O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Quarta-feira, 31 de Março de 2010

D. Hélder da Câmara percebeu muito bem o sentido profundo do Evangelho e, particularmente, a identificação de Cristo com os pobres.

 

Para o bispo brasileiro, os pobres eram a sua família. E tomava esta convicção a peito. Até às últimas consequências.

 

Quando ouvia dizer que algum pobre era injustamente preso, telefonava logo para a polícia: «Ouvi dizer que prenderam o meu irmão».

 

Aparecia logo um polícia a desfazer-se em mil desculpas: «Lamentamos muito, senhor bispo. Não sabíamos que era seu irmão. Pode vir buscá-lo quando quiser».

 

Ao chegar à prisão, alguém interpelava D. Hélder. «Mas, senhor bispo, ele não tem um apelido igual ao seu».

 

E D. Hélder replicava que todos os pobres eram seus irmãos!

 

Neste mesmo espírito, há outro episódio deveras comovente que atesta bem o espírito deste homem de Deus.

 

Quando apareceu o filme ET, D. Hélder convidou duas crianças da rua para irem com ele ao cinema.

 

No final, perguntou-lhes se tinham gostado. Um deles respondeu pressuroso e, na sua óptica, agradecido: «Aquele boneco é tão bonzinho e tão feiinho como o senhor»!

publicado por Theosfera às 16:02

«A coincidência é a forma que Deus tem de permanecer anónimo».

Assim escreveu (subtil e magnificamente) Albert Einstein.

publicado por Theosfera às 15:03

«A nossa vida é muito definida pelos bons e pelos maus encontros».

Assim disse (pertinente e magnificamente) Margarida Marante.

publicado por Theosfera às 15:00

Reduzir o problema do mundo à economia,  à gestão ou à política é pouco. Não identifica o problema e não ajuda na resolução do problema.

 

André Comte-Sponville oferece uma analítica muito pertinente a este respeito.

 

Há uns quarenta anos reduzia-se tudo à política e à questão do justo e do injusto. A moral e a religião não contavam para nada.

 

Há uns vinte anos tudo começou a concentrar-se em torno da moral, do bem e do mal. A política começou a entrar em descrédito, mas a religião permanecia na penumbra.

 

Hoje, a grande questão é espiritual, a questão do sentido. Esta é a busca do momento, a prioridade da hora presente.

 

A busca espiritual não é, porém, um universo à parte. Ela envolve e mobiliza o humano desde a base, desde o fundo, desde a raiz.

 

Há aqui, portanto, um universo de possibilidades a explorar. E, já agora, de preconceitos a vencer.

publicado por Theosfera às 11:12

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