O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Terça-feira, 02 de Março de 2010

Mal não é dizer. Mal é apenas dizer. Mal é dizer sem fazer. Nesse caso, é um dizer que se desmente a si mesmo.

 

Jesus, no Evangelho deste dia, verbera a atitude dos fariseus, que impunham aos outros o que eles mesmos não praticavam.

 

Este não é, contudo, um problema de ontem. É uma tentação de sempre. Há que estar atento.

 

O Mestre diz para fazermos o que eles dizem. Mas alerta, ao mesmo tempo, para não imitarmos o que eles fazem. Ou não fazem.

 

Importante, pois, não é dizer com os lábios. É dizer com a vida.

 

A humildade é a chave. Quem se humilha será exaltado.

 

Ninguém é mestre. Só Jesus. Nós somos todos irmãos. Ainda bem.

publicado por Theosfera às 19:31

Amo as pessoas humildes, venero as pessoas simples.

Nelas, adoro-Te, Jesus.

publicado por Theosfera às 11:53

Quando não puderes, pode Deus!

publicado por Theosfera às 11:52

«Não te preocupes em excesso com quem está ou não a teu favor, mas actua de modo a que Deus esteja contigo em tudo quanto fizeres».

Assim escreveu (magnificamente) Thomas de Kempis.

publicado por Theosfera às 11:51

Sou do Partido dos Pobres,

do Partido do Povo,

do Partido da Paz!

E, por isso, não milito em mais nenhum partido.

publicado por Theosfera às 11:49

Deus defende os inocentes e não condena os culpados.

publicado por Theosfera às 11:47

Não julgues que não tens valor. O teu valor é enorme. Deus está em ti.

publicado por Theosfera às 11:46

As exortações de Jesus, no Evangelho destes dias, são de uma acutilância enorme.

 

Ainda ontem, O ouvíamos proibir todo e qualquer julgamento: «Não julgueis e não sereis julgados».

 

Também a condenação é cerceada: «Não condeneis e não sereis perdoados».

 

A tolerância é um mínimo no relacionamento entre as pessoas. O problema é que, muitas vezes, nem esse mínimo somos capazes de usar.

 

Jesus convida-nos à aceitação, à misericórdia e ao perdão.

 

Jamais é lícito actuar contra alguém, perseguir alguém. A única medida que nos cabe usar é o amor, o amor desmedido. É que, já dizia Santo Agostinho, «a medida do amor é o amor sem medida».

 

Hoje, Jesus aparece a verberar o comportamento dos que impõem preceitos aos outros que eles próprios não praticam.

 

Também não Se revê na hipocrisia, no querer dar nas vistas, na exibição da pura mediocridade.

 

Optemos pela simplicidade, pela humildade. É esta a opção de Jesus.

publicado por Theosfera às 10:22

 

Há, hoje em dia, uma tendência para reduzir o amor ao sexo. Parece que sem sexo não há amor.
 
É o que se escreve amiúde e o que se diz com frequência.
 
Confunde-se amor com mera atracção.
 
Não é que o amor não possa incluir a atracção, mas circunscrever o amor à atracção é pouco, é pobre. Isso implica, em último caso, que, quando acaba a atracção, acaba o amor.
 
Nada mais enganador, nada mais perigoso.
 
Só que, como se isto não bastasse, não falta quem separe o sexo do amor.
 
Há quem diga ter sexo sem que sinta qualquer espécie de amor.
 
E já há mesmo quem não se coíba de falar de profissionais do sexo, de indústria do sexo!!
 
Mas se há sexo sem amor, é bom que se tenha presente que também pode haver amor sem sexo.
 
Não se trata de desvalorizar o sexo. O sexo, como linguagem do amor, nem sequer está excluído por Deus.
 
No amor abençoado e tornado sacramento, ele celebra a união entre o homem e a mulher e abre-se à geração de novas vidas.
 
Não é, contudo, a única via. O amor não despreza o sexo, mas pode acontecer sem sexo.
 
Pode-se amar sem sexo.
 
A doação ao próximo, a dádiva desinteressada, o esquecimento de si são formas de viver o amor sem passar pelo sexo.
 
O sexo pretende possuir o outro. O amor visa sobretudo entregar-se pelo outro.
 
Há tanta gente que ama o próximo sem manter sexo com ninguém.
 
Eu sei que, na sociedade (sexólatra?) actual, é difícil aceitar isto. Mas podem acreditar que é possível.
 
Querem uma prova bem palpável de que é possível amar sem sexo?
 
O amor de uma mãe pelo seu filho. O amor de Deus por nós...
publicado por Theosfera às 10:04

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