O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Sexta-feira, 06 de Novembro de 2009

Será que o Sp de Braga vai ser a fonte imediata dos treinadores dos três grandes?

 

Jesualdo Ferreira está no Porto. Jorge Jesus está no Benfica. Irá Domingos para o Sporting?

 

Seria curioso, embora improvável.

 

Se se confirmasse, teríamos um benfiquista no Porto, um sportinguista no Benfica e um portista no Sporting.

publicado por Theosfera às 20:23

Se tudo está em crise, é natural que as religiões também sejam afectadas por ela.

 

Joseph Ratzinger previne-nos para a crise do cristianismo que, na sua óptica, ainda está longe do fim.

 

O que talvez não imaginássemos era ouvir um economista relacionar a actual crise mundial com as religiões.

 

Pois foi o que fez Vítor Bento. Para ele, a crise geral começa na crise das religiões. Tudo deixou ser medido pelo que há-de vir e perdeu-se na busca dos interesses imediatos.

 

De facto, é o imediato que pauta tudo. Inclusive nas religiões. Somos escravos do momento. É por isso que um treinador estar mais de quatro anos à frente de uma equipa parece uma eternidade.

 

Neste mês em que somos convidados a pensar mais no fim último, importa que nos libertemos da pressão do imediato, do momento.

 

publicado por Theosfera às 16:25

Lastimo que Paulo Bento se tenha demitido.

 

O Sporting não está bem, mas custa-me ver imolar quem se dedica, quem se dá, quem se entrega.

 

Aparentemente, terá sido ele que pediu a demissão. Mas não custa admitir que terá sido empurrado.

 

Tudo isto existe. Tudo isto é triste...

 

Só os resultados contam?

publicado por Theosfera às 11:48

A corrupção já não se limita a invadir-nos. Ela gera também habituação. Parece que já nos resignamos a isso.

 

Ainda ontem, um deputado chamou a atenção para os últimos casos. Pois, como toda a gente viu, foi fulminado e acusado de ter uma obsessão doentia com estas notícias.

 

Sempre é mais fácil matar o mensageiro do que prestar atenção à mensagem.

publicado por Theosfera às 11:33

O FCPorto tem algum dinheiro e algum futebol.

 

O Benfica tem muito futebol e pouco dinheiro.

 

O Sporting não tem nenhum dinheiro nem nenhum futebol.

 

Alia jacta sunt.

publicado por Theosfera às 11:21

Ninguém diz que um médico fala mal do paciente quando lhe aponta a doença.

 

Infelizmente, não falta quem diga que fala mal da Igreja quem, com caridade, lhe indica as suas fragilidades, as suas incoerências.

 

Os profetas nunca foram bem vistos. E, hoje, continuam a não ser benquistos.

 

Olhemos para Bento XVI. Mesmo quando é aplaudido, não deixa de ser contestado.

 

Uma coisa é certa. Só quando tomamos consciência do mal estamos em condições de o vencer.

publicado por Theosfera às 11:17

«Portugal é um doente que não morre, mas também não melhora».

Assim escreveu (perturbadora e magnificamente) Ernâni Lopes.

publicado por Theosfera às 11:14

 

Eis o horizonte da fé: projectar uma luz sobre aquela que parece ser a situação mais tenebrosa da existência. Essa luz não leva a colorir ou a mitigar o peso da morte. É que ela própria foi assumida por Deus em Jesus Cristo. Só que, ao ser assumida, começou também a ser definitivamente superada.
 
À morte cabe uma palavra. E não é, reconhecidamente, uma palavra qualquer. Que possa ser menosprezada. Não cabe, contudo, à morte a última palavra. Essa fica reservada para a vida.
 
Tal é a mensagem fundamental da Ressurreição de Jesus Cristo: a morte não é o fim. Ou, se preferirmos, não é o fim último.
 
Isto significa, muito concretamente, que o homem não foi criado para o abismo da morte, mas para a plenitude da vida. A qual, por sua vez, não se alcança sem a experiência da morte.
 
Do mesmo modo que não houve Ressurreição sem Cruz, também não há hoje vida que não implique morte. Mas, por outro lado, da mesma forma que não houve Cruz sem Ressurreição, também não há morte que não possa conduzir à vida.
 
Acima de tudo, porque o nosso Deus é um Deus da vida. De tal modo que até está presente na nossa morte. Não para nos enterrar no vazio. Mas, pelo contrário, para nos fazer ressurgir plenamente vivos.
 
Por conseguinte e por muito estranho que pareça, é quando nos abeiramos da morte que nos aproximamos (verdadeiramente) da vida. Como escreveu Hoffmannstahl, «agora que morro, começo a aperceber-me de que vivo».
 
publicado por Theosfera às 11:09

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