O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Quinta-feira, 06 de Junho de 2013

Eis a verdadeira (e a mais assustadora) espiral recessiva.

Podemos estar a crescer tecnologicamente, mas nem nos apercebemos de que estamos a regredir civicamente de forma pavorosa.

No fundo, a situação resume-se a isto: não sabemos estar.

Não sabemos estar na escola, não sabemos na igreja, não sabemos estar na rua, não sabemos estar na vida. Perdemos a compostura.

O excesso de informalidade convive, intimamente, com uma crescente ausência de critérios.

No limite, não advertimos as diferenças. Estar numa esplanada ou estar numa igreja chega a ser (quase) a mesma coisa. A displicência é igual, igualmente confrangedora.

Começa a ser frequente mastigar pastilhas elásticas numa sala de aula ou numa igreja.

O estranho é o ar estranho de alguns quando alguém chama a atenção. «Qual é o problema?» - alegam.

E é assim que, sem darmos conta, a banalidade se apodera de nós.

Quando se tenta dar um passo (ainda que um) no precipício, acaba-se por só se terminar no fundo.

Agredir um colega ou matar um vizinho são ocorrências que se vão tornando frequentes.

Importa reflectir. Urge inflectir.

Enquanto o tempo nos dá tempo!

publicado por Theosfera às 19:33

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