O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Quinta-feira, 03 de Dezembro de 2009

O chumbo do Código Contributivo veio recolocar a questão da governabilidade do país. Agora, quiçá como nunca, carecemos de bom senso e de diálogo.

 

O Governo pode invocar legitimidade: foi escolhido pelo povo. Mas a Oposiçáo pode evocar igual licitude: foi eleita pelo mesmo povo.

 

O povo quer ser bem governado. Mas os resultados das últimas eleições determinaram que nem uns nem outros podem esticar demasiado a corda.

 

Urge porfiar na negociação. E apostar no bem da população.

publicado por Theosfera às 11:12

Hoje é dia de S. Francisco Xavier, grande apóstolo e missionário. O seu exemplo marcou gente sem conta e ecoa por tempos sem limites.

 

É interessante notar, por exemplo, como Zubiri era Xavier por causa de S. Francisco. Isto porque o teofilósofo nasceu a 4 de Dezembro (de 1898), portanto, um dia depois da memória litúrgica do santo.

 

O seu nome completo era José Francisco Xavier Zubiri Apalategui. Mas o nome por que gostava de ser tratado era precisamente Xavier.

 

Refira-se, já agora, que Xavier significa casa nova, Zubiri quer dizer junto à ponte e Apalategui indica prateleira de um armário ou de uma estante, ou simplesmente biblioteca.

publicado por Theosfera às 11:10

A ONU e a Associação Mundial de Zoos e Aquários determinaram que 2009 seria o Ano do Gorila.

 

Pretendem chamar a atenção para o risco de extinção desta espécie e almejam juntar 500 mil euros em doações.

 

Nada a opor. Mas não esqueçamos o ser humano. Não olvidemos a fome. Afinal, a espécie mais ameaçada é a humanidade. Em cada Homem está a humanidade inteira.

 

Não invertamos as prioridades.

publicado por Theosfera às 11:09

 

Não há dúvida que é triste não ver quando os olhos estão fechados. Mas dramático é não conseguir ver mesmo com os olhos abertos.
Há muita cegueira na vida. Trocamos olhares que não vêem. Que não captam para lá da aparência. Que não apreendem além da superfície.
Precisamos de luz para olhar cá fora. Mas do que necessitamos mesmo é de luz para ver dentro. No interior do mundo. Na intimidade da pessoa. Na profundidade do tempo.
Abram-se, pois, os nossos olhos. Para que possamos ver! Para que nos possamos ver!
publicado por Theosfera às 11:04

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