O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Sexta-feira, 19 de Fevereiro de 2010

Ficamos extasiados diante de um quadro, embevecidos diante de uma paisagem, deslumbrados diante de um monumento, arrebatados diante de um livro.

 

Partilho de todos estes sentimentos. Compreendo a alegria dos autores de todas estas obras.

 

Urge, porém, prestar atenção à obra mais bela que existe à face da terra.

 

Sabe qual é? Cada pessoa.

 

Educar um ser humano é a melhor construção em que se pode participar.

 

Cada pessoa é um campo aberto, um terreno arável e um alfobre fecundo. De certa forma, não somos pessoas; tornamo-nos pessoas.

 

Porque é que, tantas vezes, nos desumanizamos. Porque é que, frequentemente, o crescimento de uma pessoa é visto como um crescimento em desumanidade?

 

Olhemos para cada pessoa como a obra mais bela que Deus compôs e que colocou à nossa frente, ao nosso lado.

 

Demos uma oportunidade ao melhor de nós mesmos!

 

Todos somos homens. Sejamos todos humanos!

 

Deus habita na humanidade de cada homem, de cada pessoa!

 

Deus é o maior investidor na nossa humanidade, na nossa humanidade feliz. A prova? Aceitou, em Jesus Cristo, morrer por nós.

 

Haverá maior sinal de confiança, maior prova de amor?

publicado por Theosfera às 11:20

É a Igreja, antes de mais e acima de tudo, o lugar do amor (locus amoris).

 

Diz Karl Rahner: «O cristão, ao conceber a Igreja como a tangibilidade histórica da presença de Deus, experimenta-a como o lugar do amor, do amor para com Deus e para com o próximo. Ambos os amores, quando levados a sério, são experimentados na vida humana como o que é dado, como algo que o Homem não pode produzir por si mesmo».

 

publicado por Theosfera às 09:46

A vida actual permite-nos estar em toda a parte sem sair do mesmo lugar.

 

Podemos, no fundo, ser peregrinos sem que nos tornemos viajantes. Mesmo dentro de nós próprios, sentimo-nos nómadas.

 

Somos contemporâneos de todos os acontecimentos, participantes de uma mesma história.

 

Em cada pessoa, tocamos a humanidade. Em cada sítio, palpitamos o mundo.

 

Razão tinha, pois, Miguel Torga: «Universal é o local sem os muros».

 

Ainda que que alguns pensem erguê-los, o sonho acaba sempre por derrubá-los!

 

O problema não é a distância que nos separa dos lugares. É a distância que nos pode afastar das pessoas.

publicado por Theosfera às 09:39

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