesmo a dormir, ela dorme como mãe.

 

Ela é a mais pura guardiã do amor, o santuário onde a vida nunca deixa de palpitar.

 

Uma mãe antecipa-se sempre. Este dia só consegue postecipar.

 

É sempre um mínimo diante de um máximo.

 

Mãe nunca deixa de ser mãe. Nem a morte mata a mãe.

 

Mãe sobrevive sempre.

 

Há muitos títulos e condecorações que se impõem em muitos peitos.

 

Mas o mais belo ornamento é o que mora no coração.

 

Esse ornamento tem o nome de mãe.

 

Ninguém seria nada sem a Mãe.

 

Mãe é o que fica, mesmo quando tudo passa.

 

Este, a bem dizer, não é o dia da mãe. É, possivelmente, o dia em que muitos se lembram de que existe mãe.

 

Dia da mãe é cada instante. Porque só uma mãe consegue transformar o átomo mais ínfimo da existência num vendaval de eternidade.

 

Basta haver amor, para existir eternidade.

 

O coração de mãe é eterno. Alguém duvida?

publicado por Theosfera às 16:04

Sábado, 01 de Maio de 2010

O fundamental é a transparência. O pior é a opacidade.

 

Por vezes, queremos compensar em palavras o que fazemos com os actos.

 

Sucede que nós não falamos apenas através da palavra dos lábios. Falamos sobretudo pelas palavras que brotam da vida.

 

Se aquelas não correspondem a estas, estamos no limiar do disfarce.

 

Há tantas palavras vazias de conteúdo e falhas de sentido que magoam. Porque as palavras da vida atestam o contrário.

 

Muitas vezes, nada é preciso dizer para bem falar!

 

As atitudes mostram muito. E a presença diz tudo.

publicado por Theosfera às 12:00

... poderemos ter de tomar as medidas que a Grécia vai tomar: aumento do IVA em dois ou très por cento; congelamento dos salários públicos e da contratação, idade média da reforma passa para 67 anos, venda de propriedades do Estado e encerramento de centenas de entidades estatais, fim do subsídio do 13º e 14º mês, fim da renovação de contratos a termo no Estado.

 

Isto não vai ser nada macio.

publicado por Theosfera às 11:53

Com o advento da industrialização e a proliferação dos serviços, o mundo laboral começou a ter uma vida atribulada.

 

O trabalho visa a dignidade humana, mas, para muitos, visa apenas o lucro.

 

É claro que sem lucro não há trabalho. Não há como pagá-lo.

 

Mas sem trabalho também não há lucro. Não se vê como produzi-lo.

 

O grave é que, no meio de tudo isto, o ser humano não fica no lugar que merece: o primeiro.

 

Desemprego em massa, trabalho precário em série, tudo gera em revolta.

 

O operariado transforma-se num precariado.

 

Haverá uma saída?

 

Apesar de tudo, penso que sim. Desde que se pense, acima de tudo, no valor sagrado da pessoa humana.

publicado por Theosfera às 11:26

Também na Igreja precisamos de trabalhadores, de operários.

 

De operários que não tenham medo nem vergonha de falar de Deus.

 

De operários que não tenham medo nem vergonha de assumir posições claras.

 

De operários que não tenham nem vergonha de correr riscos e de enfrentar situações.

 

De operários que não tenham medo nem vergonha de estar ao lado das pessoas.

 

De operários que não tenham medo nem vergonha de tomar partido quando a vida, a liberdade e condição dos mais pobres estão em causa.

 

De operários que não tenham medo nem vergonha de dizer o sentem e de sentir o que dizem.

 

De operários que não tenham medo nem vergonha de rezar, de amar, de testemunhar, de ser. A tempo inteiro!

publicado por Theosfera às 11:23

Hoje é um dia em que não se trabalha para que melhor se possa pensar na situação de quem trabalha.

 

Nos últimos séculos, o perfil do trabalho alterou-se completamente. Já não há trabalho de subsistência, mas também não parece haver trabalho de consistência. Ou seja, o trabalho agrícola foi cedendo o lugar predominante ao trabalho operário e ao trabalho de serviços. Só que, também aqui, as expectativas estão longe de se realizar.

 

O operariado degenerou num precariado. O trabalho, mesmo se definitivo, só existe enquanto dura. O desemprego não pára de crescer. A escravatura dá sinais de aumentar. A fome ameaça. A violência tende a imperar.

 

Neste dia de S. José Operário, peçamos pela justiça no universo do trabalho.

publicado por Theosfera às 11:20

Começa um novo mês, o mês dos quatro M's: Maio, Maria, Mulher, Mãe.

 

À Mãe da Mães um louvor, uma prece!

 

Maria não é só aquela que veicula o mistério de Deus em Cristo. Ela é, antes de mais e acima de tudo, aquela que contém o mistério de Deus em Cristo. Ela é plenamente teófora.

 

Como sublinha Bruno Forte, em Maria deparamos autenticamente com o todo na parte: «o “todo” é o mistério, o plano divino da salvação, que se realiza no tempo mediante a missão do Filho eterno, saído do silêncio do amor do Pai para Se fazer homem e dar ao mundo a vida, e mediante a missão do Espírito Santo que, tornando presente a obra de Cristo, faz com que a Trindade entre na história e a história entre na Trindade; a “parte” é a vida da humilde serva do Senhor, Maria de Nazaré, a mulher em quem o Omnipotente realizou a Suas maravilhas e que soube adequar-Se ao Eterno no acolhimento profundo da Sua fé virginal, na gratuidade irradiante do Seu amor maternal e na reciprocidade da aliança esponsal, celebrada n’Ela como dom e como sinal para a esperança do mundo».

publicado por Theosfera às 11:10

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