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Sexta-feira, 11 de Dezembro de 2009

 

O vencedor deste ano do Prémio Pessoa é D. Manuel Clemente, bispo do Porto. "Em tempos difíceis como os que vivemos actualmente, D. Manuel Clemente é uma referência ética para a sociedade portuguesa no seu todo", considerou o juri do prémio Pessoa.
 
D. Manuel Clemente, que durante vários anos foi bispo auxiliar de Lisboa, foi nomeado pelo Vaticano novo bispo do Porto em Fevereiro de 2007, substituindo Armindo Coelho na chefia da diocese.

Licenciado em História e Teologia, doutorado em Teologia Histórica, Manuel Clemente, 61 anos, é presidente da Comissão Episcopal da Cultura, Bens Culturais e Comunicações Sociais.

D. Manuel Clemente é igualmente professor de História da Igreja na Universidade Católica Portuguesa e director do Centro de Estudos de História Religiosa na mesma universidade.

"A sua intervenção cívica tem-se destacado por uma postura humanística de defesa do diálogo e da tolerância, de combate à exclusão e da intervenção social da Igreja. Ao mesmo tempo que leva a cabo a sua missão pastoral, D. Manuel Clemente desenvolve uma intensa actividade cultural de estudo e debate público. Em tempos difíceis como os que vivemos actualmente, D. Manuel Clemente é uma referência ética para a sociedade portuguesa no seu todo", pode ler-se na acta da reunião do júri.

D. Manuel Clemente é o autor de uma vasta obra historiográfica, com destaque para títulos como “Portugal e os Portugueses” e “Um só propósito”, publicados este ano, “Igreja e Sociedade Portuguesa, do Liberalismo à República” e “Nas Origens do Apostolado Contemporâneo em Portugal- A Sociedade Católica (1843-1853)”, refere a organização do Prémio Pessoa em comunicado enviado às redacções.

O vencedor do galardão com maior valor monetário atribuído em Portugal (60 mil euros) foi anunciado hoje, às 12h00, no Palácio de Seteais, em Sintra.
publicado por Theosfera às 13:53

«Chega-se a ser grande por aquilo que se lê e não por aquilo que se escreve».

Assim escreveu (notável e magnificamente) Jorge Luis Borges.

publicado por Theosfera às 10:52

 

O advento já chegou ao tempo. Mas será que também já chegou à nossa vida?
O calendário evoca o que Senhor que veio. E a nossa existência estará mais próxima do Senhor que vem?
Qual a temperatura da nossa fé? Estaremos dispostos a transformar o advento do divino em evento de humanidade?
Advento é chegada e evento é acontecimento. Cristo realiza a chegada de Deus ao mundo. Qual a nossa disponibilidade, entretanto, para fazer dessa chegada ímpar um acontecimento único?
A experiência mostra que o advento d'Ele ainda está muito longe de ser evento nosso.
O advento de Deus é paz. É justiça. É amor. É perdão. É verdade. É rectidão. É profundidade. É contemplação. É pureza. É jovialidade. É candura. É convivialidade. E é obviamente também recusa da hipocrisia. Da indignidade. Da esperteza. Da violência. Da exploração. Enfim, de tudo quanto sabe a superficialidade, a mentira e a fachada.
Já tivemos oportunidade de ver sinais de Natal nas ruas. Será, contudo, que vimos sinais de Natal na vida, na nossa vida?
 
publicado por Theosfera às 10:50

A entrada do senhor D. António de Castro Xavier Monteiro em Lamego, a 8 de Outubro de 1972, foi um acontecimento marcante.

 

Mobilizou toda a gente. E nem os mais pobres foram esquecidos. As Conferências Vicentinas, assinalando o feliz evento, reforçaram as dádivas.

 

Assim, a oferta desse dia 8 foi aumentada com mais um quilo de arroz, um quilo de açúcar, um quilo de massa e um pacote de chã para as velhinhas e alguns maços de cigarros para os velhinhos!

 

Acompanhava o cabaz uma estampa em que se assinalava a «especial predilecção e ternura que o senhor Arcebispo já mostrara por esses membros sofredores de Cristo que são os pobrezinhos e os necessitados de toda a ordem».

publicado por Theosfera às 00:02

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