O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Quinta-feira, 14 de Janeiro de 2010

A Assistência Médica Internacional (AMI) lança hoje campanha de ajuda ao Haiti apelando à sociedade civil que participe com donativos. Encontra-se aberta uma conta de emergência Haiti com o NIB: 0007 001 500 400 000 00672; IBAN: PT 50 0007 001 500 400 000 00672  ou Multibanco: Entidade: 20909 Referência               909 909 909         909 909 909.

 
A AMI disponibilizou à primeira equipa de dois elementos, Tânia Barbosa, directora do Departamento Internacional, e Marta Andrade, coordenadora de projectos, que chega amanhã à capital do Haiti, 20 mil dólares que serão usados na aquisição de água, medicamentos, desinfectantes e necessidades logísticas.
 
A acção dos elementos da AMI no terreno passa numa primeira hora por avaliar as necessidades mais urgentes e coordenar acções de emergência com os parceiros locais para desenvolver uma ajuda humanitária concertada e mais eficaz.
publicado por Theosfera às 20:42

Aqueles olhos. Aqueles gritos. Aquela dor. Aquela destruição. Como não trazer o Haiti no coração?

publicado por Theosfera às 16:14

Diante do que se passa no Haiti, é tudo tão pequeno o que nos envolve. Penso sobretudo nas perseguições, nas calúnias, nas futilidades. Para quê destruir-nos uns aos outros? Não basta a natureza?

publicado por Theosfera às 13:45

Uma publicação de hoje traz um elenco de nove pessoas que mudaram Portugal.

 

Achei interessante, acima de tudo, o critério: mudar.

 

Não se trata, pois, de olhar para quem mandou, para quem geriu. Trata-se, sim, de olhar para quem mudou.

 

Mudar é preciso. Cada vez mais.

publicado por Theosfera às 13:43

Os pessimistas são antipáticos, incómodos, obstinados.

O problema é se têm razão. O problema é se estão a ver melhor a realidade.

A própria ideia de progresso e de desenvolvimento chega a ser apresentada como uma das mais arcaicas que nos tem sido ventilada.

A prática mostra que, amiúde, tal ideia conduz-nos ao oposto do que é suposto.

Há, de facto, todo um progresso que redunda em retrocesso. Como há todo um desenvolvimento que configura um atraso.

Em nome do futuro, corremos o risco de repetir o passado. O progresso, quando é sectorial, prejudica o global. Apostamos tudo na tecnologia. E na humanidade?

Mexemos bem nas máquinas. Será que lidamos melhor com as pessoas?

Por isso, meditemos bem no passado se queremos acolher bem o futuro!

Há toda uma literatura recente, cultivada por gente de alto gabarito e enorme sensibilidade que, no limite, nos coloca ante um desafio muito sério: a geração que aí vem será a próxima ou será a última?

Quero acreditar que será a primeira de uma humanidade verdadeiramente nova, autenticamente humana.

Sê-lo-á se nos consciencializarmos de que somos um corpo à escala planetária. Se nos abrirmos ao espírito, à verdade, à bondade e à beleza.

Se soubermos fazer de cada instante um (novo) começo!

 

publicado por Theosfera às 11:04

«Há algo de ameaçador num silêncio muito prolongado».

Assim escreveu (subtil e magnificamente) Sófocles.

publicado por Theosfera às 11:00

Na imensa tragédia que se abateu sobre o Haiti, ninguém foi poupado. Também o arcebispo da capital, também os sacerdotes, também os seminaristas morreram. Também catedrais, igrejas e, ao que se diz, todos os seminários foram destruídos. 35 segundos mostraram uma enorme capacidade produtiva: tanta morte semearam!

publicado por Theosfera às 10:23

«É preciso que cada um seja a mudança que gostaria de ver no mundo».

Assim escreveu (notável e magnificamente) Mahatma Gandhi.

publicado por Theosfera às 10:22

«As ideias não são para guardar, alguma coisa tem de ser feita com elas».

Assim escreveu (luminosa e magnificamente) Alfred Whithead.

publicado por Theosfera às 09:43

Pensar inquieta. Falar incomoda. Pacheco Pereira tem (toda) a razão quando refere que «se vivem maus tempos para a liberdade de falar».

 

Os atropelos são por demais evidentes. E, ainda por cima, não se assumem.

 

A coragem nunca foi aliada da arrogância. Esta move-se nas sombras.

 

Acabar com o programa de Marcelo Rebelo de Sousa só porque termina o programa de António Vitorino é insustentável. Era como se houvesse o programa de António Vitorino só porque existia o programa de Marcelo Rebelo de Sousa.

 

Urge um pouco mais de grandeza nos nossos dias.

publicado por Theosfera às 09:38

As imagens que chegam do Haiti são insuportáveis para o olhar. Como é que a situação não há-de ser insuportável para quem lá (sobre)vive? Para quem anseia por saber se os seus estão vivos ou mortos? Meu Deus, como é possível?

publicado por Theosfera às 09:36

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