O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Terça-feira, 30 de Março de 2010

Espírito Santo, amor do Pai e do Filho, inspirai-me sempre o que devo pensar, o que devo dizer, o que devo calar, o que devo escrever, como devo agir, o que devo fazer para melhor glorificar o Vosso nome, para obter o bem das almas e a minha própria santificação.

publicado por Theosfera às 19:34

Karl Rahner morreu neste dia há 26 anos: 30 de Março de 1984.

 

Um teólogo enorme merece uma atenção dilatada.

 

O Homem é, como ele bem anotou, o ouvinte da Palavra.

 

Ouçamo-la. Ouçamo-lo.

publicado por Theosfera às 11:26

Foi Thomas Merton um dos espíritos mais vibrantes do século passado.

 

Luminosamente inteligente e desconcertantemente místico, teve a arte de dizer o que não é óbvio, mas de uma forma que poucos questionarão.

 

Monge trapista, faleceu já em 1968, mas estes mais de quarenta anos não lhe subtraíram actualidade. Ao invés, acrescentaram-lhe pertinência.

 

Eis o que ele escreveu sobre o que considerava ser um dos maiores paradoxos do cristianismo.

 

«O maior paradoxo da Igreja é que ela é, ao mesmo tempo, essencialmente tradicional e essencialmente revolucionária. Mas, no entanto, o paradoxo não é tão grande como parece, porque a tradição cristã, ao contrário de outras, é uma revolução viva e perpétua.

 

As tradições humanas tendem todas à estagnação e à decadência. Procuram perpetuar coisas que não podem ser perpetuadas. Prendem-se a objectos e a valores que o tempo destrói impiedosamente. Estão ligadas a uma série de coisas contingentes e materiais que mudam inevitavelmente e dão lugar a outras tantas.

 

A presença, na Igreja, de um forte elemento conservador não impede que a tradição cristã, sobrenatural na sua origem, seja uma realidade totalmente oposta ao tradicionalismo humano.

 

A tradição viva do catolicismo é como a respiração do corpo: renova a vida impedindo a estagnação. É uma revolução constante, serena e pacífica contra a morte».

publicado por Theosfera às 11:14

Uma rápida viagem pela imprensa de hoje deixa-nos desapontados com o estado do país e do mundo.

 

O desemprego afecta sobretudo quem aufere salários mais baixos. Não basta ganhar menos, como ainda há quem se sujeite ao desemprego. Tudo corre mal a quem é pobre.

 

A Amnistia Internacional publica um pavoroso relatório acerca da pena de morte. Só no ano transacto, os Estados Unidos executaram dezenas de pessoas. Ao nível do...Iraque!

 

Não vem qualquer número sobre a China, porque este país faz tudo no maior secretismo. Mais uma vez, a praga do encobrimento.

 

Ainda bem (e esta é a única notícia positiva desta manhã chuvosa) que há empresas que destinam verbas avultadas para causas sociais.

 

Quando muito se perde, sempre é bom saber que nem tudo está perdido.

publicado por Theosfera às 11:09

Alertava Rui Tavares, na sua crónica de ontem, para aquilo que considera ser o triunfo da mediocridade.

 

Nomeava alguns líderes mundiais e, por contraponto com os líderes de gerações anteriores, não ocultava um forte desapontamento.

 

Refira-se que esta percepção vai-se tornando cada vez mais recorrente.

 

Até parece que a lei da evolução se inverte e que, agora, são os medíocres que eliminam os melhores.

 

Havia um tempo em que a televisão era uma espécie de filtro da qualidade. Só apareciam os melhores.

 

Hoje, se quisermos conviver com os melhores, temos de privilegiar o relacionamento humano, pessoal.

 

Não me reporto apenas à vertente académica ou à competência profissional. Refiro-me sobretudo à dignidade, à hombridade, aos valores.

 

A pergunta que muitos fazem é: porque é que estas pessoas não aparecem? Será por comodismo? Ou será porque lhes barram o caminho?

 

Mas o (des)caminho que estamos a trilhar não nos conduzirá a bom porto.

 

Urge reflectir. E, acima de tudo, inflectir.

publicado por Theosfera às 10:54

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