O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Quarta-feira, 06 de Janeiro de 2010

Pelos vistos, a nova dor de cabeça da humanidade chama-se Iémen. Aonde tudo isto irá parar? E de que forma vamos lidar com os problemas? Quando nos convenceremos de que a violência só faz aumentar a violência?

publicado por Theosfera às 16:37

Leia as magníficas palavras dp senhor Arcebispo de Sevilha. Aqui.

publicado por Theosfera às 16:18

 

O desejo das pessoas, hoje, é singrar na vida através de uma profissão que assegure bom salário e proporcione boa carreira.
 
O sonho de muitos passa, assim, por ser médico, gestor, empresário ou político.
 
E não falta gente exemplar em cada uma destas áreas.
 
Apesar de tudo, sente-se necessidade de alguém diferente.
 
De alguém não só habilitado para exercer profissões, mas de alguém com sentido de missão. De alguém que seja capaz que dizer o que está bem e o que está mal. De alguém com coragem para aplaudir e para anunciar.
 
De alguém com perseverança para insistir e para propor. De alguém que se deixe guiar mais pelos valores que pelos interesses. Mais pelos princípios que pelas estratégias.
 
Enfim, precisamos de profetas. Não é fácil. É mesmo muito arriscado ser profeta.
 
Haverá sempre quem hostilize e ameace. Quem atraiçoe e bloqueie.
 
Ser profeta não é mesmo nada fácil. Mas até por isso é cada vez mais necessário.
 
publicado por Theosfera às 11:16

 

Há, no imaginário colectivo, a percepção de que a paciência é um sinal de fraqueza e um sintoma de debilidade. Daí que desatemos numa espiral de violência e vingança sem freio.
 
Perpassa pelo nosso espírito a ideia de que o violento é que é forte. De que o vingativo é que sai vencedor.
 
Não é, porém, esse o comportamento de Deus. Há palavras que não entram no Seu vocabulário. Há atitudes que não fazem parte da Sua conduta.
 
Se nós somos Sua imagem e semelhança, porque é que não O havemos de imitar?
 
Não penses que é pela arrogância que te afirmas como crente e que te credibilizas como cristão.
 
Deus é paciente. Infinitamente paciente e pacífico. E se Ele o é, porque é que nós também não havemos de sê-lo?
publicado por Theosfera às 11:15

 

Às vezes, parece que os violentos têm mais seguidores que os pacíficos.
 
Pensa bem. É muito provável que ao pacífico tentes responder com violência e que ao violento procures corresponder com uma violência ainda maior.
 
Dizes que já não és capaz de proceder de maneira diferente. Alguma vez, contudo, exercitaste o autodomínio? O controlo das tuas emoções e dos teus ímpetos? Ou, pelo contrário, não será que frequentemente fazes a apologia dos sentimentos à flor da pele?
 
Mas que fazer quando te provocam? Lembra-te da recomendação atribuída a S. Francisco. Nunca respondas ao ódio com ódio, mas com amor. Nunca respondas à ofensa com a ofensa, mas com o perdão.
 
Diante de alguém descontrolado, mantém pois o controlo. Não percas jamais a serenidade. Aliás, quando os nervos apertam, as palavras que proferimos vêm mais do nosso instinto do que da nossa racionalidade. E, regra geral, acabamos por nos arrepender do que dizemos.
 
Assim, quando alguém te abordar em estado de fúria, opta por manter os olhos no chão e a boca fechada. Até que a tempestade passe…
publicado por Theosfera às 11:13

Tenho à minha frente um grande Menino, que pessoa amiga teve a gentileza de me oferecer.

 

É grande e é menino.

 

Ele ensina-me que, quanto mais se cresce, mais consciência temos de ter de que somos sempre crianças.

 

O Menino é grande. É grande como Menino. 

publicado por Theosfera às 11:10

 

É a vida, hoje em dia, uma correria constante. Sobretudo no Ocidente, parece que matamos o tempo. Toda a gente diz que não tem tempo.
 
Desapareceu o tempo? A fazer fé no que se ouve nas ruas, não restam grandes dúvidas. Percebe-se, por isso, aquela máxima africana: «Quando Deus criou o homem branco, deu-lhe um relógio. Quando Deus criou o homem negro, deu-lhe o tempo».
 
