O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Domingo, 27 de Dezembro de 2009

Na sua primeira saída do Vaticano após ter sido atirado ao chão por um mulher de 25 anos, alegadamente desequilibrada, Bento XVI colocou à prova o sistema de segurança do Vaticano, que hoje formou um forte cordão de segurança em redor do Santo Padre, que, no entanto, o rompeu para se aproximar e saudar os presentes, entre os quais muitas crianças.

 

Esta quebra do protocolo de segurança confirmou as declarações do porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi, que disse que a segurança do papa não se pode «fechar a 100 por cento», sendo «impensável criar uma muralha entre o Santo Padre e os fiéis».

 

O Papa foi recebido com fortes aplausos, tendo respondido com sorrisos e acenos e trocou algumas palavras com várias pessoas, em ambiente de cordialidade e alegria.

 

Esta foi a primeira vez que o Papa fez uma refeição com os mais desfavorecidos, os sem abrigo, imigrantes e indigentes que todos os dias procuram ajuda na comunidade de Sant´Egidio.

 

Ao lado de Bento XVI estava sentado um refugiado afegão muçulmano xiita de 34 anos.

publicado por Theosfera às 18:47

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publicado por Theosfera às 16:21

 

Foi há apenas dois dias.
Foi. Quer dizer que já não é.
Parece aliás que foi há muito tempo e que passou por nós como uma seta.
Que fizemos do Natal?
Onde escondemos o seu encanto?
Para onde despachámos o seu conteúdo? A sua mensagem? Os seus apelos?
O dia de Natal deveria ser o dia do grande encontro. Do permanente advento. Da perene celebração da chegada de Deus ao mundo, o maior presente que o céu ofereceu a terra e a melhor prenda que a terra ofereceu ao céu.
A qualidade do Natal não se vê nas coisas. Vê-se — ou deveria ver-se — nas atitudes. Nas decisões. Nos comportamentos. Nos gestos.
O dia de Natal deveria ser, portanto, um estímulo para que todos os dias fossem dias de Natal. Isto é, dias de nascer para Aquele que nasce em nós.
Porque Natal foi quando Deus quis.
E porque Ele quis fazer Natal, haverá Natal quando nós quisermos. Eu e tu.
 
publicado por Theosfera às 15:16

Hospitais recusam dar alta a pacientes que ninguém reclama. Muitos vão parar a lares.

publicado por Theosfera às 06:23

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