O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Sábado, 24 de Abril de 2010

Tornar-se desconhecido.

 

Não ser lembrado.

 

Ser incógnito.

 

Passar por invisível.

 

Apagar o (seu) rasto.

 

Emigrar para um lugar distante, ainda que permanendo nos sítios em que sempre viveu.

 

 

Winston Park morreu acreditando que, na manhã a seguir ao entardecer da sua vida, haveriam de ecoar de novo os sonhos do seu próprio amanhecer.

 

A semente tem mesmo de morrer para dar fruto?

 

Bem-aventurados os que não desistem de acreditar. Mesmo que não vejam os frutos dos seus sonhos.

publicado por Theosfera às 16:10

A economia é, de facto, uma ciência muito estranha. Só a entendem mesmo os especialistas.

 

Então, agora que foi decretado o fim da crise global, começam a multiplicar-se os avisos de falência?

 

A Grécia parece já não escapar. A seguir, será a nossa vez.

 

Sempre achei que a nossa adesão ao euro tinha a feição de um passo maior que a perna.

 

A convergência com o resto da Europa (era bom de ver) quedava-se pelo plano nominal. Ainda estamos longe de uma convergência real.

 

Acreditemos na palavra do nosso Presidente. Segundo ele, seriam precisos demasiados erros para o país entrar em bancarrota.

 

Praza a Deus que eles não sejam cometidos. Ou, se o forem, que não sejam em demasia.

 

Sempre nos contentamos com pouco, não é verdade?

publicado por Theosfera às 15:54

O que é a liberdade para um seguidor de Jesus Cristo?

 

Escutemos Karl Rahner:

 

«A liberdade, no fundo, consiste na abertura para tudo, sem excepções: a abertura para a verdade absoluta, para o amor absoluto, para a infinitude absoluta da vida humana na imediatez para com Deus.

 

Esta liberdade não é a ausência de forças que determinem a nossa existência. Para nós, não existe liberdade directa que consista na ausência de qualquer força a codeterminar a nossa existência. Mas o cristão crê que, no meio dessa catividade, existe uma porta que se abre para a liberdade, que não atingimos pela força, mas nos é dada por Deus na medida em que Ele Se dá a Si próprio».

publicado por Theosfera às 12:03

Não é só o facto negativo que perturba. É também a resistência a que se faça alguma coisa para que ele não se repita.

 

À vezes, até parece que estamos mais incomodados com a denúncia dos factos do que com os factos denunciados.

 

Como é possível, meu Deus?

 

Não sei exactamente o quê, mas tenho plena consciência de que algo tem de ser feito: na vida de cada um e na vida comunitária, institucional.

 

É a realidade que o demonstra. É o sofrimento das vítimas que o reclama. E, last but not least, é o Espírito que o exige.

 

Não pretendamos condicionar o Espírito de Deus. Deixemo-nos conduzir por Ele.

 

Custa ouvir que sempre foi assim. Que sempre assim será. Que a Igreja é (será?) a única instituição que é acusada pelo que aconteceu há décadas, há séculos.

 

Mas não é a própria Igreja que afirma que está sempre em estado de reforma? Porquê, então, esta tendência para jogar para os lados?

 

Se não é a nossa vontade a requerer a mudança, que, ao menos, não fechemos os olhos aos acontecimentos.

 

Alguma coisa tem de ser feita. Não muito tarde.

 

Não fechemos os olhos. Não cerremos os ouvidos. Não abafemos o clamor. Não obscureçamos a alma. Não endureçamos o coração.

 

Há qualquer coisa que tem de acontecer.

publicado por Theosfera às 11:51

Afinal, não herdamos exactamente 50% da nossa informação genética de cada progenitor.

 

É verdade, pelo menos para já, que no núcleo as porções são equitativas, mas as mitocôndrias (as baterias de energia das nossas células) também contêm ADN e só da mãe.

 

Diz o Prof. Alexandre Quintanilha: «São só uns pozinhos, cerca de 0,01%, mas é relevante, porque há doenças genéticas gravíssimas com mutações do ADN mitocondrial, o que significa que são herdadas da mãe», explica.

 

Assim sendo, afiança, «somos mais filhos da mãe do que do pai».

publicado por Theosfera às 11:38

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