O desgaste faz acumular projectos e multiplicar frustrações. Não admira, por conseguinte, que o verbo que, mais vezes, vem à mente seja desistir: desistir de trabalhar e até — quem sabe? — desistir de viver.
 
Perante isto, o Dalai Lama adverte que «só existem dois dias no ano em que nada pode ser feito. Um chama-se ontem e o outro chama-se amanhã. Portanto, hoje é o dia certo para amar, acreditar, fazer e principalmente viver».
 
É assim que, diante da tentação de desistir, há uma força que nos vai levando a resistir. Ainda que a tentação para desistir seja avassaladora, tenhamos presente que, como já Viriato nos exortava, «mais vale pertencer a uma minoria que resiste do que a uma maioria que desiste»!
 
No fundo, é possível fazer de cada dia uma teofania, uma revelação de Deus, já que, embora não pareça, sentimo-Lo sempre perto e até dentro de nós.
 
É Ele que nos faz, permanentemente, o apelo: não desistas, começa, volta a começar.
 
Xavier Zubiri dizia que, no fundo, «a vida é uma sucessão de começos». E, quanto aos problemas que aparecem, há que encará-los e não dramatizá-los pois, como referiu Kahlil Gibran, «só se chega à aurora pelo caminho da noite».
 
Se cairmos no caminho, a solução é voltarmo-nos a erguer. Foi Séneca que exarou a recomendação: «Se um grande homem cair, mesmo depois da queda, continua grande».
 
Não é a queda que torna o homem pequeno. É a desistência que o anula. Às vezes, e como intuía Aristóteles, «é no fundo de um buraco ou de um poço, que acontece descobrir-se as estrelas».
 
Por isso, Irmão, não comeces a desistir e nunca desistas de começar. Mesmo que te custe.
 
Aquilo que esperas vai acontecer. Não saberemos quando, mas vai acontecer. «A esperança espanta o próprio Deus», como dizia Péguy. Portanto, ela vai, uma vez mais, surpreender.
 
Mantém a fidelidade. Mesmo que todos pensam e digam o contrário. Deus é o critério. Não são as maiorias que decidem. É Ele. Não O deixes. Ele também não te abandonará!
 
Faz da realidade um sonho. Faz do teu sonho realidade. A vida é uma teofania permanente. Deus está sempre a visitar-nos. Em todas as situações.
 
Porque não fazer, então, da terra uma única (e imensa) filadélfia, ou seja, um povo de amigos e de irmãos?
publicado por Theosfera às 11:09

«Só nos esquecemos do tempo quando o utilizamos».

Assim escreveu (atenta e magnificamente) Charles Baudelaire.

publicado por Theosfera às 11:07

Nem todos os que são dados como mortos estão mortos.

 

No fundo do poço, também se (sobre)vive.

publicado por Theosfera às 11:06

Sem entrar em polémicas, gostaria que os irmãos que defendem o casamento (ou a união civil) entre pessoas do mesmo sexo pensassem nisto.

 

Entendem eles que quem defender o casamento como união entre um homem e uma mulher podem continuar a fazê-lo.

 

Imaginem o país em que, além do presidente da república escolhido pela maioria, tivesse também o presidente escolhido por todas as minorias.

 

Tal país funcionaria?

 

Não está em causa a vontade de cada um. Está em risco a identidade de uma instituição fundamental, estruturante: a família.

 

Peço perdão se desapontei alguém. Mas é o que sinto. E o que penso. Aqui verto para partilha.

 

Sempre houve mudanças no mundo. Certo. Não estaremos, a ir por este caminho, no limiar de uma mudança de mundo? 

publicado por Theosfera às 11:01

Está a terminar a Santa Missa da solenidade da Epifania do Senhor na Basílica de S. Pedro.

 

É um bálsamo para a alma ver toda esta nobre simplicidade.

 

O sentido na transcendência ressuma em cada gesto.

 

A sagrada Comunhão foi recebida de joelhos e nos lábios com uma unção e um recolhimento que nos arrebatam.

 

Impressionante a serenidade atenta do Santo Padre.

 

Refira-se que foi, neste dia, há 16 anos que o senhor D. Américo Oliveira foi ordenado bispo por João Paulo II. 

publicado por Theosfera às 10:42

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