O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Sexta-feira, 18 de Dezembro de 2009

Crentes e não-crentes aplicam um teste de credibilidade a todo o sacerdote, explicou nesta sexta-feira o pregador da Casa Pontifícia a Bento XVI e seus colaboradores: você acredita no que diz e no que celebra?

 

Por este motivo, o Pe. Raniero Cantalamessa, O.F.M. Cap., na terceira e última meditação do Advento pronunciada na capela Redemptoris Mater do Vaticano, propôs aos presbíteros que, neste Ano Sacerdotal, aprendam e imitem a fé de Maria.

publicado por Theosfera às 23:39

 

Um dos maiores contrastes que atravessam a nossa época é a circunstância de andarmos a trocar mensagens de paz enquanto, ao longe e ao largo, ouvimos o troar de armas assassinas.
Haja em vista quantos cristãos ergueram a Cruz numa mão e a espada na outra.
No fundo, ainda não aprendemos nada com o Mestre.
Ainda não O descobrimos. E, portanto, ainda não nos dispusemos a segui-Lo.
Se Cristo é paz, porque é que há tantos cristãos envolvidos em guerras?
«O nascimento de Cristo — disse S. Leão Magno — é o nascimento da paz». Será que, dois mil anos depois, Cristo já nasceu em nós?
Será que, vinte séculos volvidos, já nascemos para Cristo?
publicado por Theosfera às 19:37

Há uma doença que, como tumor, se vai difundindo cada vez mais: o pânico!

 

Há quem, invocando ordens superiores, obrigue as pessoas a comungar na mão. E, pelos vistos, há quem se esteja a preparar para não dar o Menino Jesus a beijar neste Natal.

 

Segundo julgo saber, quanto às ordens, do que se trata é de sugestões da Pastoral da Saúde quando se previa uma pandemia de Gripe A.

 

Graças a Deus, tal cenário não se confirmou. Mesmo em tal caso, eu não iria mudar os procedimentos.

 

Desde sempre, há vírus a circular. Há que tomar os devidos cuidados, sem dúvida. Mas daí a entrar num clima de pânico vai uma enorme distância.

 

Por este andar, deixamo-nos de cumprimentar, de conviver, de ir ao centro de saúde e ao hospital. Não é aí que circulam mais vírus?

 

Já quando começou o surto da SIDA, estando eu em Lisboa, recordo que houve quem se retraísse no atendimento das pessoas.

 

Confesso que sempre visitei os doentes, sem perguntar pelo seu estado de saúde.

 

Continuarei a dar a Sagrada Comunhão conforme as pessoas quiserem recebê-La. E, obviamente, vou dar o Menino a beijar. É um dos actos mais encantadores que o Natal nos oferece.

 

E sei que tudo vai correr bem. O Menino vai curar-nos do medo. Dos medos.

publicado por Theosfera às 19:30

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