O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Sábado, 13 de Julho de 2013

A pergunta de sempre: onde está Deus?

No Céu? Seguramente. Mas também na Terra.

E, como alertava o Abbé Pierre, «Deus está especialmente no pobre que te fala neste momento. Cristo encarna neste rufião, neste ladrão, neste aldrabão. A glória de Deus encarnou em ti, que me lês, em mim, que te falo».

Palavras talvez um pouco ácidas. Mas pertinentes e muito interpelantes.

De facto, por vontade de Deus, «o homem tem uma alma; mas, antes de lhe falarmos dela, coloquemos uma peça de roupa e um tecto por cima dessa alma. Depois disso, explicar-lhe-emos o que está lá dentro».

Não se trata apenas «de dar algo de que viver, mas de oferecer aos infelizes razões para viver»!

publicado por Theosfera às 07:37

De Anónimo a 13 de Julho de 2013 às 16:57
Abbé Pierre, aos olhos de alguns fala como um herege. Aos olhos de outros, como um sábio que consegue ver muito para além do preconceito da ortodoxia.

De Maria da Paz a 14 de Julho de 2013 às 02:42
Rev.mo Senhor Doutor:
Efectivamente, sem um tecto, sem roupa, sem pão, é impossível falar de alma, de Deus, ou de um outro mundo. E, sem estas coisas materiais, a vida perde mesmo sentido. E é o que está a acontecer a muitos cidadãos portugueses. E outros ainda mantêm o tecto, mas falta-lhes o pão. E a outros falta a possibilidade de se cultivarem: já escasseia o dinheiro para livros ou para outros bens culturais.
A vida está muito má.
Afectuosamente,
Maria da Paz

De Evágrio Pôntico a 14 de Julho de 2013 às 06:34
Tem toda a razão, Sra. D. Maria da Paz.
Na verdade, como se pode falar de Deus a quem -pelas agruras por que passa, e sem qualquer esperança... - já descrê de tudo...?! Poucos terão a coragem e a Fé de Job...

Os grandes culpados da desgraça - económica e financeira, e moral - que atinge a sociedade portuguesa estão placidamente na Assembleia da República, nos ministérios, nos altos cargos da Adm. Pública, nas grandes empresas falidas do Estado ( cujos maus administradores são, paradoxalmente e escandalosamente, "recompensados"...), etc. etc. ...

Ah! Mas estes crápulas hediondos hão-de receber a "recompensa" pelo esbulho que têm feito ao País e pela desgraça que trouxeram a tantas famílias...! A Justiça Divina tem o seu tempo...

De Maria da Paz a 15 de Julho de 2013 às 00:17
Ex.mo Senhor
Evágrio Pôntico:
Muito bem-haja pelo "eco" ao meu comentário.
Nem todos os políticos serão desonestos. Contudo, temos tido muito deles que foram desonestos e maus gestores. Nem sei como é que Portugal ainda não desapareceu de todo, com tanta rapina e com tanta má gestão - de bradar aos céus! Ah! lembrei-me agora: havia a "pesada herança": 800 e tal toneladas de ouro e uma gestão muito criteriosa e ponderada!

Agora: estamos na penúria, vergonhosamente de mão estendida. E, qualquer dia nem esmola nos dão: apenas umas boas "palmatoadas" de castigo por tanto disparate,
Quanto ao POVO, esse sofre. Herói de todas as carências e horizontes limitados.
Deus nos acuda!
Os meus cumprimentos.
Maria da Paz

De Evágrio Pôntico a 15 de Julho de 2013 às 01:39
D. Maria da Paz, Minha Senhora,
agradeço-lhe a bondade da referência ao comentário. Obrigado.

Penso que, pelo que venho lendo dos seus sábios e sensatos comentários, que estaremos sintonizados sobre as causas da decadência financeira, económica e moral do nosso pobre País, que caiu nas mãos de gente sem princípios e sem escrúpulos, traidores comprometidos com grupos internacionais que nos querem agrilhoar para sermos seus lacaios.

Partilho também do seu clamor: "Que Deus nos acuda!". Na verdade, só Ele e Sua Mãe Santíssima nos podem salvar !

De Maria da Paz a 15 de Julho de 2013 às 13:21
Ex.mo Senhor
Evágrio Pôntico:
Efectivamente, pensamos o mesmo: eu até já tenho medo de ver os noticiários. Mas esta atitude é a do avestruz, que, segundo se diz, põe a cabeça debaixo da areia, iludindo-se sobre os perigos.
Estamos, desde há quarenta anos (mais ou menos) a viver tempos conturbados. Nossa Senhora avisou-nos: «... se não se converterem, a Rússia espalhará os seus erros...» Cá temos o resultado.
Outras coisas disse Nossa Senhora, mas fomos (colectivamente) ingratos e irreverentes. Temos de voltar atrás e temos de nos converter do fundo do coração.
Eu tenho toda a confiança em Nossa Senhora: nossa Padroeira e nossa Rainha. Falta-nos, colectivamente, a verdadeira conversão. Até a falta de Sacerdotes nos é adversa: bem precisamos de muitos e bons Sacerdotes. Mas são poucos os que temos. E, no meu dia-a-dia dou-me conta de muita falta de formação das pessoas. As pessoas, muitas vezes, "interpretam" a mensagem de Deus a seu bel-prazer, como lhes convém. Precisamos de Profetas, precisamos de muitos e Santos Sacerdotes.
Os meus cumprimentos.
Maria da Paz


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