O acontecimento de Deus nos acontecimentos dos homens. A atmosfera é sempre alimentada por uma surpreendente Theosfera.

Sexta-feira, 05 de Fevereiro de 2010

Habitualmente, medimos o êxito pelo eu e pela realização dos desejos. Ou seja, quando se consegue o que se deseja, averbamos um êxito.

E, não raramente, se a realização é obtida à custa do outro (ou até contra o outro), achamos o êxito total.

 Há quem não veja as coisas assim. No Tibete, por exemplo. A medida do êxito não está no eu; está no outro. E o sucesso não se vê tanto pela realização como através da compaixão.

 Isto vem de uma tradição budista e até de uma tradição chamada bon, anterior ao budismo. Mas não será tudo isto profundamente cristão? E não será tudo isto tão esquecido pelos cristãos?

 A Teologia da História das Religiões é uma contínua (e preciosa) fonte de ensinamentos. Uma das coisas que nos mostra é como o espírito de Cristo está, pelo menos de forma incoativa, em todas elas.

 

publicado por Theosfera às 06:04

De António a 5 de Fevereiro de 2010 às 13:29
Onde quer que esteja a Bondade Humana está Deus...

De Nova Evangelização Católica a 6 de Fevereiro de 2010 às 01:50
AINDA SOBRE AS (SILENCIADAS OU IGNORADAS) MISERICÓRDIA E JUSTIÇA DIVINAS

Alguém comentou estranhamente (ou capciosamente): «Onde quer que esteja a Bondade Humana (aí) está Deus»...
E... onde quer que esteja a Justiça humana, aí está o Diabo?
Se os homens não funcionam bem, de modo nenhum, sem a justiça humana (e quanto mais rigorosa melhor), por mais básica ou precária que seja, por que hão-de funcionar bem sem a Justiça Divina, sendo esta eterna, infinitamente perfeita e santa (para além de absolutamente imprescindível), em total sintonia e compatibilidade com a Bondade e Clemência de Deus?

Como se pode conceber um Deus infinitamente Perfeito, Sábio e Santo, sem uma rectíssima e austeríssima Justiça, a par e passo com a Sua imensa Misericórdia, para quem realmente a merece?
Até uma criança compreende isso; não tendo sido por acaso, nem por qualquer simbolismo ou metáfora, que Jesus ensinou e proclamou: «Quem não se tornar [simples e puro, humilde e confiante] como uma criancinha, não poderá herdar o Reino do Céu»...
E não há meios-termos: ou Céu ou Inferno por toda a eternidade...

O próprio Deus Pai foi severíssimo para com o Seu próprio Filho Unigénito no Getsémani, assim como no Calvário, exclusivamente em ordem à Salvação espiritual (e jamais corporal) da humanidade de pecadora...
Como não haveria de sê-lo, com muitíssimo mais razão ainda, para com os homens iníquos e ingratos, inclusivamente ao ponto de permitir aos pecadores obstinados penas eternas, como aliás procedeu, ainda com muito mais severidade, com os anjos revoltosos, logo depois transformados em espíritos malignos e precipitados no Inferno eterno?

Isso, sim (a acontecer por hipótese absurda), seria um dos maiores contra-sensos e sofismas sobre Deus Criador e Salvador da humanidade, auto-excluída do Seu Reino Celeste, mas para quem Ele, mesmo assim, gratuita e magnanimamente, decidiu dar-lhe uma segunda e última oportunidade' de Salvação...
E ainda querem mais Misericórdia, sem qualquer tipo de Justiça nem de Punição?!

Assim como não se pode separar ambas as naturezas hipostáticas de Jesus Cristo - verdadeiro Deus e verdadeiro Homem -, assim mesmo não pode separar-se (ou ignorar-se), de modo nenhum, a suprema Justiça Divina, em relação à suprema Misericórdia de Deus.
Ambas complementam-se perfeita e harmoniosamente, não podendo coexistir uma sem a outra.
Porventura, Deus seria mais Sábio e mais Santo (ou mais Clemente e Bondoso) se atribuísse ao justo e ao pecador prémios iguais, ou castigos semelhantes?
Está escrito que o justo não só deve amar a Deus, mas também temer a Deus (com santo Temor), o que aliás é um dos sete Dons do Divino Espírito Santo.

Ai de quem não teme a Deus e a Sua perfeitíssima Justiça, por mais insondável, exagerada ou desproporcionada que nos pareça!
Ai de quem pretende inverter ou alterar os Atributos Divinos, fazendo ou adaptando Deus à imagem e semelhança do homem, ou distorcendo caprichosamente, a seu bel-prazer, a Sua Palavra e Revelação tal como consta no Santo Evangelho, desde que bem traduzida e interpretada por quem tem esse supremo e legítimo mandato, ou seja, unicamente pela Igreja Católica Apostólica Romana, a partir do seu representante máximo na Terra, o Santo Padre!

Lógica e justamente, há uma só exegese e uma só hermenêutica, assim como há um só Deus, uma só Verdade, um só Caminho, uma só vida e provação humanas - jamais a absurda 'reencarnação' -, e na Eternidade, um só Céu e um só Inferno!...

Atenciosa e respeitosamente, em Jesus e por Maria,
J. Mariano
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