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Sábado, 22 de Junho de 2013

Grande filão está a ser Francisco: o nome e a pessoa ou, talvez melhor, as pessoas.

Francisco de Assis é uma inspiração para Francisco de Roma. E Francisco de Roma é, cada vez mais, uma respiração ecóica de Francisco de Assis.

Daí a tendência para, nos últimos tempos, reeditar obras sobre o fundador da Ordem Franciscana.

Uma das mais célebres foi escrita por Chesterton há precisamente 90 anos.

Nela, avulta Francisco como uma espécie de precursor da modernidade. Sintomas não faltam: «o amor aos animais, a compaixão social, a noção dos perigos sociais que resultam da prosperidade e mesmo da propriedade».

Até os não-cristãos são contagiados por um cristianismo assim, em forma de Assis.

De facto, S. Francisco era tão prático «que não conseguia ser prudente», amando o mundo através do despojamento das coisas do mundo.

Segundo Chesterton, havia em S. Francisco «uma espécie de esperança de desarmar o inimigo pela via da generosidade; uma espécie de necessidade bem-humorada de espantar o mundo com atitudes inesperadas».

Uma preciosa gramática é, pois, Francisco de Assis para perceber Francisco em Roma!

publicado por Theosfera às 11:53

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