O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Quinta-feira, 21 de Janeiro de 2010

Deus tem, hoje, uma surpresa para si.

 

Esteja atento. Ele vai visitá-lo.

 

Uma santa noite. Muita paz.

publicado por Theosfera às 23:20

Muita gente se admira quando a ficção ultrapassa a realidade.

 

Mas há tanta coisa em que a realidade acaba por ultrapassar a ficção!

publicado por Theosfera às 23:18

A adversidade é, sem dúvida, uma grande escola. Burila as atitudes, acrisola os sentimentos e revela as pessoas.

 

Nas horas difíceis, é verdade que são poucos os que aparecem. Mas os que aparecem valem por todos.

 

Deus nunca nos falta.

publicado por Theosfera às 15:00

«Sede felizes; os amigos desaparecem quando somos infelizes».

Assim escreveu (avisada e magnificamente) Eurípedes.

publicado por Theosfera às 14:57

«Quem leu muito, raramente faz grandes descobertas».

Assim escreveu (assertiva e magnificamente) Georg Lichtenberg.

publicado por Theosfera às 14:55

A vida é mestra. E Deus, que é o autor da vida, fala-nos na vida.

 

Uma das coisas que a vida (ou, melhor, Deus na vida) me tem ensinado é a não hesitar em certos momentos.

 

Deste modo, fico sempre ao lado de quem é posto de lado.

 

Jesus declarou felizes os que sofrem perseguição por amor da justiça, os que são perseguidos e alvos da mentira.

 

Ele também toma este partido. Também Ele está ao lado de quem é posto de lado. Sempre.

publicado por Theosfera às 12:08

Foi o Padre Raimundo dos Anjos Beirão a grande alavanca e o maior apoio de Irmã Clara na fundação da Congregação das Franciscanas Hospitaleiras da Imaculada Conceição.

 

Não foram fáceis aqueles tempos, finais do século XIX e princípios do século XX.

 

Houve problemas de toda a sorte. Entraves surgiram de fora e de dentro.

 

A Mãe Clara (assim chamada desde que se tornou Superiora Geral) costumava repetir que tudo ocorre «sob o olhar providencial de Deus».

 

E o Padre Raimundo sustentava que todos nós «somos filhos da Cruz».

 

Razão tinha Karl Rahner: «Quem escolhe, escolhe a Cruz».

publicado por Theosfera às 11:44

Sempre gostei de todos os clubes. A minha ligeira preferência pelo Sporting, confesso, devia-se menos aos feitos em campo do que ao comportamento fora do campo.

 

Durante o tempo que levo de vida (e já lá vão quase 45 anos), o Sporting foi poucas vezes campeão nacional.

 

A primeira vez de que me lembro foi no ano do 25 de Abril. Apesar da derrota com o Benfica em casa por 3-5 (poucos dias antes da revolução), o título acabou por surgir na época de sonho de Yazalde (46 golos só à sua conta) e num tempo em que pontificavam Damas, Alhinho, Da Costa, Fraguito, Chico, Marinho e Dinis.

 

O que sempre mais me impressionou foi o porte, a serenidade de todos no clube. Havia uma certa aristocracia: não na linhagem, mas nas atitudes.

 

Quando estive em Lisboa, esta percepção reforçou-se. Manuel Marques, o célebre massagista conhecido como o mãos milagrosas, era presença assídua na Igreja de S. João de Brito.

 

Mas havia outros dirigentes cuja dignidade admirava. É, pois, com pesar que tenho assistido a oscilações neste campo.

 

Gritarias e ofensas, insultos e palavrões ouvem-se no Sporting como em todo o lado. Eu sei que é difícil resistir ao ar do tempo.

 

O que se terá passado, ontem, entre Sá Pinto e Liedson terá centenas de explicações, mas não possui a menor justificação.

 

Ser sportinguista começa a ficar demasiado parecido com o resto. Nunca sonhei com muitos golos. Mas gostava de poder continuar a apreciar a compostura e a serenidade que eram apanágio do clube.

publicado por Theosfera às 11:14

Neste tempo, que muitos apelidam pós-moderno, ainda andamos um pouco a tactear, à procura de um registo de linguagem em todos os níveis.

Assumamo-lo sem tibieza: essa procura de registo de linguagem reflecte a dificuldade em encontrar um registo de encontro, de presença no mundo de hoje.

As religiões têm de perceber que o seu lugar é a história, é o acontecimento, é a humanidade. Não podem dar a entender que estão fora, ou acima.

Basta olhar para Jesus Cristo: Ele é o Deus que Se humaniza e o Homem que se diviniza.

A paz é o caminho. Na paz, as religiões (re)encontrarão o seu caminho...

 

publicado por Theosfera às 11:13

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