O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Quinta-feira, 26 de Novembro de 2009

S. Basílio recusou-se a participar num concílio porque as reuniões só costumavam dar confusão. S. Tomás de Vilanova foi ao ponto de não ir ao Concílio de Trento para ficar no meio do seu povo.

 

É verdade que nem sempre é fácil discernir, mas é fundamental que respeitemos as opções que cada um, em consciência, tem de tomar.

 

Há mais vida para lá das reuniões.

publicado por Theosfera às 19:17

D. Manuel Clemente, Bispo do Porto, reuniu-se com os padres da Diocese que foram ordenados na última década, pedindo que se centrem «naquilo que lhes é específico».

 

«Concretamente, em torno do Sacramento da Eucaristia e, como sinal de Cristo Sacerdote, no meio dos seus, quer no Sacramento da Reconciliação, quer em tudo o que é animação da fé e da vida espiritual dos cristãos», aponta.

 

O antístite assegurou que espera desta nova geração uma «presença de Cristo Pastor no meio do Seu povo e no meio do mundo». Para este responsável, isso é algo extremamente importante num momento em que «cada vez mais eles são procurados por todas as inquietações e buscas do mundo envolvente».

publicado por Theosfera às 19:15

«Para ser original, basta imitar os autores que já não estão na moda».

Assim escreveu (sagaz e magnificamente) Jules Renard.

publicado por Theosfera às 11:44

«As palavras salvaram-me sempre da tristeza».

Assim escreveu (melancólica e magnificamente) Truman Capote.

publicado por Theosfera às 11:39

«Um pouco de desprezo economiza bastante ódio».

Assim escreveu (subtil e magnificamente) Jules Renard.

publicado por Theosfera às 11:15

Impressionou-me, vivamente, a entrevista de Pedro Namora acerca da exasperante lentidão do processo Casa Pia.

 

O que mais retive foi a vigorosa denúncia do afastamento das pessoas que melhor estavam a tratar do caso.

 

Como é possível? Fazer bem é um crime?

publicado por Theosfera às 11:12

 

Habitualmente, as chamadas questões últimas geram em nós, não esperança, mas preocupação, ansiedade e até temor.
 
Absorvidos como estamos pelo quotidiano, falta-nos a predisposição necessária para ultrapassarmos a barreira do imediato, do concreto e do sensível.
         
É assim que preferimos a evasão à reflexão.
         
Como se não pensar no fim último evitasse o confronto com ele.
         
Há, entretanto, uma segunda desfocagem relativamente a esta realidade.
         
Admitida a sua inevitabilidade, tendemos a conjecturar acerca da sua ocorrência.
         
Também Jesus foi abordado neste sentido.
         
E, como sempre, não satisfez a curiosidade dos Seus ouvintes.
         
A importância das questões últimas assenta, não no conhecimento antecipado da sua ocorrência, mas no convite a uma cuidada preparação para a sua vivência.
         
Ou seja, não interessa saber quando e como acontecerá tudo isso. Interessa, sim, estar preparado. No plano pessoal e à escala do próprio mundo.
         
De facto, estamos preparados quando orientamos a nossa vida em função do fim, da meta, da consumação.
         
Já Gandhi intuía, de forma assombrosa, esta orientação fundamental da existência, ao afirmar: O que importa é o fim para que sou chamado.
         
publicado por Theosfera às 10:56

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